Texto de Estudo

Mateus 6:25:

25 Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?

 

INTRODUÇÃO

A ansiedade faz parte do nosso dia a dia, como uma característica inerente do ser humano. As pessoas anseiam por segurança psíquica e por uma sensação de bem-estar em um mundo conturbado como o nosso. Mas, por não encontrarem isso, começam a sofrer com algum tipo de problema relacionado à sensação de alerta constante. Esse estado de ansiedade é desencadeado pela percepção de uma ameaça futura, relacionada a um perigo abstrato ou desconhecido.

As preocupações econômicas ocupam, via de regra, o primeiro lugar. O agricultor preocupa-se com o tempo e os preços de seus produtos; o trabalhador assalariado, com a possibilidade de perder seu emprego; o empresário teme seus concorrentes comerciais, na disputa por uma fatia do mercado. Mesmo os cristãos, que professam confiar em Deus, sucumbem à preocupação com os problemas diários. Nesse cenário, não só a ansiedade cotidiana, mas também os transtornos de ansiedade encontram terreno propício para se proliferar.

Jesus ensinou uma melhor maneira de viver. Em nossa passagem nesta semana, ele declarou que a preocupação é desnecessária e ineficaz. Deus é um Pai amoroso e, como tal, cuida das necessidades de seus filhos.

 

ENTENDENDO A ANSIEDADE

A questão da ansiedade deve ser vista sob dois aspectos: o normal e o patológico. Há um nível de ansiedade considerado como ideal, uma espécie de motor capaz de gerar um estado de alerta, a fim de que se possam enfrentar os desafios do cotidiano moderno, desde os mais triviais até os mais complexos. Porém, quando estes níveis ultrapassam determinado limite, a mente e o corpo são sobrecarregados com um conjunto de reações que costuma ser denominado de estresse, e a ansiedade, em seu aspecto normal, deixa de ser estimulante e passa a ser um mecanismo de travamento de muitas ações importantes da vida de qualquer indivíduo.

Jesus abordou esta questão, por ser completo conhecedor do funcionamento do gênero humano. Identificou e denunciou este estado doentio de ansiedade, de expectativa agonizante com respeito a um futuro incerto que torturava e ainda tortura muitas pessoas. Demonstrou, por meio de exímias comparações, as verdades plenas do Evangelho que são capazes de abarcar cada pequeno aspecto da vida humana, despertando a consciência para questões que não poucas vezes passam despercebidas pela maioria que vive massacrada por um estilo de vida que a está destruindo gradativamente.

De alguma forma, existe no âmbito evangélico uma atitude preconceituosa e ignorante acerca dos transtornos capazes de acometerem a mente humana. Quando a questão é no corpo, palpável, corriqueira como um resfriado ou uma forte dor de cabeça, todos concordam com o auxílio médico e até se automedicam na expectativa de verem o quadro melhorar. Contudo, quando se trata dos males da mente, não raramente vemos religiosos resistirem a qualquer espécie de tratamento médico ou psicológico da questão. Essa reflexão se faz necessária no sentido de que os seguidores de Cristo se conscientizem de que há certos tipos de ansiedade que são de fato doenças, com sintomatologia definida e tratamento medicamentoso e psicoterápico.

Portanto, nesses casos é necessário que se busque auxílio profissional, o que não indicará uma atitude que demonstre falta de fé, como alguns afirmam, posto que se trata de um quadro patológico que não vai se resolver apenas com conselhos de “estímulo” e “motivação”, e ainda que se saiba que o Senhor é poderoso para curar qualquer tipo de enfermidade, não significa que se deva desprezar a intervenção terapêutica que está disponível na atualidade.

 

A ANSIEDADE E MAMON

A palavra “portanto”, no início do verso 25, mostra que existe uma conexão com a seção anterior (vv. 19-24). Jesus acabara de alertar para a loucura de acumular bens materiais nesta vida. É melhor, disse ele, ajuntar tesouros no céu (vv. 19-20). Ele terminou suas observações com uma advertência contra a tentativa de servir a Deus e a Mamon, pois isso é impossível. Seus discípulos, portanto, não deveriam agir como se os bens materiais fossem a essência da vida terrena (v. 25).

