Tanto o Novo Testamento quanto a literatura cristã primitiva contêm indicações implícitas e explícitas da existência da guarda do Sábado. Uma breve alusão será feita neste contexto às evidências mais significativas.

O Testemunho do Novo Testamento

A primeira indicação da guarda do Sábado nos vem do Novo Testamento. A cobertura incomum dada pelos evangelistas às curas e aos ensinamentos de Cristo no Sábado é indicativa da grande importância dada à observância do Sábado no momento de sua escrita.

Mais significativo ainda é o testemunho do Novo Testamento ao novo entendimento cristão da observância do Sábado, ou seja, um dia “para fazer o bem” (Mateus 12:12), “salvar” (Marcos 3:4), “libertar” da escravidão física e espiritual (Lucas 13:16), e mostrar “misericórdia” em vez de religiosidade (Mateus 12:7). Esta nova interpretação cristã indica que a Igreja Apostólica observou o Sábado, mas com um novo significado e de uma nova maneira.

Testemunhos Primitivos Pós-Novo Testamento

A existência da observância do Sábado é atestada também nas primeiras referências pós-Novo Testamento à guarda do Domingo. A Epístola de Barnabé, por exemplo, datada entre 130 e 138 d.C., fala da observância do “oitavo dia” (isto é, o Domingo) em adição, e não como uma substituição, ao Sábado. Depois de ter defendido a superioridade do oitavo dia, Domingo, sobre o Sábado do sétimo dia, o autor escreve: “É por isso que também observamos o oitavo dia com regozijo” (15:9). [1] O “também” (dio kai) sugere que, inicialmente, o Domingo foi observado além ao invés de em substituição do Sábado.

Justino Mártir, escrevendo de Roma em meados do século II, diferencia entre dois tipos diferentes de guardadores do Sábado. Ele fala de alguns observadores do Sábado que compeliam os gentios a observar o Sábado e de outros observadores do Sábado que não induziam outros a fazerem o mesmo. [2] Isso claramente indica que os guardadores do Sábado existiram em Roma em meados do segundo século, embora pareçam ter sido uma minoria.

No apócrifo Evangelho de Tomé, datado de meados do segundo século, Jesus teria dito: “Se você não jejuar do mundo, não encontrará o reino; se você não guardar o Sábado como o Sábado, você não verá o Pai ” (capítulo 27). Embora este dito dificilmente possa ser autêntico, ele reflete uma alta visão do Sábado na comunidade onde o documento circulava.

Outro documento conhecido como o “Martírio de Policarpo”, datado de 120 d.C., registra que a morte de Policarpo ocorreu em “um dia festival de Sábado” (8:1). Esta frase pode muito bem refletir a observância do Sábado entre alguns cristãos na Ásia Menor, apesar de sua atitude hostil em relação aos judeus exibida na narrativa.

No início do terceiro século, o teólogo alexandrino Orígenes refere-se à observância do Sábado em um sermão, dizendo: “Abandonando, portanto, a observância judaica do Sábado, vamos ver que tipo de observância do Sábado é esperado do cristão. No dia de Sábado, nenhuma atividade mundana deveria ser feita. Se, portanto, desistindo de todas as obras mundanas e não fazendo nada mundano, mas estando livre para as obras espirituais, você vem à igreja, ouve as leituras divinas e discussões e pensa nas coisas celestiais, dá atenção à vida futura, mantém diante dos seus olhos o julgamento vindouro, desconsidera as coisas presentes e visíveis em favor do invisível e do futuro, esta é a observância do Sábado cristão.” [3]

A menção de Orígenes sobre a observância do Sábado em Alexandria é significativa, pois dois séculos depois dois historiadores da igreja, Sócrates Scholasticus e Sozomen, nos informaram que o costume de se reunir no Sábado era praticado em toda parte, exceto em Roma e Alexandria. [4] Um fator importante que contribuiu para um abandono antecipado da observância do Sábado nessas duas cidades foi, como demonstrei em outro lugar, a presença de fortes sentimentos anti-judaicos.

