Existe uma tendência de muitas pessoas confundirem os Batistas do Sétimo Dia com a maior, porém mais recente, Igreja Adventista do Sétimo Dia. Embora haja concordância em algumas áreas, há consideráveis diferenças em outras, tanto históricas como teológicas. Esse artigo procurará demonstrar algumas dessas diferenças.

1. ORIGENS

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA traçam sua origem no movimento separatista em meados do século XVII, na Inglaterra. Enfatizando a importância de uma base bíblica para a doutrina e prática, alguns Batistas concluíram que a guarda do Sábado do sétimo dia persistia como um requerimento do Cristianismo bíblico. Na América, a primeira Igreja Batista do Sétimo Dia foi organizada em 1671. [1]  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA traçam suas raízes na primeira metade do século XIX, nos ensinamentos de Guilherme Miller, cuja interpretação da profecia de Daniel calculou que o retorno de Cristo aconteceria em 1844. Quando a interpretação da profecia se provou um ‘grande desapontamento’, muitos de seus seguidores continuaram com interpretações modificadas de sua escatologia e foram influenciados pelos ensinos dos Batistas do Sétimo Dia sobre o Sábado. A escatologia milerita e a guarda do Sábado foram solidificados através das visões de Ellen G. White, que se tornou a profetisa oficial do movimento. [2]

2. REGRA DE FÉ E PRÁTICA

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA mantêm o princípio protestante de Sola Scriptura. Creem que a Bíblia, composta pelos 39 livros do Antigo Testamento e pelos 27 livros do Novo Testamento, é a única fonte escrita inspirada por Deus como regra de fé e disciplina da igreja cristã. Além das Escrituras sagradas, não existe revelação escrita que tenha inspiração divina. (Gálatas 1:8-9, Salmos 119:105 João 17:17 e Provérbios 30:5-6) [3]
Creem na inspiração verbal da Bíblia. Deus é o autor e condutor do texto Bíblico. A inspiração divina da Bíblia não implica que seus autores humanos foram meras máquinas, mas que empregaram seus conhecimentos, estilo e cultura sem cometerem qualquer erro, pois foram influenciados pelo Espírito Santo. [4]
 Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA creem que a Bíblia e os escritos da norte-americana Ellen G. White (1827-1915) são inspirados por Deus. Advogam que “seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja.” [5] Negam que “a qualidade ou grau de inspiração nos escritos de Ellen White seja diferente do da Escritura.” [6]
Além disso, os Adventistas do Sétimo Dia negam a doutrina da inspiração verbal e a inerrância das Escrituras, afirmando que seus autores cometeram alguns erros, embora esses erros não afetem a doutrina da salvação. [7] [8]

3. GOVERNO DA IGREJA

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA mantêm uma forma congregacional de organização, na qual a congregação como um todo tem a autoridade final na tomada de decisões e cada igreja local é autônoma em relação a Conferência. A Conferência atua com o princípio de conselho e consentimento para programas cooperativos, companheirismo e enriquecimento espiritual, enquanto as congregações locais dirigem as suas próprias atividades (incluindo a chamada e o suporte de ministros).  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA mantêm uma forma episcopal de organização, seguindo uma rígida hierarquia e estrutura administrativa, na qual o poder e muitas das decisões fluem de cima para baixo.

4. CONCEITO DE IGREJA

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Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA creem que a Igreja de Deus, que ama a Jesus e guarda os mandamentos de Deus (Apocalipse 14:12) foi fundada por Cristo em Jerusalém (Lucas 24:47 Atos dos Apóstolos 1:8) e que os cristãos primitivos, liderados pelos apóstolos (Efésios 2:19-20), continuaram fiéis aos ensinos de Jesus. A Igreja nunca caiu e nunca cairá, conforme a promessa do Senhor (Mateus 16:18). Creem que a ‘igreja verdadeira de Deus’ não se restringe a uma identidade denominacional específica; antes, é um corpo composto por todas as pessoas que, em todas as épocas, depositam sua fé em Jesus Cristo como Senhor e Salvador e se voltam para Ele em arrependimento e confissão.   Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA creem que são a “igreja remanescente da profecia”, chamados para fora em um tempo de ampla apostasia. [9] Creem que surgiram no tempo do fim, porque assim estava profetizado a seu respeito. Vieram restaurar a Igreja, pois o Cristianismo havia se corrompido. [10] Por isso, veem as demais denominações como um campo missionário, com quem precisam compartilhar a “verdade presente”. [11]