No texto em foco Jesus vinha falando anteriormente sobre o fato de não se poder servir a dois senhores e desse modo expõe o conflito entre Deus e Mamon, que representa as riquezas ou, mais precisamente, o apego a esta, o possuir, o ter, o poder de compra, de aquisição, de acúmulo, de ter sobejando, semelhante ao rico insensato da parábola que se iludia achando que a folga de sua alma estaria no fato de seus celeiros estarem cheios (Lucas 12:16-21). Isto é servir a Mamon, uma espécie de deus do acúmulo, da sensação de segurança, de saber que quando houver aperto, haverá socorro advindo do que está armazenado nos “celeiros”.

Assim, há muitos que não conseguem servir ao Deus vivo pelo fato de seu coração estar inundado por Mamon, que os seduz, ilude e controla a cada dia, deixando-os num estado de escravidão no qual padecem, perdendo o sono, a alegria, a paz, por conta do medo do amanhã e, assim, perdem sua vida, família, igreja, por estarem afadigados com muitas coisas. E, no entanto, Jesus afirmou que apenas uma era e é necessária. A presença deste estado impede o ser humano de experimentar o serviço ao Senhor, que é o serviço ao próximo, pois Deus mesmo não é servido por mãos humanas. Porém, quando se faz a um dos pequeninos, é a ele que se está fazendo.

O fato é que quem se encontra escravizado pelas posses e pelo desejo de acumulá-las vai cultivar uma vida na qual o reter é a prática diária, pois habita nesse coração doente o medo constante de perder tudo que construiu ou conquistou e, desse modo, estará fora de cogitação qualquer atitude de partilha, de doação, de solidariedade, na medida em que os que assim vivem estão movidos por aquilo que lhes possa trazer alguma espécie de lucro a fim de que acumulem mais e mais.

São pessoas que “tem mais do que precisam ter e quase sempre se convencem que não tem o bastante”, como disse certo compositor, visto que seu coração está sugado por Mamon e tudo que fazem é buscar racionalizações, desculpas que justifiquem sua atitude avarenta e egoísta.

 

UM PESO QUE NÃO PRECISAMOS CARREGAR

A ansiedade por estas coisas da vida é uma carga que definitivamente não precisamos carregar. Jesus é taxativo, ao dizer: “Não andeis ansiosos pela vossa vida” (v. 25). Isso não significa dizer que não devemos pensar nos bens materiais, mas que não devemos viver preocupados com isso. O que Jesus proíbe não é a prudência que prevê o futuro a fim de tomar medidas necessárias para responder, oportunamente, a suas demandas. Proíbe, sim, o angustiar-se pelo amanhã antes de saber o que ele nos trará. 

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Segundo uma pesquisa sobre a ansiedade, apenas 8% das coisas que deixam as pessoas ansiosas são motivos legítimos para preocupação. Os outros 92% são imaginários, nunca aconteceram ou envolvem questões fora do controle das pessoas.  Para muitos dos que ouviam as palavras de Jesus, o suficiente para comer, beber e vestir poderia ser uma fonte constante de ansiedade. Porém, ele lhes disse para não se preocuparem com essas coisas. Ao dizer que a vida é mais importante do que o alimento; e o corpo, mais importante do que as roupas, Jesus está apontando para um propósito maior de nossa existência. Se Deus nos deu a vida, certamente também nos dará o alimento de que necessitamos para nosso sustento. Se nos deu corpo, certamente podemos confiar que nos dará também roupas, para que nos abriguemos.

Em seguida, Jesus aponta para o valor da vida em si, que vai além do alimento e do corpo, que vai além do vestuário, usando dois exemplos da natureza, para mostrar que Deus cuida de suas criaturas.

No versículo 26, ele faz uma comparação do menor para o maior. Os pássaros eram considerados pelos comerciantes judeus um produto de pouco valor (Mateus 10:29), pois eram comuns e prolíficos. Embora os seres humanos, na busca pela sobrevivência, tenham que semear, colher e armazenar em celeiros, os pássaros não precisam fazer nada disso, são alimentados e conservados vivos pelo Criador. Então, se Deus cuida dos pássaros, que são criaturas inferiores, certamente alimentará Seus filhos, que foram criados à Sua própria imagem e semelhança! Aquele que dá o maior – o corpo e a vida – não seria capaz de cuidar também do menor?

