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Estudos



Batistas do Sétimo Dia

1 - 10 Razões Para se Diferenciar Leis Morais, Civis e Cerimoniais na Bíblia

A lei no Antigo Testamento é um todo unificado, não uma colcha de retalhos de regras e histórias aleatórias, mas isso não significa que podemos tratar tudo da mesma maneira, porque dentro das leis da Antiga Aliança existem classes discerníveis de leis. Se você já se perguntou por que os cristãos são proibidos de cobiçar, mas agora são autorizados a comer carne de porco, então já percebeu porque essas distinções são importantes.

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2 - Batistas do Sétimo Dia: Calvinistas ou Arminianos?

À medida que trabalhamos para corrigir erros comuns e equívocos sobre a história Batista do Sétimo Dia, este mês olharemos para alegações frequentes sobre nossa doutrina. Esta refere-se a uma das divisões teológicas protestantes mais prevalentes - Calvinismo e Arminianismo.

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3 - O Batismo Cristão: Aspersão, Efusão ou Imersão?

Após a Sua ressurreição, e antes de partir desse mundo para o Pai, Cristo deu o seguinte encargo aos seus discípulos:

 Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.    

Mateus 28:18-20

Juntamente com a santa ceia, o batismo é uma das ordenanças que Cristo instituiu para a igreja e que deveria ser realizada até à Sua vinda. Porém, apesar da importância dessa ordenança, as igrejas cristãs têm discordado entre si em dois aspectos: quanto aos sujeitos e ao modo do batismo.

Com a primeira questão, discute-se quem pode receber a ordenança. As igrejas pedobatistas creem que o batismo pode ser administrado a bebês, enquanto as igrejas credobatistas creem que a ordenança só é apropriada àqueles que têm condições de entender o Evangelho e conscientemente receberem a Cristo como seu Senhor e Salvador (você pode ler mais sobre essa questão em Por que não batizar crianças?).

Na discussão sobre o modo do batismo, discute-se qual é o modo apropriado de se realizar a cerimônia. Basicamente, há três modos propostos: a aspersão, a efusão e a imersão. Aqueles que batizam por aspersão, o fazem borrifando ou chuviscando a água sobre o batizando. Na efusão, a água é derramada sobre a cabeça do batizando. Na imersão, a pessoa é totalmente mergulhada em água. Essa última forma é a realizada nas igrejas Batistas, como a Igreja Batista do Sétimo Dia.

Apesar de essas questões não serem essenciais para determinar a salvação de uma pessoa, são importantes, pois como cristãos buscamos obedecer aos mandamentos do Senhor conforme a maneira em que Ele os instruiu. Nesse estudo, procuraremos demonstrar que a imersão é o modo que melhor faz justiça aos ensinamentos bíblicos e ao testemunho histórico da igreja cristã.

O Significado da Palavra Batismo

O uso geral das palavras bapto e baptizo, tanto no grego secular como no grego clássico, expressa as ideias de mergulhar, imergir (consulte, por exemplo, os léxicos de Thayer, Strong e de Liddell & Scott).

Por exemplo, no texto grego do Antigo Testamento, Naamã deveria mergulhar (baptizo) sete vezes no Jordão (2 Reis 5:14) e o sacerdote deveria mergulhar a ponta de seu dedo em sangue (Levítico 4:17).

Os imersionistas concordam que baptizo pode também ter “aspergir” ou “derramar” como significados secundários no grego. Por exemplo, as purificações do Antigo Testamento, que muitas vezes envolviam a aspersão de sangue e água, são chamadas de “batismos” no Novo Testamento (Hebreus 9:10,13). Mas notamos o seguinte: o grego possui palavras específicas para aspergir (rhantizo) e derramar (katacheo). Se a forma correta de batismo é a aspersão ou efusão, por que tais palavras nunca são usadas no Novo Testamento para se referirem ao batismo?

