Apologéticos

A Bíblia é bem clara sobre a necessidade de uma pessoa nascer de novo para receber a vida eterna. Jesus cunhou esse termo em João 3:3-7, quando disse ao líder religioso Nicodemos: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." Como essa necessidade é tão importante, Satanás a tem atacado com todo o seu poder nos últimos dois mil anos, fazendo a maioria das igrejas cristãs deixar de ensinar essa doutrina, apesar de que ninguém pode ser salvo sem passar por essa maravilhosa conversão espiritual. No entanto, a arma mais eficiente de Satanás contra a doutrina do Novo Nascimento sempre foi a confusão. 

Na doutrina da perseverança dos santos, a questão que fazemos é: “O crente regenerado, perdoado, adotado por Deus e unido com Cristo se manterá salvo permanentemente, não importa o que faça?” Em outras palavras, o novo cristão continuará sendo cristão? Ou é a salvação do crente condicional por algum motivo? Em outras palavras, pode o crente perder sua salvação?

Em Mateus 7:15-23, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo faz uma surpreendente advertência.

Segundo Ele, os falsos profetas: profetizarão, expulsarão demônios e farão muitos milagres. E, pasmem, tudo isso em nome de Jesus.

Em anos recentes, um dos principais produtos exportados pelo Reino Unido ao mundo tem sido uma carga de livros por autores ateus, tais como o biólogo evolucionista Richard Dawkins e o crítico literário Christopher Hitchins. Eles afirmam, basicamente, que a fé é irracional quando colocada de frente com a ciência moderna. Seus trabalhos têm incentivado uma onda de ateísmo militante na Europa ocidental e fomentado a descrença em Deus em vários cantos do planeta. Ninguém sabe ainda aonde este movimento vai dar, e mesmo se vai chegar a algum lugar além das estantes das livrarias, do sucesso editorial – Deus, um delírio, de Dawkins, virou bestseller – e das discussões acadêmicas. Isso porque, lá mesmo na Grã Bretanha, outros autores ateus parecem estar repensando o que falaram.

Por mais que os interessados tentem desviar o foco da essência do tema, a Teoria da Evolução – ou Seleção Natural – de Darwin pode ser resumida m pequenas, simples e objetivas premissas. Grosso modo, podemos resumi-la na tese de que o meio, de uma forma geral, obriga os organismos nele contido a se adaptarem a ele.

Os que não conseguem, ficam para trás, desaparecem, morrem. Os que se adaptam o fazem porque suas estruturas adquirem as condições necessárias para sua sobrevivência – as mudanças ou mutações, como seria chamada a evolução – que, por sua vez, são transmitidas geneticamente para as gerações seguintes. 

Darwin não foi o genial criador dessa tese, assim como Einstein criou a Teoria da Relatividade, por exemplo, mas sim seu avô, Erasmus Darwin, já a muito falava sobre o assunto. O que seu neto pródigo fez foi tentar, na prática, provar como a coisa toda funcionava, através de sua célebre jornada ao redor do mundo.