100 Respostas Bíblicas para o Espiritismo

O espiritismo tenta estabelecer argumentos científicos para a reencarnação. Não parece meio estranho já que a própria ciência ensina que a vida humana individual se inicia na concepção?

A Bíblia responde em Eclesiastes 11:5 que é no ventre que se inicia a vida:

Assim como você não conhece o caminho do vento, nem como o corpo é formado no ventre de uma mulher, também não pode compreender as obras de Deus, o Criador de todas as coisas (NVI).

Por que o ladrão da cruz não precisou reencarnar para ser salvo? Se houvesse reencarnação, para que existiria a necessidade do perdão? O perdão tira a condenação do pecado (1 João 1:7-9; Romanos 8:1; Lucas 23:39-44). Por que deveríamos pagar com sofrimento aquilo que já foi perdoado (Miquéias 7:18-20, Hebreus 10:17)? Se Deus se esqueceu dos nossos pecados do passado, com o arrependimento, no mínimo seria tolice pagar por eles em outras vidas (Miquéias 7:18-19)!

Analise o que a Bíblia responde em Isaías 43:25 e Isaías 44:22:

Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões, por amor de mim, e que não se lembra mais de seus pecados. Desfiz as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem. Torna-te para mim, pois eu te remi (NVI).

Se Deus, com o seu maravilhoso amor, apaga os nossos pecados, a reencarnação perde completamente o sentido!

Considere o caso de Lázaro de Betânia. Mesmo após ter sido ressuscitado, continuou sendo Lázaro. Isso se deu com Jesus, que, mesmo ressurrecto, foi reconhecido pelos discípulos como o mesmo que conviveu com eles antes de sua morte. Inclusive, a Bíblia responde que Jesus fez refeições com eles após a ressurreição, indicando que não era de fato um espírito ou fantasma e sim um ser de carne e osso glorificado. Leia João 20:1-31, João 21:1-25 e Lucas 24:31-39.

A doutrina da reencarnação não tem base bíblica. O Novo e o Antigo Testamente falam apenas da ressurreição. A reencarnação nem mesmo é cogitada na Bíblia.

A Bíblia responde e deixa isto claro.

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?   João 11:25-26

Na reencarnação a pessoa perde a identidade da vida anterior. É como se a vida passada simplesmente se desintegrasse no tempo pela necessidade de assumir novas personalidades. A pessoa, portanto, é engolida pelo cosmo e acaba virando nada. Isso não faz sentido! Que propósito teria a vida, então? Ao contrário, Deus nos ama e leva em conta a nossa identidade. Você é um ser único, irrepetível.

A Bíblia responde em Daniel 12:2-3 que na ressurreição sua identidade será mantida, ou para a vida eterna, ou para a perdição eterna. Leia:

E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos ensinam a justiça, como as estrelas sempre e eternamente.   Daniel 12:2-3

Nesta crença o sofrimento e as boas obras libertam a pessoa das reencamações. Como pode ser possível, se quando faço o bem à pessoa, livrando-a do sofri- mento, retiro, com isso, a chance que ela tem de pagar a dívida da vida anterior? Pense: neste caso, eu estaria, na realidade, fazendo-lhe mal e não bem, já que no fim acabaria condenando-a à mais reencamações. Fatalmente, eu também não seria condenado por isso? “Daí que a reencamação se toma uma fonte do mal, algo injusto e desumano”. Veja o que a (Bíblia responde em 1 João 4:19-21.

Segundo Allan Kardec “toda a falta cometida, todo o mal praticado, é uma dívida contraída que deverá ser paga. Se não o for numa existência, o será na seguinte ou nas seguintes” (O Céu e o Inferno, F.E.B., p. 88). A doutrina reencarnacionista do carma é incompatível como uma das verdades fundamentais do cristianismo. Porque encontramos, no coração do Evangelho, a mensagem de um Deus que perdoa. A mensagem do Deus da graça, que sustenta a pessoa humana. O Deus que não exige dessa pessoa que faça tudo sozinha. O Deus de amor, que faz, dos fragmentos de uma vida, humana, um todo. No centro da Boa Nova há uma certeza de que em lugar da retribuição, haverá perdão.

A Bíblia responde que é pela graça que somos perdoados. Mas quando, da parte de Deus, nosso Salvador, se manifestaram a bondade e o amor pelos homens, não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia, ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo (Tito 3:4-5).

Renold J. Blank diz que “a reencarnação é contraditória no seu ciclo cármico. Se o resultado de tantas reencarnações sucessivas é realmente um ser humano sempre mais evoluído, onde poderemos ver tais indivíduos já quase no fim de seus ciclos de reencarnações? Deveriam ser visíveis, já que são pessoas de ideais na quase - plenitude do seu existir. Onde estão eles? E se todos os seres humanos, desde o início do gênero humano, estão dentro deste ciclo de reencarnações cada vez mais perfeitas, tais pessoas quase perfeitas deveriam ser visíveis em massa. Deveria haver muitas delas. E onde estão elas? Mas, se não houver muitas delas, porque o processo evolutivo de perfeição fracassou na maioria das casos até agora, então devo dizer que essa perspectiva não é nada animadora".

A Bíblia responde que a história converge de forma linear para um fim já profetizado no Antigo e no Novo Testamento. E todas as nações serão reunidas diante dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas (Mateus 25:32).