Quando o Rei Tiago quis traduzir a Bíblia para o inglês no século XVII, reuniu um grupo de eruditos para realizarem a tradução. Quando se depararam com a palavra grega baptizo, sabendo que ela significava “imergir”, tiveram um problema, pois a Igreja da Inglaterra batizava por aspersão. A pedido do rei, ao invés de a palavra ser traduzida, ela foi anglicanizada, virando “batizar”, como aparece nas Bíblias em inglês e português.

Vários tradutores franceses da Bíblia (por exemplo, Chouraqui e Pernot) chamam João Batista de João, o Imersor. A Bíblia Judaica Completa, tradução de David Stern, também usa essa mesma forma.

O reformador protestante Martinho Lutero escreveu: “O termo batismo é grego; em latim pode ser traduzido por mersio, uma vez que imergimos qualquer coisa em água, para que o todo seja coberto pela água.” (Works, V. I, pág. 77)

O Deão Stanley, historiador da Igreja Oriental, afirma: “A prática da Igreja Oriental e o significado do vocábulo não dão motivo suficiente para qualquer dúvida de que a forma original do batismo era imersão completa nas profundas águas batismais.” (História da Igreja Oriental, pág. 34)

O Significado do Batismo

Os cristãos que praticam a aspersão ou a efusão argumentam que essas formas representam de forma mais adequada o “batismo com o Espírito Santo”, o qual é retratado no Novo Testamento como um “derramamento” (Atos 2:33). Embora haja certa lógica nessa forma de pensar, pois o batismo é associado com o recebimento do Espírito Santo por parte do cristão (Atos 2:38), devemos notar que o significado da ordenança é associado na Bíblia à identificação do crente com a morte, sepultamento e a ressurreição de Cristo.

 Ou vocês não sabem que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte por meio do batismo, a fim de que, assim como Cristo foi ressuscitado dos mortos mediante a glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição;    

Romanos 6:3-5

 Isso aconteceu quando vocês foram sepultados com ele no batismo, e com ele foram ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos.    

Colossenses 2:12

Em um sepultamento, todo o corpo é colocado na sepultura. Sendo o batismo um símbolo do sepultamento do crente para o pecado e de sua identificação com o sepultamento de Cristo, como poderiam a aspersão ou a efusão transmitirem tais significados? A imersão em água retrata o sepultamento com Cristo. A saída da água retrata a ressurreição de Cristo. Essa forma é o único método de batismo que ilustra tais verdades bíblicas.

John Wesley, fundador da Igreja Metodista, no seu comentário sobre Romanos 6:4, onde Paulo diz: “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo”, nota: “Isto se refere ao modo antigo de batismo, o qual era por imersão”.

O teólogo e comentarista Metodista Adam Clarke, comentando sobre Colossenses 2:12, escreveu: “Fazendo alusão às imersões praticadas no caso de adultos, nas quais pessoas pareciam ser sepultadas sob a água, como Cristo foi sepultado no coração da terra.”

O Dr. David Smith, eminente teólogo irlandês e professor de um Seminário Teológico Presbiteriano, afirmou em sua obra The Life and Letters of St. Paul:

“São Paulo claramente tinha em vista o ato de imersão quando, em resposta à acusação de que sua doutrina de justificação pela fé sem obras implicava o antinomianismo, ele opôs a ideia da união mística dos crentes com Cristo (Rm 6:3-4; Cl 2:12).”

No volume sobre Colossenses da erudita obra Expositor’s Greek Testament, o prof. A. S. Peake declarou:

“O rito do batismo em que a pessoa batizada foi primeiramente sepultada debaixo da água e então levantada da mesma tipificou para Paulo a sepultura e ressurreição do crente com Cristo.” (pág. 525)

As Purificações dos Judeus

Tanque para Purificações. Fonte: Programa Evidências

Os judeus realizavam diversos rituais e cerimônias de purificação. Sobre essas, o eminente teólogo Presbiteriano Charles Hodge, em sua obra O Batismo Cristão: Imersão ou Aspersão? (BCIA daqui para a frente), argumentou que “se isso era feito por imersão, cada família deveria ter um lugar apropriado. Nesse caso, o batistério seria tão essencial quanto a casa. No entanto, sem dúvida, em toda a história bíblica e judaica não há evidência alguma de que as famílias tivessem batistérios em casa, quer fossem ricas ou pobres, tivessem residência ou fossem nômades.” (pág. 19)

A arqueologia demonstrou a inexatidão desse argumento. As residências mais abastadas possuíam de fato banheiras e tanques para banhos e mergulhos cerimoniais. A imagem abaixo aponta os restos de uma casa do primeiro século, situada no monte Sião. Há uma banheira, e ao lado, um tanque para purificações.

