Igreja Católica Apostólica Romana

O título Ave-Maria surgiu no séc. XI e se tornou comum entre os católicos a partir de 1326. Este título era usado para dirigir-se aos imperadores para designar seu senhorio e a sua divindade. A Bíblia responde que Jesus é o único Senhor (Filipenses 2:9-11). O homem não deve se ajoelhar diante de nenhum outro nome.

...ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus (anjos), na terra (homens) e debaixo da  terra (demônios), e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai (Filipenses 2:9-11).

A Bíblia responde que não há remissão de pecados sem derramamento de sangue (Hebreus 9:22). Se Maria é a Redentora, em que cruz ela derramou seu sangue? (Hebreus 9:22). Na cruz da direita ou na cruz da esquerda? Em nenhuma! Logo, ela não pode ser redentora. Só Jesus, sem pecado, verteu seu sangue pelos pecadores (1 Pedro 1:19).

Apesar de ter sido uma serva fiel do Senhor, Maria foi mãe de Jesus porque José a desposou, por ser este da descendência de Davi, e não ela (Mateus 1:16). Pense: Como ela tem sido escolhida apenas por temer a Deus, se Raabe (pecadora, Mateus 1:5) e Bate-Seba (adúltera, Mateus 1:6) também eram da linhagem de Jesus? A Bíblia responde que Maria deu à luz Jesus pela graça, favor imerecido!

Maria possuiu mais de 1.025 títulos. É chamada de Senhora de Fátima, Sra. Aparecida, etc., assumindo assim diversas identidades. A alegação de que isto se dá em decorrência da cultura, não tem base na Escritura. Contrariando esta idéia, a Bíblia responde que Deus jamais anulou a identidade de alguém. Inclusive os anjos, ao se apresentarem em culturas diferentes, mantêm o mesmo nome. No caso de Maria, há mudança não só no nome, como também na forma. Quem age deste modo, apresentando-se com vários nomes e de diversas formas é o próprio Satanás (2 Coríntios 11:14).

Apesar de a teologia católica tentar traçar uma linha entre a adoração que se dá a Deus e a que se oferece a Maria, John Ankerberg e John Weldon, explicam que na prática elas não se podem distinguir. Os termos específicos usados são: Latria - adoração que se dá somente a Deus; dulia -veneração que se oferece aos santos; e hyperdulia - veneração especial que se dá a Maria.

Ensina-se que, pelo fato de Maria não ter pecado, ela nunca experimentou a morte. Ao invés disso, ela ascendeu fisicamente à presença de Cristo. Essa crença, que passou a ser doutrina oficial da
Igreja somente em 1950, carece de base bíblica e histórica.

A Maria do ensino católico pouco tem a ver com a Maria do Novo Testamento. A Bíblia responde que nos Evangelhos e nas cartas paulinas, onde nem se fala dela, Maria não demonstra qualquer poder de milagre. A Bíblia se centraliza em Jesus (Mateus 28:18).

A última referência de Maria na Bíblia ocorre em Atos dos Apóstolos 1:14 quando ela se encontrava em oração com os demais seguidores de Jesus. A Bíblia responde que todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres e Maria mãe de Jesus, e com os seus irmãos. Fora isso, nada mais se lê em Atos dos Apóstolos sobre Maria, assim como em todo o restante do Novo Testamento. Se Maria fosse a mãe de todos nós, a quem devemos recorrer como a nossa gloriosa intercessora, como afirmam os católicos, não é óbvio que a Bíblia deveria dar-lhe um pouquinho mais de atenção?

Querem dar a Maria a posição de mãe de Deus e de todos nós. A Bíblia responde, porém, que chegaram para Jesus e lhe disseram: “bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste”, Jesus replicou: “Antes bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e a guardam” (Lucas 11:28).

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100 Respostas Bíblicas para o Catolicismo é um livro de Édino Melo (Editora Ferramenta) que traz respostas bíblicas ao catolicismo.