5. JUÍZO INVESTIGATIVO

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA creem, em conformidade com os estudiosos judeus, católicos e protestantes, que o “chifre pequeno” da profecia de Daniel capítulo 8 representa o rei selêucida Antíoco Epífanes, o qual no 2º século antes de Cristo invadiu a Palestina, proibiu a circuncisão e a guarda do Sábado, queimou todas as Escrituras Sagradas que encontrou, erigiu uma estátua de Zeus no templo judaico e profanou o Lugar Santíssimo com sangue de porcos. Matou dezenas de milhares de judeus fieis. Ele ‘jogou por terra a verdade, e o que fez prosperou’, conforme declara a profecia (v. 12). [12][13][14]

As 2300 tardes e manhãs (Daniel 8:14) se referem literalmente ao período entre o décimo quinto dia do mês Cisleu, no ano 145 dos selêucidas, em que Antíoco instalou a abominação da desolação sobre o altar (1 Macabeus 1.59) [15], até a vitória obtida sobre Nicanor por Judas Macabeu, no dia 13 do mês de Adar, ano 151. O altar foi reconstruído e o santuário foi purificado da idolatria. Os judeus mantiveram uma festa anual no dia 13 de Adar em comemoração à vitória, chamada de Hannukah ou Festa da Dedicação, a qual posteriormente, o próprio Jesus participou (João 10:22). A profecia de Daniel 8 portanto, não diz respeito ao sistema papal da Igreja Católica, a 2300 anos e a um santuário celestial, no qual Jesus teria iniciado a purificação dos pecados dos crentes em 1844.

Os Batistas do Sétimo Dia creem no sacrifício total e vicário de Jesus. A expiação foi completa na cruz. Logo após a sua ressurreição Jesus entrou no Santíssimo do Santuário Celestial (Hebreus 5:7-10; 6:19-20; 10:12,19,20), dando ao homem que crê uma expiação plena e completa (Efésios 1:3 João 19:30 Isaías 53:5-12). O dom da vida eterna garante um futuro livre de condenação (João 5:24). Portanto, eles negam que a salvação dependa da confissão de cada pecado individual de uma pessoa e rejeitam o conceito de um “juízo investigativo”.

 Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA creem que Daniel 8:14 refere-se a 2300 anos. Tomando 457 a.C. como ponto de partida (o qual é na verdade o ponto de partida da profecia das 70 semanas, em Daniel 9), adicionam 2300 anos e chegam ao ano de 1844. Creem que quando Jesus ressuscitou dos mortos entrou apenas no “Lugar Santo” do “Santuário Celestial”, e somente a partir de 1844 é que passou do “Lugar Santo” para o “Santíssimo”, para então começar a fazer o “juízo investigativo”, uma fase do ministério de Cristo onde os livros de registro são examinados, os pecados confessados dos crentes são apagados, determina-se quem irá receber a salvação e reivindica-se a justiça de Deus perante o universo. [16][17]

As consequências práticas desse ponto de vista são que aos crentes é negada a certeza de sua salvação, e são deixados com a responsabilidade de estabelecer seu merecimento para isso, por seus esforços para identificar e confessar cada pecado individual e viver uma vida justa.

 

 

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6. CARÁTER DE DEUS

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA ensinam que Deus não faria coisa alguma sem primeiro revelar os seus segredos aos seus servos, os profetas (Amós 3:7). Deus não pode mentir ou esconder a verdade, pois Ele é a própria luz (João 8:12).  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA ensinam que Deus, a fim de provar a fé dos seguidores de Guilherme Miller quanto ao retorno de Cristo em 22 de outubro de 1844, propositalmente OCULTOU um erro no computo dos períodos proféticos. [18]