Nessa próxima imagem, retrata-se um tanque em que o indivíduo descia por uma escada e subia por outra, indicando que desceu “impuro”, mas subiu “limpo”.

Fonte: Programa Evidências

Aqueles que não possuíam o privilégio de possuírem tais espaços em suas casas recorriam a tanques públicos, como os de Betesda e Siloé. Banheiras foram encontradas em grandes quantidades em construções próximas à extremidade meridional do templo, onde ficava a entrada principal. Essas salas de banho dentro de Jerusalém ressaltam o importante papel dos banhos cerimoniais na vida religiosa dos judeus do primeiro século.

Com a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, obteve-se novos conhecimentos sobre a seita de Qumran conhecida como essênios, que habitava o deserto. Seu regulamento ordenava batismos ou banhos para purificação dos membros antes das reuniões e refeições, mas eles acreditavam que tais banhos não tinham valor a menos que houvesse determinação em se seguir os caminhos de Deus. Os arqueólogos descobriram tanques cuidadosamente construídos em suas comunidades.

 

As Muitas Águas de Enom

 Ora, João batizava também em Enom, junto a Salim, porque havia ali muitas águas; e vinham ali, e eram batizados.    

João 3:23

Os imersionistas apontam essa passagem como uma das claras evidências da imersão, pois não haveria necessidade de “muitas águas” para se realizar uma aspersão ou efusão.

Sobre essa passagem, Charles Hodge contestou que “não havia senão as pequenas fontes de que as multidões — que atendiam ao ministério de João — necessitavam para beber. Tais fontes, porém, não serviam para a imersão.” (BCIA, pág. 26)

Contrariando essa explicação, o reformador protestante João Calvino comentou:

“Os geógrafos nos informam que essas duas cidades, Enom e Salim, não ficavam longe da confluência do rio Jordão e do ribeiro Jaboque, e acrescentam que Citópolis ficava em suas proximidades. À luz destas palavras, podemos inferir que João e Cristo administravam o batismo imergindo o corpo inteiro na água, ainda que não devamos nos entregar com muita fadiga ao rito externo.” (O Evangelho Segundo João, vol. 1, pág. 139).

Os que se opõem à imersão, como Hodge, afirmam que as muitas águas serviam para dessedentar o povo que ia ouvir a João Batista, e não para o batismo. Sobre essa tentativa de explicação, Marcus Dods, também teólogo Presbiteriano, falando sobre o batismo de João em Enon, comenta:

“A razão de escolher este local foi ‘porque havia ali muitas águas’, ou muita água; e, portanto, mesmo no verão, o batismo por imersão podia ser continuado. Não é o refrigério do povo que ele tem em mira. Por que menciona tal assunto sem falar da maneira pela qual obtiveram sua comida?” (Expositor’s Greek Testament, vol. 1, pág. 719)

O Testemunho dos Pais da Igreja

Diversos escritos dos pais da Igreja testificam o batismo por imersão.

A antiga obra Didaquê (70-90 d.C.), embora permitindo a aspersão na ausência de água suficiente, prescreve a imersão como forma prioritária de batismo.