 Observância do Sábado no Oriente

A existência da observância do Sábado nos séculos posteriores é atestada em diferentes fontes. João Crisóstomo proferiu oito sermões em Antioquia em 386 e 387 d.C., alertando os cristãos contra práticas judaizantes como a guarda do Sábado: “Somos motivo de escárnio para judeus e gregos, visto que a Igreja é dividida em mil partidos. ... Há muitos entre nós agora, que jejuam no mesmo dia que os judeus, e guardam os Sábados da mesma maneira; e suportamos isso com nobreza, ou mais, de modo ignóbil e vil.” [5]

Advertências semelhantes contra a observância do Sábado são emitidas por clérigos gregos como Atanásio, Cirilo de Alexandria, Basílio de Cesaréia e Afraates. [6] A forte condenação da observância do Sábado por parte de numerosos líderes da Igreja oferece uma evidência muito convincente de sua observância.

Influxo de Cristãos-Judeus

Um fato importante que contribuiu para a permanência da observância do Sábado no Cristianismo primitivo foi o constante influxo de conversos da sinagoga, que estavam ansiosos para manter a guarda do Sábado. João Damasco (c. 675 d.C.-c. 749 d.C), o último dos grandes Padres orientais, escreveu um tratado intitulado “Contra os judeus, relativo ao Sábado” para neutralizar a eterna atração da guarda do Sábado. [7]

Em outro tratado do mesmo século intitulado “A Disputa de Sérgio, o Estilita Contra um Judeu” (c. 730 d.C.-c. 770 d.C.), os cristãos sírios são citados como dizendo: “Se o Cristianismo é bom, eis que sou batizado como cristão. Mas se o Judaísmo é também, eis que eu vou me associar parcialmente com o Judaísmo para que eu possa guardar o Sábado”. [8]

Observância do Sábado no Ocidente

A observância do Sábado sobreviveu não apenas no Oriente, mas também no Ocidente, como indicado por sua denúncia por papas, conselhos e clérigos. O Papa Gregório Magno (540-604 d.C.) escreveu em uma epístola: “Foi-me relatado que homens de um espírito perverso espalharam entre vocês algumas doutrinas desprezíveis que são completamente opostas à nossa fé sagrada, ensinando que todo o trabalho deve ser interrompido no Sábado. Que mais eu poderia chamá-los se não de pregadores do Anticristo?” [9]

O Concílio de Friuli, realizado no norte da Itália em 796 ou 797 d.C., condena no décimo terceiro cânone os fazendeiros que guardavam o Sábado. [10] No século X, búlgaros recém-convertidos escreveram ao papa Nicolau I para perguntar se deveriam observar o Sábado. [11] Tal investigação sugere que a observância do Sábado era praticada entre eles, pelo menos por alguns.

Um conselho realizado no final do século IX decretou: “Pois não é apropriado para os cristãos judaizar e ficar ociosos no Sábado, mas eles devem trabalhar naquele dia, dando maior veneração ao Domingo se quiserem descansar, como cristãos”. [12] Este decreto repete essencialmente o anterior Cânone 29 do Sínodo de Laodicéia (c. 364 d.C.), que declara: “Os cristãos não devem judaizar descansando no Sábado, mas devem trabalhar naquele dia, honrando ao invés dele o Dia do Senhor; e, se puderem, descansando então como cristãos. Mas se alguém for julgado como judaizante, seja anátema de Cristo.” [13] A frequente repetição desse cânone do Sínodo de Laodicéia, que é anti-sabático, é indicativa da persistência da guarda do Sábado durante a Idade Média.