7. ALIMENTAÇÃO E TEMPERANÇA

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA estão plenamente cônscios de que os seus corpos são templo do Espírito Santo e que é, portanto, o seu dever mantê-los puros e saudáveis (1 Coríntios 3:16-17; 6:19,20). Mas eles não consideram bíblico proibir ou desaconselhar o uso de quaisquer tipos de carnes, chá ou café, embora haja alguns que resolvam abster-se por conta própria ou em consideração aos irmãos fracos (Romanos 14:1-23; 1 Coríntios 8:8-13; Marcos 7:15-23; Mateus 15:11-17-18; 1 Timóteo 4:1-5; Hebreus 13:9). [19] Dieta e saúde não desempenham um papel em santidade ou salvação.  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA ensinam que as proibições do código mosaico a respeito do uso de carnes imundas (Levíticos 11 e Deuteronômio 14) aplicam-se ainda com o mesmo vigor, nos dias de hoje, ao povo de Deus. [20] Além disso, Ellen White declarou que “entre os que estão aguardando a vinda do Senhor, deve a alimentação cárnea ser finalmente abandonada; a carne deixará de fazer parte de seu regime alimentar.” [21] 

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8. BODE EXPIATÓRIO

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA afirmam que o bode emissário de Levíticos 16:5-10, o qual era enviado vivo para o deserto no Dia da Expiação, representava o próprio Jesus Cristo, pois o serviço de expiação pelos pecados só pode ter sido feito por Jesus (veja especialmente os versos 5 e 10). Todos os rituais do antigo conserto apontavam para Jesus. Não há salvação em nenhum outro nome (Atos dos Apóstolos 4:12). Por que então eram utilizados dois bodes, um que era enviado vivo ao deserto, e outro que era sacrificado? Os teólogos Batistas Franklin Ferreira e Alan Myatt explicam: “O bode representa o fato de que na expiação, os pecados são verdadeiramente removidos pela obra de Cristo. Isto pode ser visto nitidamente, à luz dos vários textos bíblicos, que mostram que é Deus, e não Satanás, quem leva embora os pecados do mundo. O salmista nos revela que é o Senhor quem afasta todos os nossos pecados de nós mesmos, tanto ‘quanto dista o Oriente do Ocidente’ (Salmos 103:12). Deus disse: ‘Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro’ (Isaías 43:25; cf. Ezequiel 33:16 e Hebreus 8:12). Os pecados não vão literalmente para um lugar. Não existe distância entre ‘o Oriente e o Ocidente’, esta imagem apenas simboliza um afastamento absoluto. Assim, quando o bode leva os pecados ao deserto, isto simboliza o fato de que Deus os esqueceu completamente. O fato de que Jesus é a pessoa que faz isto não está em dúvida, segundo as palavras de João Batista. Ele entendeu que Jesus é ‘o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo"’(João 1:29).” [22] Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA afirmam que o bode emissário de Levíticos 16:5-10 representa Satanás, e que seu afastamento para o deserto indica que ele sofrerá “expiação punitiva” (ao invés de uma “expiação substitutiva”), ou seja, será responsabilizado pelos pecados que levou todos os crentes a cometerem, ao final do milênio. [23]


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 9. ARCANJO MIGUEL

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA creem que o arcanjo Miguel é um anjo poderoso e com alta posição na hierarquia celestial, um dos “primeiros príncipes” (Daniel 10:13), um ser criado, ao contrário de Jesus, o qual é o “Príncipe dos Príncipes” (Daniel 8:25).  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA creem que Miguel é um dos títulos do Senhor Jesus. [24]

10. O SELO DE DEUS

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA creem que o selo de Deus, a marca identificadora dos servos fieis de Deus como Sua propriedade, é o Espírito Santo (Efésios 1:13; 4:30).  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA creem que o Sábado é o selo de Deus [25], e que a obediência ao Domingo se constitui o sinal da besta. Nas palavras de Ellen White: “Que é, pois, a mudança do sábado [para o domingo] senão o sinal da autoridade da Igreja de Roma ou ‘o sinal da besta’?” [26]

11. DATA DA SEGUNDA VINDA DE JESUS

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA ensinam que o dia da volta de Jesus não foi revelado a ninguém. Nem o Filho de Deus, em Sua encarnação, sabia (Mateus 24:36).  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA ensinam que Deus disse em visão à profetisa Ellen G. White o dia e a hora da vinda de Jesus. [27]