No versículo 27, Jesus prossegue seu ensino demonstrando que, de todos os modos, a preocupação é inútil. Ele ilustra isso se referindo à duração da vida. O côvado é uma medida de comprimento que foi usada por diversas civilizações antigas. Era baseado no comprimento do antebraço, da ponta do dedo médio até o cotovelo (cerca 45 cm).  Muito embora esse versículo possa ser interpretado de duas maneiras distintas, o significado mais provável é o de que Jesus quis dizer que, por mais que nos preocupemos, não podemos acrescentar nem um só dia à nossa vida.  Pelo contrário, hoje sabemos que preocupação excessiva e estresse não só pioram a qualidade, mas também diminuem o tempo de vida de uma pessoa. A ansiedade crônica, além de ser inútil, adoece – física e emocionalmente – e envelhece. 

A segunda ilustração da natureza, utilizada por Jesus, diz respeito ao cuidado de Deus ao prover roupas para cobrir o nosso corpo. Ele disse: “Considerai como crescem os lírios do campo” (v. 28). “Considerai” implica um estudo aprofundado. “Lírios” pode se referir, aqui, a uma variedade de flores. Uma vez que são “do campo”, provavelmente são flores silvestres, que não foram cultivadas pelo homem e que cresceram por si só. Essas flores “não trabalham, nem fiam” (v. 28). Trabalhar traz o sentido de “fadiga”, isto é, trabalhar com empenho, a ponto de ficar exausto. Fiar, ou tecer, é a principal atividade dos envolvidos na produção de vestuário. Porém, as flores não fazem nada disso. Elas simplesmente crescem. Contudo, disse Jesus, “nem mesmo Salomão, em toda sua glória se vestiu como qualquer um deles” (v. 29, ARC). Então, ele conclui: “Ora, se Deus veste assim a erva do campo, [...] quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?” (v. 30). O argumento do menor para o maior é impressionante. Se Deus toma providência em favor da erva que é de curta duração, certamente providenciará em favor de seus filhos, cujo destino é a glória eterna. Ora, se Deus adorna as flores silvestres com roupagens tão belas, então ele certamente vestirá seus filhos com o vestuário de que necessitam.

A maior acusação contra a ansiedade acerca de comida e roupa não é que ela seja desnecessária e inútil, mas que é má. Reflete a falta de fé em Deus. É por isso que Jesus denomina seus seguidores preocupados de “homens de pequena fé” (v. 30). Jesus lembra-nos do amor infinito de um Pai que nos ama e conhece nossas necessidades, de maneira que ser acometido pelos processos ansiosos citados no texto é um forte sinal de fraqueza na fé e assim se passa a temer o futuro, o amanhã, com respeito ao qual Jesus também discorre afirmando que não se deve se ocupar deste tempo que ainda não veio, mas viver cada dia, colhendo o que cada dia oferece e enfrentando o mal que cotidianamente nos rodeia.

A causa básica da ansiedade, então, é incredulidade. Se nós confiamos a Deus a nossa salvação eterna, por que não confiar que ele irá prover o alimento e a roupa de que necessitamos? Duvidar de sua provisão diária é o mesmo que questionar sua integridade. Lembre-se: fé e preocupação são polos opostos.

Jesus conclui a sua lição dizendo: “Portanto, não se preocupem” (v. 31, NVI). O tempo do verbo traz a seguinte ideia: “Não comecem a ficar ansiosos”. Jesus exortou seus ouvintes a nem mesmo dar margem a esse estado de espírito. As três questões do verso 31 são as mesmas encontradas anteriormente (v. 25): “Que comeremos? Que beberemos? Ou: com que nos vestiremos?” À luz do cuidado de Deus, do qual Jesus falou, essas questões são irrelevantes. Elas também são uma ofensa ao Pai, que se comprometeu a fornecer essas coisas a Seus filhos. 

Jesus, então, propõe dois argumentos fundamentais contra a ansiedade. Primeiro, a ansiedade, diz ele, é característica dos pagãos e não de quem conhece a Deus tal qual Ele é: “Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas” (v. 32). Se você vive preocupado com coisas materiais, então você é um pagão, não um cristão! O segundo motivo pelo qual a preocupação é inaceitável é porque o nosso Pai celestial sabe de tudo o que necessitamos (v. 32). Sim, ele sabe disso mesmo antes de lhe pedirmos (v. 8). Precisamos, é claro, daquelas coisas essenciais para a vida, não os luxos que a sociedade quer nos impor.