Controvérsia Contínua

Uma das evidências mais reveladoras da observância do sábado no Cristianismo primitivo, que muitas vezes é ignorada, é encontrada na polêmica em curso contra a observância do Sábado. Os argumentos bizarros e às vezes ridículos que foram fabricados para mostrar a superioridade do Domingo sobre o Sábado são indicativos não apenas da existência, mas também da influência exercida pelos guardadores do Sábado.

Justino Mártir (cerca de 150 d.C.), por exemplo, argumenta que os cristãos não devem observar o Sábado porque é uma ordenança mosaica dada exclusivamente aos judeus como um sinal de sua maldade, para distingui-los pelo castigo que justamente merecem. Em vez disso, os cristãos devem se reunir para a adoração no Domingo para comemorar a criação da luz no primeiro dia e a ressurreição. [14] A falsa e sem sentido denúncia de Justino da observância do Sábado como uma marca registrada da depravação judaica deve ser vista como uma tentativa desesperada de afastar os cristãos de tal prática.

Outro exemplo adequado da controvérsia entre Sábado e Domingo é encontrado na Didascalia Siríaca (c. 250 d.C.), onde vários argumentos bizarros são apresentados para mostrar a superioridade do Domingo sobre o Sábado. O autor apela aos observadores do Sábado que parem de dizer “que o Sábado é superior ao primeiro dia da semana” porque, ele argumenta, quando o primeiro dia, o Domingo, foi feito na criação, “o sétimo dia ainda era desconhecido”. Ele continua: “Qual é maior, o que tinha surgido e existido primeiro, ou o que ainda era desconhecido, e do qual não havia expectativa de que viesse a existir?” [15]

O autor extrai outro argumento das bênçãos paternas que são concedidas não ao último, mas ao primeiro filho e também de Mateus 20:16 que diz: “Os últimos serão os primeiros e os primeiros os últimos”. Sobre as bases de tais raciocínios sem sentido ele conclui que o Domingo é maior do que o Sábado. [16]

Argumentos bizarros e artificiais semelhantes são encontrados nos escritos de Clemente de Alexandria, Eusébio e o tratado chamado “Sobre o Sábado e a Circuncisão”. [17] A variedade e a frequência desses argumentos são indicativos da existência e persistência dos observadores do Sábado, que devem ter constituído um grupo notável e vociferante para merecer refutação literária

Os Nazarenos

Uma prova final e mais convincente da guarda do Sábado no Cristianismo primitivo é fornecida pela seita judaico-cristã dos Nazarenos. Esses cristãos representam os descendentes diretos da comunidade primitiva de Jerusalém, que, segundo o historiador palestino Epifânio, mantiveram a guarda do Sábado como uma de suas crenças e práticas distintas até pelo menos o quarto século. [18]

A sobrevivência da observância do Sábado entre os descendentes diretos da Igreja de Jerusalém é um fato muito significativo. Ele nos diz não apenas que o Sábado foi o dia original de adoração da Igreja de Jerusalém, mas também que sua observância foi mantida por alguns grupos cristãos, mesmo quando a maioria da cristandade adotou a guarda do Domingo.

As evidências para a guarda do Sábado no Cristianismo primitivo, que apresentei aqui, são muito seletivas. Minha única intenção era apenas provar o fato da persistência da observância do Sábado nos primeiros séculos cristãos. Para uma documentação e discussão mais abrangentes, o leitor é encaminhado ao simpósio editado por Kenneth A. Strand e publicado sob o título “The Sabbath in Scripture and History” (Washington, D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1982).

Nota do Tradutor (Fabricio Luís Lovato)

O historiador Protestante Johann Karl Ludwig Gieseler, referindo-se aos líderes da Igreja Primitiva, afirmou que “enquanto os cristãos judeus da Palestina retinham toda a lei mosaica e, consequentemente, as festas judaicas, os cristãos gentios observavam também o Sábado e a Páscoa (1 Coríntios 6:8), com referência às últimas cenas da vida de Jesus, mas sem a superstição judaica (Gálatas iv.10; Col. ii.16).” (Johann Karl Ludwig Gieseler, A Text-Book of Church History, Volume I, Capítulo II. New York: Harper & Brothers. 1857-80).