A reencarnação se apresenta como caminho para uma fuga diante de um Deus castigador. A reencarnação abre caminho para fugir das graves ameaças de condenação que pairam sobre o pecador. Em lugar do homem na morte ter de se apresentar perante um tribunal divino, a doutrina da reencarnação oferece ao indivíduo uma segunda oportunidade; a pessoa pode tentar outra vez, quando na primeira não conseguiu.

Ao contrário desta mentalidade, a Bíblia responde que perante o Juízo de Deus é um fato inevitável: Leia SI 1:5, Daniel 7:10 7:26, Mateus 7:2 Mateus 11:22 Mateus 11:24 Mateus 12:36 Mateus 13:30-39, Mateus 21:40 Lucas 10:14 Atos dos Apóstolos 24:25 Romanos 2:5 Romanos 2:16 Romanos 14:10Hebreus 6:2 1 Pedro 4:6 2 Pedro 2:4 Judas 1:6 Apocalipse 11:18 Apocalipse 14:7.

Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos ” (Atos dos Apóstolos 17:31).

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O espiritismo está ligado à origem da humanidade. O movimento moderno, porém, propagou-se a partir de 30 de abril de 1856, na França, com Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869). Ele ficou  popularmente conhecido pelo pseudônimo de Allan Kardec, pois acreditava ser a encarnação  de um poeta celta com esse nome. Hippolyte Léon Denizard Rivail escreveu posteriormente O Evangelho segundo o Espiritismo, O Livro dos Médiuns, O Céu e o Inferno e Gênesis.

As americanas Magie e Katie Fox deram início definitivo ao espiritismo moderno em Hydesville (no estado de Nova Iorque) e 1848. Morreram alcoolizadas (Deuteronômio 18:20-22)

Hebreus 9:27 diz: "...aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo". Há vários erros, escandalosos, na teoria da reencamação. 

Allan Kardec diz que “As instruções dadas pelos espíritos são verdadeiramente as vozes do céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho"(Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, item I). Para fundamentar esta crença, os espíritas usam diversos textos bíblicos. Analise-os a seguir.

Allan Kardec disse que não há concordância sobre reencarnação nem entre os espíritos. Diversos espíritas da Inglaterra e dos EUA receberam mensagens de espíritos contrários à reencarnação. Há o caso de Stainton Moses que se negava a crer na reencarnação por ter recebido, a 16 de novembro de 1874, uma mensagem de seu “espírito-guia” chamado Kabbila, na qual este afirmava ser falsa essa doutrina, pois há mais de quatro mil anos esse “espírito” havia deixado a Terra, e jamais reencarnara, nem existia possibilidade alguma disso acontecer. (Veja: COSTA, Jefferson Magno. Porque Deus Condena o Espiritismo, CPDA: 1987, p. 145/147).

O Dr. Marcos Martins diz no livro O que diz a Bíblia sobre reencarnação (São Paulo, SP., Ed. Press Abbab, 2004) que Allan Kardec reconheceu a possibilidade de espíritos embusteiros se esconderem atrás de nomes emprestados, a fim de fazerem aceitar suas utopias. Afirmou ainda que “a única garantia segura do ensino dos Espíritos está na concordância das revelações feitas espontaneamente, através de um grande número de médiuns, estranhos uns aos outros, e em diversos lugares”. Mas quem garante que essa concordância é a garantia da verdade? Os espíritos? Todavia, quem são esses espíritos? São realmente anjos de luz?

A Bíblia responde que são espíritos enganadores (1 Timóteo 4:1-2; Jó 7:8-10).

O espiritismo ensina que o céu e o inferno

são apenas alegorias (inferno e paraíso). Há, por toda parte, Espíritos felizes e infelizes. Contudo como já o dissemos, os espíritos da mesma ordem se reúnem por simpatia. Mas, quando perfeitos, podem reunir-se onde queiram. Levamos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso paraíso. O céu é o espaço universal; são os planetas, as estrelas, e todos os mundos superiores, onde os Espíritos gozam de todas as suas faculdades..." .

Livro dos Espíritos, q 1012,1016,1017

Equivocadamente, Allan Kardec afirma que “o mundo espírita preexiste e sobrevive a tudo. Os Espíritos estão por toda parte; povoam o espaço infinito” (Livro dos Espíritos, q. 85 e 87).

Apesar de a Bíblia condenar duramente a mediunidade e toda e qualquer iniciativa de contactar os espíritos, como já foi demostrado aqui, Allan Kardec afirmou que Deus só se comunica com os homens por intermédio dos espíritos (O Evangelho Segundo Espiritismo, introdução, item VI). Mas, Allan Kardec cai no próprio engodo e acaba traindo o espiritismo ao delatar a verdadeira natureza do seu ensino, quando sugere: ponde, em lugar da palavra demônio, a palavra espírito e tereis a doutrina espírita (Evangelho Segundo Espiritismo, introdução, item VI). Aí está, o próprio decodificador do espiritismo revelando a sua identidade.

Segundo Allan Kardec há espíritos mentirosos, travessos, vingativos, hipócritas; costumam dar nomes e identidade falsos, mesmo sendo espíritos superiores. Sendo assim, como confiar neles? (João 8:44)

De acordo com Natanael Rinaldi o primeiro movimento organizado do espiritismo, no Rio, começou em 2 de agosto de 1873, com a fundação da Sociedade de Estudos Espiríticos Grupo Confucio, sob direção dos dr. Francisco de Siqueira Dias Sobrinho. O Grupo Confucio tinha como divisa sem caridade não há salvação', sem caridade não há verdadeiro espírita (Espiritismo Básico. Pedro Franco Barbosa. FEB. 2o Edição, p. 70).