Igreja Católica Apostólica Romana

A Bíblia responde que o homem deve ajoelhar-se somente diante de Jesus (Filipenses 2:9-11). Como o Papa permite ajoelharem-se diante dele, se Pedro e os anjos o proíbem? (Atos dos Apóstolos 10:25-26, Apocalipse 18:1; Apocalipse 19:10).

A Bíblia responde que o próprio Pedro se posiciona como um presbítero (1Pd 5:1-4). Além do mais, quem esteve à frente do 1o Concílio da Igreja, em Jerusalém, foi Tiago, conhecido como joelho de camelo, e não Pedro.

A Bíblia responde que Jesus, sim, e não o Papa tem a chave do céu (Apocalipse 3:7-8; Efésios 5:23). Esta autoridade pertence exclusivamente ao Filho de Deus. Ele tem a chave porque é o próprio dono do céu.

Usa-se Mateus 16:16-19 para afirmar-se que Pedro foi o primeiro papa. De fato, o termo usado aqui por Jesus para Pedro é pedra. Contudo, a palavra no grego é “petrós”. Jesus empregou-a com o sentido de “pedrinha”. Já para a palavra pedra, da frase "sobre esta pedra edificarei a minha Igreja" Jesus usou o termo grego “petras” para designar rocha (grande pedra).

Por que o ladrão foi salvo? É simples, o seu pecado foi perdoado sem que tenha merecido.

Paulo era um devoto à tradição dos antigos como muitos católicos que guardam com sinceridade a tradição dos parentes, seguindo novenas, procissão, o batismo e crisma. Paulo também era pagador de votos (promessas) e desde a infância guardava os mandamentos. Mas, ele diz em Atos dos Apóstolos 22 e 23 que estas práticas de nada valeram para salvá-lo. Foi preciso encontrar-se com o Salvador.

A Bíblia fala de Cornélio (Atos dos Apóstolos 10:2): “Ele era religioso com toda sua casa, fazia esmolas e orava a Deus”. Pedro, porém, mostrou-lhe o único meio de ser perdoado e salvo.

Para o catolicismo, as boas obras ajudam na salvação. Tal crença despreza o grande amor de Deus.

De acordo com o historiador Jacques Le Goff, “a Igreja instaurou no século XIII o processo inquisitório, confiando a juízes especiais a tarefa de obterem a confissão dos acusados. Esta procura de confissão, aliada à decisão do IV Concílio de Latrão, em 1215, tomou obrigatória para todos os fieis uma confissão privada a um padre”. Por sentir-se ameaçada, “recorreu a meios moralmente inaceitáveis” de acordo com a história, portanto, a confissão trata-se inicialmente de uma forma criada pela Igreja para obter informações sobre a vida do devoto, prevenindo-se caso este setomasse uma ameaça.

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100 Respostas Bíblicas para o Catolicismo é um livro de Édino Melo (Editora Ferramenta) que traz respostas bíblicas ao catolicismo.