Havia uma maldição (Birkath-ha-Minin) que as autoridades rabínicas introduziram (entre 80-90 d.C.) na oração diária. Esta maldição era supostamente destinada a identificar os cristãos nas sinagogas. Qualquer um que se recusasse a pronunciar a maldição era suspeito de ser um cristão, o que implica que pelo menos alguns cristãos judeus frequentavam as sinagogas e guardavam o Sábado.

De acordo com um documento primitivo, provavelmente modificado no século IV, Policarpo, discípulo do apóstolo João, guardava o Sábado: “E no Sábado, quando a oração se fazia muito tempo de joelhos, ele, como era seu costume, levantou-se para ler; e todos os olhos estavam fixos nele … E no Sábado seguinte ele disse: ‘Ouçam a minha exortação, amados filhos de Deus. Admostei-os quando os bispos estavam presentes e, mais uma vez, exorto-os a caminharem decorosa e dignamente no caminho do Senhor.” (Pionius, Life of Polycarp, 1889, de JB Lightfoot, The Apostolic Fathers, Volume 3.2, pp. 488-506). 

Mesmo estudiosos católicos entendem que os cristãos gentios na Ásia Menor realizavam algum tipo de serviço religioso semanal no Sábado (por exemplo, Mauricio Saavedra Monroy, The Church of Smyrna: History and Theology of a Primitive Christian Community, edição Peter Lang, 2015, pp. 318, 332). O historiador alemão W. Bauer afirma que “a observância do Sábado pelos cristãos parece ter encontrado algum favor na Ásia [no segundo século].” (W. Kraft Bauer, Krodel G, editores. Orthodoxy and Heresy in Earliest Christianity, 2a. edição. Sigler Press, Mifflintown PA, 1996, pp. 87-88).

O historiador Alphonse Mingana, em sua obra The Early Spread of Christianity, afirma que “Pelo ano 225 d.C., havia várias dioceses ou associações da Igreja Oriental, que guardavam o Sábado, desde a Palestina até a Índia.”

As Constituições Apostólicas, documento cristão escrito na Síria por volta de 250 d.C., prescrevia a guarda tanto do Sábado quanto do Domingo: Deve-se “guardar o festival do Sábado [sétimo dia] e do dia do Senhor [Domingo]; porque o primeiro é o memorial da criação e o último da ressurreição. Deixe-se que os escravos trabalhem cinco dias; mas no dia do Sábado [sétimo dia] e no dia do Senhor [Domingo], que eles tenham folga para irem à igreja para instrução em piedade.”

Frumêncio, bispo na Etiópia no quarto século, reportou: “E nos reunimos no Sábado […] não por que estejamos infectados com o Judaísmo, mas para adorar a Jesus, o Senhor do Sábado.” (cf. Davis, Tamar. A General History of the Sabbatarian Churches, 1851; Reimpresso em 1995 por Commonwealth Publishing, Salt Lake City, pp. 41-42).

João Cassiano (360-435 d.C.) escreveu a respeito de certos monges egípcios que “não há serviços públicos entre eles no dia exceto no Sábado e Domingo, quando se reúnem na terceira hora para o propósito da Sagrada Comunhão.” (Institutes, 3:2)

Sócrates Scholasticus, um historiador eclesiástico do quinto século d.C., afirmou: “Embora quase todas as igrejas através do mundo celebrem os mistérios sagrados [a Ceia do Senhor], no Sábado de cada semana, os cristãos de Alexandria e Roma, contudo, em função de uma antiga tradição, cessaram de fazer isto.” (Ecclesiastical History, livro 5, capítulo 22. The Nicene and Post-Nicene Fathers 2ª. Série, Vol. 2, p. 132).