12. ESCATOLOGIA

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA afirmam que Cristo voltará à Terra em poder, em um momento não conhecido. Eles acreditam que uma compreensão detalhada dos textos proféticos é uma questão de interpretação individual. [28]
Creem que Deus é soberano e não deve explicações de Sua justiça e misericórdia. Jesus vive para sempre como o intercessor dos crentes; eles nunca terão de viver sem Ele com base em sua própria perfeição. Os seres humanos nunca reivindicarão o caráter de Deus para o universo; em vez disso, a cruz demonstrou a justiça de Deus por toda a eternidade (Romanos 3:26). [29]
 Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA colocam grande ênfase na aceitação da interpretação profética que eles creem ser correta. Creem que um “tempo de angústia” ocorrerá ao final do juízo investigativo. O Espírito de Deus será retirado da terra, e o povo de Deus terá que ter alcançado a perfeição para que possa suportar esse tempo sem a presença de um Mediador ou Intercessor. Aqueles que adoram no Domingo irão perseguir os guardadores do Sábado, os verdadeiros crentes de Deus. Após a segunda vinda de Cristo, o milênio ocorrerá com os crentes no céu, enquanto Satanás estará preso a essa Terra. Durante o milênio, Deus explicará Sua justiça para que todas as questões humanas sejam respondidas. Aqueles que são salvos reivindicarão o caráter de Deus perante os seres sem pecado que vivem no universo e observam o drama cósmico desdobrando-se. [30]

13. DIA DA MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUS

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 OS BATISTAS DO SÉTIMO DIA, de maneira geral, creem que Jesus morreu no Dia da Páscoa (João 19:14) que era comemorado a tardinha, no final do dia (Êxodo 13:4 Deuteronômio 16:1 Números 9:3-5). No Dia 14 do primeiro mês Abib ou Nisam do calendário Judaico era a páscoa e no dia seguinte, o dia 15 era um grande Sábado Cerimonial, pois começava a festa dos pães asmos. A festa dos pães asmos era comemorada durante sete dias. O primeiro e o último dia da festa sempre eram (sábados cerimoniais) João 19:31. Sendo que desta forma a morte de Cristo aconteceu em uma quarta feira e o Senhor Jesus esteve durante três dias e três noites completos, dias de 24 horas, que começam e terminam ao por do sol (Gênesis 1:5-14, João 11:9-10) e que foi morto ao por do sol de quarta feira e que ressuscitou ao por do sol do Sábado conforme Mateus 28:1 cumprindo desta forma com sua profecia de estar três dias completos no seio da terra. Mateus 12:38-40, Oséias 6:1-2. Jesus como o Cordeiro pascoal deveria morrer e ressuscitar conforme as escrituras 1 Coríntios 5:7; 1 Coríntios 15:3-4. [31]  OS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA creem que Jesus morreu numa sexta-feira, ao por do sol, e que ressuscitou no amanhecer do primeiro dia da semana, desta forma passando três dias incompletos na sepultura. [32]

14. A IMPORTÂNCIA DA GUARDA DO SÁBADO?

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 Os BATISTAS DO SÉTIMO DIA desde o início de sua história apresentam a sua doutrina distintiva do Sábado como uma benção para a humanidade e uma experiência da presença eterna de Deus com Seu povo. Eles entendem que a obediência ao mandamento de Deus é uma resposta de amor à Sua graça em Cristo. Eles acreditam que, seguindo o exemplo de Cristo e dos apóstolos, o Sábado deve ser celebrado fielmente como um dia de descanso, adoração e celebração (Lucas 4:16 Atos dos Apóstolos 17:2 18:4), mas não apresentam um conjunto específico de regras sobre a melhor forma de fazê-lo. [33]  Os ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA têm dado um papel crítico ao Sábado na doutrina do julgamento no santuário celestial. Segundo uma visão de Ellen White, foi dado a ela contemplar as tábuas da lei no santuário celestial, e o mandamento do Sábado brilhava mais do que os outros. [34] Segundo a mesma autora, o Sábado será a prova final, "a pedra de toque da lealdade" a Deus. [35] Os Adventistas também esperam que seus membros estejam de acordo com as mesmas normas para a observância do Sábado, conforme ensinadas pela denominação.

Referências

[1] Don A. Sanford, Um Povo que Escolhe: A História dos Batistas do Sétimo Dia, 476 p.

[2] C. Mervyn Maxwell, História do Adventismo, 306 p.

[3] Confira a Declaração de Fé Batista do Sétimo Dia em: <https://gracamaior.com.br/estudos/batistas-do-setimo-dia/doutrinas/196-declaracao-de-fe-batista-do-setimo-dia.html>

[4] Fundamentos da Fé Cristã: Um Guia de Estudos Bíblicos, Estudos para a Escola Sabatina, 3º trimestre de 2013, p. 15.