“Quanto ao batismo, faça assim: depois de ditas todas essas coisas, batize em água corrente, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Se você não tiver água corrente, batize em outra água. Se não puder batizar com água fria, faça com água quente. Na falta de uma ou outra, derrame água três vezes sobre a cabeça, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.” (7:1-3)

Justino Mártir (100-165 d.C.):

“Depois os conduzimos a um lugar onde haja água e pelo mesmo banho de regeneração com que também nós fomos regenerados eles são regenerados, pois então tomam na água o banho em nome de Deus, Pai soberano do universo, e de nosso Salvador Jesus Cristo e do Espírito Santo.” (Apologia 61:3)

Tertuliano (160-220 d.C.):

“O ato do batismo em si é carnal, pois estamos mergulhados na água, mas o efeito é espiritual, pois somos libertados do pecado.” (Do Batismo, c. 7)

“[No batismo] o homem é mergulhado na água, em meio à pronunciação de algumas poucas palavras, e em seguida sobe novamente” (Do Batismo, c. 2)

João Crisóstomo (347-407 d.C.):

“Ser batizado, pois, mergulhar, em seguida emergir é sinal da descida às regiões inferiores e subida de lá. Por isso Paulo também chama o batismo de sepulcro, nesses termos: ‘Pelo batismo nós fomos sepultados com ele na morte.’” (Comentário às Cartas de São Paulo – Quadragésima Homília)

O Testemunho da Igreja Ortodoxa

A Igreja Ortodoxa Grega, que se separou da Igreja Católica no décimo primeiro século, pratica unicamente a imersão como forma de batismo, e assim tem realizado desde a sua separação. Antes da cisão, ambas praticavam a imersão, com os católicos permitindo, em raros casos, a efusão de doentes. A aspersão só foi oficializada pelo papa como método de batismo pela autoridade do Concílio de Ravena, no décimo quarto século.

O Testemunho da Arqueologia

igreja de Dura Europos, na Síria. o mais antigo batistério de
que temos notícia.  Fonte: Beliefnet

As evidências arqueológicas apontam conclusivamente que por diversos séculos a imersão foi a forma de batismo dominante na igreja. A igreja cristã mais antiga já encontrada é a igreja de Dura Europos, na Síria. Lá localiza-se o mais antigo batistério de que temos notícia, no qual eram realizados batismos por imersão.

O batistério de São João de Poitiers, na França ocidental, foi construído por volta de 350 d.C. Dentro de uma câmara retangular, cercada por outros anexos, havia uma grande piscina octogonal com três degraus.

Batistério de São João de Poitiers, na França. 
Fonte: World Tourism Info

O arqueólogo franciscano Frei Virgílio Corbo tornou conhecida a cidade de Cafarnaum à luz da arqueologia. Uma campanha realizada em 1968 levou à descoberta de casas que remontam ao século I da era cristã. Identificou-se uma igreja cristã octogonal do período bizantino (séculos IV a VI), sendo visto um batistério do século V, construído em forma octogonal, sobre onde se acredita ter sido a casa de Pedro.

Batistério Octagonal do século V.
Fonte: Biblical Archaeology Review

Só em Roma, 25 batistérios haviam sido construídos até o sexto século. Na Gália, é provável que cada diocese tivesse seu próprio batistério. De acordo com certa fonte, eles chegavam a cerca de 150.

Wolfred Nelson Cote, na obra The Archaeology of Baptism (pág. 160-161), lista as localizações de sessenta e cinco batistérios somente na Itália, construídos entre o quarto e o décimo quarto séculos, com formas diversas (circular, octagonal, quadrada, doze lados, cruz grega etc.). Todos eles foram construídos para o batismo por imersão.

Os Três Mil Conversos de Atos Dois

Aqueles que se opõem ao batismo por imersão afirmam que seria impossível a imersão das três mil pessoas que aceitaram a Cristo no Pentecostes, conforme Atos 2. Afirmam que não haveria nem local nem oficiantes para tal. Por exemplo, Hodge declarou: “Tudo é suposição... que era necessária muita água para batizar tanta gente, e em Jerusalém, nos arredores do templo, onde não havia tanta água, foram batizadas, por imersão, três mil pessoas, em poucas horas, fato que não é mencionado.” (BCIA, pág. 30)

Ruínas de tanques de purificação foram encontradas
nas proximidades do Templo de Jerusalém
Fonte: Programa Evidências

Em Jerusalém e em suas proximidades havia água suficiente para a imersão. Lá estavam os tanques de Betesda (João 5:2) e de Siloé (João 9:7). Dezenas de pessoas ficavam às margens do tanque de Betesda esperando receber uma suposta cura milagrosa (João 5:3-4). O tanque de Siloé era um imenso reservatório. Além disso, não precisamos supor que foram apenas os doze apóstolos que administraram a ordenança (Atos 1:15).