Infelizmente, alguns cristãos adotam uma visão pagã sobre a vida. Eles confiam em Cristo para a salvação eterna, mas vivem sua vida diária como se ele não fizesse nenhuma diferença. Estabeleceram padrões e prioridades mundanos. Eles vivem uma existência espiritualmente pobre e não conseguem perceber que Cristo oferece vida transformada na terra, assim como no céu.

 

LIDANDO COM AS INQUIETAÇÕES

Por fim, Jesus sugere dois modos de derrotarmos a ansiedade. O primeiro remédio para a ansiedade acerca de coisas materiais é concentrar-se acima de tudo na busca do reino de Deus e de sua justiça (v. 33). A busca pelo reino de Deus e sua justiça deveria ser o foco da vida discipular. Este reino significa um reinado de Deus sobre o ser e quando este se estabelece sobre alguém, traz justiça, ou seja, ajusta, põe ordem na casa, deixa cada coisa em seu lugar.

Já vimos que buscar o reino de Deus e fazer a vontade de Deus são a mesma coisa (v. 10). A aceitação da vontade divina, e o propósito de pô-la em ação em nossa vida, é a primeira maneira de derrotar a preocupação.

Muitos têm distorcido esse texto, sugerindo que, se as pessoas buscarem o reino de Deus e a sua justiça, então ele irá conceder abundância material, tudo o que pedirem. Obviamente, eles ignoram a ênfase dessa passagem. Observe que a promessa de Jesus, no final do verso 33, é a de que Deus atenderá às necessidades básicas à nossa existência e não aos nossos desejos por coisas supérfluas.

Segundo, Jesus afirma que a preocupação pode ser derrotada, aprendendo-se a arte de viver um dia de cada vez (v. 34). Os judeus tinham um ditado que afirmava: “Não se preocupe com os males de amanhã, porque você não sabe o que lhe pode trazer o dia de hoje. Amanhã talvez você não esteja vivo, e então você terá ficado preocupado pelos males de um mundo que não lhe pertencerá”.  Se vivermos cada dia tal como ele se nos apresenta, se cumprirmos cada tarefa quando é o momento de fazê-la, a soma de nossos dias será necessariamente boa. A recomendação de Jesus é a de que deveríamos enfrentar cada dia segundo suas próprias exigências, sem nos preocuparmos com um futuro que não somos capazes de prever e com coisas que provavelmente sequer aconteçam.

Paulo também ensina outro caminho para nos livrarmos da ansiedade. Em sua carta aos Filipenses, ele diz que não devemos andar “ansiosos de coisa alguma” (Filipenses 4:6). Em seguida recomenda que tudo seja derramado diante do Senhor com orações e súplicas com ações de graça. Quando ele diz “tudo” é tudo mesmo, o que existe de bom e de ruim, de puro e impuro, toda a verdade do ser escancarada no quarto secreto da oração. Essa atitude traz a garantia de que se receberá uma espécie de paz que excede todo o entendimento, ou seja, outros não serão capazes de compreender como alguém pode estar em paz no meio da tempestade.

Toda vez que surgir uma preocupação, antes que ela se transforme em ansiedade, apresente-a a Deus por meio de uma oração suplicante combinada com ações de graças. O resultado disso é que “a paz de Deus, que é muito mais maravilhosa do que a mente humana pode compreender [...], conservará a mente e o coração de vocês na calma e tranquilidade, à medida que vocês confiam em Cristo Jesus” (v. 7, BV).Pedro reforça a pastoral de Paulo, ao dizer: “Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês (1 Pedro 5:7 NVI). Ambos aprenderam com Jesus, que mostrou a inutilidade da ansiedade.

 

CONCLUSÃO

Após afirmar categoricamente que não se deve andar ansioso, Jesus nos aponta para o fato de que não devemos esquecer do valor da vida, do corpo, do fato de que o Senhor conhece nossas necessidades. Portanto é preciso que se viva sob seu reino de justiça, dia após dia, sem trazer o amanhã para hoje. Todas estas afirmações, sendo vivenciadas de modo constante, impedem a instalação da ansiedade na mente.

 

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