Sozomen, contemporâneo de Sócrates, afirmou: “O povo de Constantinopla, em quase todos os lugares, reúnem-se juntos no Sábado, bem como no primeiro dia da semana, costume nunca observado em Roma ou em Alexandria.” (Ecclesiastical History, livro 7, capítulo 19. The Nicene and Post-Nicene Fathers 2ª. Série, Vol. 12, p. 7, 8). Para entender por que em Roma não era realizados tais serviços, consulte o artigo Quando, Onde e Por Que a Guarda do Domingo Começou?.

Cabe destacar aqui também as evidências históricas da persistência da guarda do Sábado entre o Cristianismo Celta nos primeiros séculos. Veja o artigo “Uma História sobre o Cristianismo Celta”. O famoso teólogo James Moffat relatou: “Parece ter sido costumeiro nas igrejas celtas dos primeiros tempos, tanto na Irlanda quanto na Escócia, manter o Sábado, o Sábado judaico, como um dia de descanso do trabalho, e o Domingo, comemorativo da ressurreição do Senhor, como de regozijo, com exercícios de adoração pública. Nesse caso, eles obedeciam ao quarto mandamento literalmente no sétimo dia da semana.” (James Clement Moffat, The Church in Scotland: A History of Its Antecedents, Its Conflicts, and Its Advocates, from the Earliest Recorded Times to the First Assembly of the Reformed Church. Publicado por Presbyterian Board of Education, 1882).

Referências

[1] Epístola de Barnabé 15:9.

[2] Justino Mártir, Diálogo com Trifo 47.

[3] Orígenes, Homily 23, on Numbers, Patrologica Graeca 12, 749-750.

[4] Socrates Scholasticus, Ecclesiastical History 5, 22; Sozomen, Ecclesiastical History 7, 19.

[5] João Crisóstomo, Commentary on Galatians 1:7, Nicene and Post-Nicene Fathers (Grand Rapids, 1973), vol. 13, p. 8.

[6] Os textos são citados e discutidos em From Sabbath to Sunday (Rome, 1977), pp. 217-218; também em Kenneth A. Strand, ed., The Sabbath in Scripture and History (Washington, D.C., 1982), pp. 154-156.

[7] João Damasceno, De Fide Orthodoxa, Patrologia Graeca 94, 1201-1206.

[8] A. P. Hayman, ed. and trad., The Disputation of Sergius the Stylite Against a Jew (Louvain, 1973), p. 75.

[9] Gregório, o Grande, Epistola 13, 1, Nicene and Post-Nicene Fathers (Grand Rapids, 1973), vol. 13, p. 92.

[10] J. P. Mansi, ed., Sacrorum Conciliorum Nova et Amplissima Collectio (Graz, Austria, 1960), vol. 13, p. 852.

[11] Nicolau I, Epistola 97, 10, Patrologia Latina 119; 984.

[12] Karl Hefele, Histoire des conciles, trad. H. Lecterca (Paris, 1907), vol. 2, p. 1224.

[13] Sínodo de Laodicéia, Cânon 29, conforme traduzido em Nicene and Post-Nicene Fathers (Grand Rapids, 1971), Second Series, vol. 14, p. 148.

[14] Os textos de Justino são citados e analisados em From Sabbath to Sunday (Rome, 1977), pp. 223-233.

[15] Didascalia Siríaca 26, ed. R. Hugh Connolly (Oxford, 1929), p. 233.

[16] Veja a nota anterior.

[17] Os textos são citados e discutidos em From Sabbath to Sunday (Rome, 1977), pp. 223-233.

[18] Meu tratamento sobre os Nazarenos, incluindo o texto de Epifânio, é encontrado em From Sabbath to Sunday (Rome, 1977), pp. 156-158.

 

Traduzido a partir de Samuelle Bacchiocchi, The Sabbath In New Testament: Answers to Questions, p. 143-147, 2000.

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