Além disso, em uma descoberta arqueológica recente, várias ruínas de tanques de purificação foram encontradas nas proximidades do Templo de Jerusalém.

O Batismo do Carcereiro

 Naquela mesma hora da noite o carcereiro lavou as feridas deles; em seguida, ele e todos os seus foram batizados.    

Atos dos Apóstolos 16:33

Alguns argumentam que não haveria um local apropriado para o batismo do carcereiro e sua família, devendo, portanto, terem sido aspergidos. Charles Hodge mais uma vez questiona:

Convertido na prisão a altas horas da noite, e batizado junto com os seus, imediatamente, sem sair daquele lugar, que instalação havia ali para a imersão? Acaso teriam ido a algum rio em plena noite?” (BCIA, pág. 30-31)

O relato da conversão e batismo do carcereiro é bastante sucinto, o que impede a construção de argumentos muito elaborados sobre essa questão. Possivelmente, haveria na prisão uma fonte ou uma cisterna (um reservatório de água cavado na terra e forrado com pedras), onde se poderia facilmente imergir o carcereiro e seus familiares.

O Batismo do Eunuco

Outro argumento utilizado por aqueles que se opõem à imersão é que Filipe não encontraria um local para batizar o eunuco no deserto. Mais uma vez, Hodge argumenta que “é duvidoso que, no lugar deserto em que se encontravam, houvesse uma corrente de água suficiente para submergir uma pessoa.” (BCIA, pág. 32)

Mas devemos concluir que foi exatamente o que aconteceu, pois ambos só param a carruagem quando encontram água pelo caminho (Atos 8:36). Com certeza o viajante eunuco levaria água de reserva em odres para beber na viagem. Se o batismo fosse por aspersão, bastava ele pedir para Filipe pegar um dos odres de água e derramar um pouco sobre sua cabeça e assim estaria batizado.

E uma descoberta arqueológica bem recente pode lançar nova luz sobre esse episódio.

Ein Hanya
Ein Hanya, provável o local onde o eunuco etíope foi batizado.
Fonte: Guiame

“Arqueólogos desenterraram uma piscina antiga perto de Jerusalém, onde o evangelista Filipe teria batizado o eunuco etíope. A descoberta faz parte de um parque natural que foi inaugurado na última quarta-feira (31/01) após cinco anos de escavações em Ein Hanya, nas montanhas da Judeia.

Além da piscina antiga, a Autoridade de Antiguidades de Israel revelou outras importantes descobertas bíblicas, como o capitel (extremidade superior de uma coluna) típico das estruturas reais da era do Primeiro Templo e uma das moedas mais antigas já descoberta em Jerusalém. [...]

Alguns comentaristas cristãos identificaram Ein Hanya como o local onde o eunuco etíope foi batizado, conforme é descrito em Atos 8:26-40, disse o arqueólogo israelense Yuval Baruch

‘O batismo do eunuco por Filipe foi um dos eventos-chave na propagação do cristianismo. Portanto, identificar o lugar onde isso aconteceu manteve os estudiosos ocupados por muitas gerações e se tornou um ponto comum na arte cristã’, completou Baruch.”

O Batismo no Mar e na Nuvem

Outros questionam o fato de 1 Coríntios 10:2 declarar que Deus batizou Seu povo “no mar e na nuvem”. Se bapto significa imergir, afundar, isso quer dizer que o povo de Israel foi “mergulhado” no mar?

Antes de refutar, tal texto na verdade comprova a imersão. A ideia do termo “imersão” requer que o batizando esteja no “interior” da água. Na travessia do Mar Vermelho, os judeus estavam em um lugar fundo e rodeados por muralhas de água. Por cima deles, havia uma grande e colossal nuvem, de forma que estavam completamente cobertos.