[5] Crença Número 18 dos Adventistas do Sétimo Dia. Disponível em: <http://www.adventistas.org/pt/institucional/crencas>

[6] Como os escritos de Ellen G. White se relacionam com a Bíblia? Disponível em: <http://centrowhite.org.br/perguntas/perguntas-sobre-ellen-g-white/como-os-escritos-de-ellen-g-white-se-relacionam-com-a-biblia>

[7] Amin A. Rodor, A Bíblia e a Inerrância, revista Kerygma (UNASP), v. 1, n. 1, 2005, p. 16-30.

[8] Herbert E. Douglass, Mensageira do Senhor: O Ministério Profético de Ellen G. White, p. 16.

[9] Crença Número 13 dos Adventistas do Sétimo Dia. Disponível em: <http://www.adventistas.org/pt/institucional/crencas>

[10] Ellen White, O Grande Conflito, p. 453, 454 e 609 a 617.

[11] O livro Studying Together, do pastor Adventista Mark Finley, fornece diretrizes para evangelização de grupos como Muçulmanos, Judeus, Hindus e Secularistas, ao lado de grupos cristãos como Luteranos, Metodistas, Presbiterianos, Batistas e inclusive Batistas do Sétimo Dia.

[12] Moses Stuart, Commentary on the book of Daniel, p. 238-248.

[13] Flávio Josefo, História dos Hebreus, v. III, p. 302; v. IV, p. 34.

[14] Werner Keller, E a Bíblia Tinha Razão, p. 279.

[15] Macabeus é utilizado aqui meramente como fonte histórica sobre o segundo século antes de Cristo, e não como livro divinamente inspirado.

[16] Crença Número 24 dos Adventistas do Sétimo Dia. Disponível em: <http://www.adventistas.org/pt/institucional/crencas>

[17] Ellen White, O Grande Conflito, p. 424-433.

[18] Ellen White, O Grande Conflito, p. 373-374.

[19] Para mais detalhes, veja os estudos: Alimentos segundo a Bíblia (disponível em: < https://gracamaior.com.br/estudos/ibsd-x-adventistas-do-setimo-dia/129-alimentos-segundo-a-biblia.html>) e Alimentos impuros (disponível em: <https://gracamaior.com.br/estudos/ibsd-x-adventistas-do-setimo-dia/139-alimentos-impuros.html>)

[20] Crença Número 22 dos Adventistas do Sétimo Dia. Disponível em: <http://www.adventistas.org/pt/institucional/crencas>

[21] Ellen White, Conselhos Sobre Saúde, p. 450.

[22] Franklin Ferreira e Alan Myatt, Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual, p. 615ss.

[23] Nisto Cremos: Ensinos Bíblicos dos Adventistas do Sétimo Dia, p. 428.

[24] Alberto R. Timm, Arcanjo Miguel, Sinais dos Tempos, agosto de 1998, p. 29.

[25] Ellen White, O Grande Conflito, p. 453.

[26] Ellen White, O Grande Conflito, p. 448.

[27] Ellen White, Primeiros Escritos, p. 14-16.

[28] Para diferentes interpretações da profecia, veja os Estudos para a Escola Sabatina dos Batistas do Sétimo Dia: “Apocalipse: Uma mensagem urgente para a Igreja” (1º trimestre de 2014) e “Apocalipse: O desenrolar da história – parte 2” (1º trimestre de 2016).

[29] Fundamentos da Fé Cristã: Um Guia de Estudos Bíblicos, Estudos para a Escola Sabatina, 3º trimestre de 2013, p. 77-80.

[30] Ellen White, O Grande Conflito, capítulos 38 a 42. 

[31] Para mais detalhes, veja os estudos: Jesus Não Ressuscitou no Domingo (disponível em: <https://gracamaior.com.br/estudos/sabado/131-jesus-nao-ressuscitou-no-domingo.html>) 

[32] Ellen White, O Desejado de Todas as Nações, capítulo 81, p. 552- 556.

[33]  Larry Graffius, Fiel ao Sábado, Fiel ao nosso Deus, 190 p.

[34]  Ellen White, Primeiros Escritos, p. 33.

[35]  Ellen White, O Grande Conflito, p. 605.

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