Apologéticos

Os céticos/deístas/ateístas muitas vezes levantam a questão da Terra sendo colocada sobre pilares em 1 Samuel 2:8 como supostamente provando que os escritores da Bíblia ensinaram uma teoria não-científica. Aqui está uma breve resposta a este absurdo:

Histórias sobre uma inundação global e uma família sobrevivente ocorrem por todo o mundo. Embora não sejam tão comuns, existem histórias sobre uma época em que existia apenas um idioma.

A primeira parte de Isaías 40:22 diz: “É ele [isto é, Deus] quem se assenta acima do círculo da Terra”. Alguns argumentaram a partir disto que as Escrituras ensinam que a Terra é um disco plano, ao invés de um globo. No entanto, mesmo se o hebraico original for corretamente entendido como se referindo a um círculo, isso não indica necessariamente algo plano; uma esfera aparece como um círculo quando vista de cima - e certamente de qualquer direção que seja vista. Além disso, há boas razões para acreditar que a palavra traduzida como ‘círculo’ poderia ser melhor traduzida por ‘esfera’.

Não há alguém mais popular do que Jesus em toda a história humana. Mais livros foram escritos, mais músicas foram compostas e mais poemas foram declamados com a influência de Jesus do que de qualquer outra pessoa. A influência de Cristo se estende à Arte, à Literatura, à Política, à Ciência, à Filosofia, à Teologia e a quaisquer outros campos da existência humana.

Homens da ciência, homens de fé

Richard Dawkins, zoólogo britânico e conhecido defensor militante do ateísmo (seu livro Deus, um delírio fornece uma demonstração de seu ódio pela religião) afirma: “A fé é a grande escapatória, a grande desculpa para se fugir à necessidade de pensar e avaliar as evidências. A fé é acreditar ‘apesar de’, e até talvez precisamente ‘por causa’ da falta de provas.” A fé em Deus ou na Bíblia é muitas vezes associada com fanatismo religioso, apego à ignorância e cegueira para com as descobertas da ciência. Mas isso é de fato assim?

O estudo da profecia bíblica nos faz cristãos mais qualificados, mais capacitados e ativos, cristãos que têm Jesus no centro de suas vidas e que vivem e agem adequados a essa realidade. Cristãos que se aprofundam nas profecias estão convictos que Deus sempre cumpre o que prometeu e que Ele detém a palavra final acerca da história mundial e do plano da salvação.

Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados: no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus" (Gênesis 2:4; Almeida Revista e Corrigida).

Esse versículo-chave de Gênesis não apenas resume o capítulo inicial do livro, como também introduz o segundo capítulo. Observe que os céus e a terra foram "criados" quando Deus os "fez".

Vale de Ossos Secos - Ezequiel 37

O capítulo 37 é provavelmente o mais conhecido do livro de Ezequiel. Ele responde a uma pergunta feita pela nação de Israel no capítulo 33, verso 10: "Assim falais vós: Visto que as nossas prevaricações e os nossos pecados estão sobre nós, e nós desfalecemos neles, como, pois, viveremos?". A resposta é dada por Deus, de uma maneira intrigante. Ezequiel havia enfatizado a "desolação" que havia ocorrido na terra prometida (Ezequiel 5:14; 12:20; 23:33; 36:34). Como, então, poderia esta nação morta reviver novamente? Em sua visão, Ezequiel observou que o Espírito de Deus reconstruiria os ossos mortos da nação, dando-lhes tendões, carne, pele e, finalmente, o sopro da vida.

"Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Corromperam-se e cometeram abominável iniqüidade; não há quem faça o bem" (Salmos 53:1).

Afinal, Deus existe ou não? Esta pergunta obscurece todas as outras que a humanidade possa fazer. Se você acha que esta declaração seria de um teólogo ou um pregador, então veja a frase encontrada em The Great Ideas Syntopicon (Temário de Grandes Idéias), um guia de estudos decisivo para série Great Books, uma notável coleção da maior parte da sabedoria do mundo ocidental, combinada desde os tempos de Tales até o presente. Mortimer Adler declara: "Com exceção de certos matemáticos e físicos, todos os autores de Great Books estão representados no capítulo que fala sobre Deus". A razão é óbvia. Existem mais conseqüências no terreno do pensamento e da ação na afirmação ou na negação de Deus do que em se responder a qualquer outra pergunta, por fundamental que seja.