No volume sobre 1 Coríntios da obra Expositor’s Greek Testament, Richard J. Knowling diz que a passagem do Mar Vermelho e o Dilúvio eram típicos da imersão que introduziu na igreja os crentes coríntios (pág. 857 e 890) 

Conclusão

Os dados bíblicos, históricos e arqueológicos demonstram que a imersão é a forma mais apropriada para aqueles que desejam testemunhar publicamente sua fé em Jesus Cristo por meio do batismo.

Principais Referências Consultadas

Alan Millard, Descobertas dos Tempos Bíblicos, Vida, 1999.

Arqueólogos encontram piscina onde eunuco etíope foi batizado por Filipe. Disponível em: <https://guiame.com.br/gospel/israel/arqueologos-encontram-piscina-onde-eunuco-etiope-foi-batizado-por-filipe.html>.

Charles F. Pfeiffer, Howard F. Vos, John Rea, Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD, 2007.

Charles Hodge, O Batismo Cristão: Imersão ou Aspersão, Cultura Cristã, 2003.

George E. Rice, Baptism in the Early Church, Ministry: International Journal for Ministries, março de 1981.

João Calvino, O Evangelho Segundo João, vol. 1, Fiel, 2015.

Programa Evidências, O Batismo Cristão, Canal TV Novo Tempo, 2014.

The NAS New Testament Greek Lexicon. Disponível em: <https://www.biblestudytools.com/lexicons/greek/nas>.

William Carey Taylor, Estudos - Batismo Bíblico. Disponível em: <http://www.palavraprudente.com.br/estudos/wc_taylor/batismo>.

4 - Quem São Os Batistas Do Sétimo Dia

Os Batistas do Sétimo Dia consideram a liberdade de consciência debaixo da direção do Espírito Santo ser essencial a fé e prática. Então nos encorajamos o estudo sem empecilhos e a discussão aberta das Escrituras. Nos asseguramos a liberdade de consciência individual, buscando determinar e obedecer a vontade de Deus.

Não é nossa intenção que a declaração seguinte seja exaustiva, mas sim uma expressão de nossa convicção comum a qual é derivada de nosso entendimento. Salmos 119:1-8, 33-40, 105,106. Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos. Jurei e confirmei o juramento de guardar os teus retos juízos.

Leia mais:Quem São Os Batistas Do Sétimo Dia

5 - O que o logotipo Batista do Sétimo Dia representa?

Logo Batista to Sétimo DiaO logotipo Batista do Sétimo Dia é o símbolo que usamos para representar nossas igrejas, nossos ministérios e nossa Conferência. Há mais de 100 anos, nós colocamos um desenho do logotipo em nosso escritório e literatura como uma marca de identificação visual; é a nossa assinatura.

O que ele representa? O que pretende comunicar?

Leia mais:O que o logotipo Batista do Sétimo Dia representa?

6 - Declaração de Francis Bampfield

Esse artigo é a continuação do artigo "Quem São Os Batistas Do Sétimo Dia", portanto remendamos que você saiba "Quem São os Batistas do Sétimo Dia" primeiramente!

Francis Bampfield viveu de 1615 a 1684, ele esteve entre os pioneiros em estabelecer uma congregação separada BATISTA DO SÉTIMO DIA. Entretanto, é provável que ele tenha cido um dos primeiros a fazer isto.

“Seis dias tu trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do Senhor, teu Deus, não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque em seis dias, fez o Senhor Deus os Céus e a Terra, o Mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia descansou, por isso, o Senhor Deus abençoou o dia de sábado e o santificou” Ex 20:8.

Leia mais:Declaração de Francis Bampfield

7 - Os Batistas Do Sétimo Dia Não São Politeístas

Devemos batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo? Ou em nome de Jesus?

Muitos grupos religiosos insistem em declarar que o único e verdadeiro batismo é aquele que se realiza com a fórmula batismal "em nome de Jesus". O que os líderes destas seitas desconhecem é que para o estudo da bíblia deve-se usar regras genuínas e autênticas para um correto entendimento. Essas regras são a hermenêutica e a exegese.

Leia mais:Os Batistas Do Sétimo Dia Não São Politeístas

8 - Triunidade

Os unicistas afirmam que todas as religiões que batizam seus fiéis em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, são politeístas, pelo fato de estarem batizando em nome de três deuses. Esses nossos irmãos separados que não cessam de criticar a doutrina da triunidade, não entendem, ou não querem entender, que somos perfeitamente sabedores que não existe uma triunidade constituída de três deuses. O que existe, na realidade, queiram ou não aceitar este mistério, é UM DEUS TRIUNO, Hebreus 9:14; I Coríntios 13:13.

Leia mais:Triunidade


Sábado, Dia de Descanso e Adoração

O sábado sagrado da Bíblia, o sétimo dia da semana, é tempo sagrado, um dom de Deus para todas as pessoas, instituído na criação, afirmado nos dez mandamentos e reafirmado no ensino e exemplo de Jesus e dos apóstolos.


9 - Perguntas Frequentes Sobre o Sábado Sagrado

Como membro da Igreja Batista do Sétimo Dia eu gosto de dar a meus irmãos e irmãs cristãos respostas para perguntas comuns sobre minha igreja, o sábado sagrado e minha fé.

Leia mais:Perguntas Frequentes Sobre o Sábado Sagrado

10 - A Finalidade Da Lei De Deus

O objetivo desta lição é apresentar e ilustrar ao leitor que não são os legalistas que serão salvos, mas a finalidade da lei de Deus é mostrar o caminho para a salvação.

Leia mais:A Finalidade Da Lei De Deus

11 - Sábado! Criação de Deus Para o Nosso Benefício

Deus criou o sábado não para ele descansar, mas para os homens descansar neste dia. Na criação do sábado podemos perceber o quanto Deus ama os homens a ponto de proporcionar-lhes um dia de descanso. 

Leia mais:Sábado! Criação de Deus Para o Nosso Benefício

12 - Sábado: Santo Dia de Deus

O Santo Sábado é segundo a bíblia o quarto mandamento da lei de Deus. É também um memorial da criação. Deus criou quando criou o universo. Este estudo, composto por sete lições, foi escrito pelo Rev. Lester G. Osborn e  visa esclarecer a necessidade da observância do Santo Sábado.

Leia mais:Sábado: Santo Dia de Deus

13 - O sétimo dia da Bíblia e o sétimo dia do calendário

Neste estudo você amigo leitor, perceberá que embora tenha havido mudanças no calendário, o dia da semana não foi alterado como você mesmo pode comprovar.

Mudança no Calendário GregorianoTentando achar razões para a observância da adoração no domingo, algumas pessoas recorrem as mudanças do calendário. Considerando que ele foi mudado no mundo inglês em 1752, eles argumentam que nós não podemos saber qual dia é o sétimo. Deste modo é “sem razão apoiar que o sábado é o sétimo dia da semana”. Mas será verídico este argumento?

Leia mais:O sétimo dia da Bíblia e o sétimo dia do calendário

14 - Jesus Não Ressuscitou no Domingo

Se Jesus tivesse morrido na sexta-feira como dizem a maioria dos evangélicos, ele teria que ressuscitar somente na segunda-feira a tardinha para se completar os três dias e três noites profetizado por ele mesmo em Mateus 12:39-40.

Leia mais:Jesus Não Ressuscitou no Domingo

15 - Lei Moral x Leis Cerimoniais

A grande maioria dos evangélicos, não distinguem a diferença entre o que é lei moral e o que é leis cerimoniais. A maioria, não aceitam, as duas leis, pensam serem as mesmas. Para eles existem apenas uma lei. A partir de agora vamos estudar os textos um por um e vamos notar que existe uma grande diferença entre as duas leis em questão.

Leia mais:Lei Moral x Leis Cerimoniais

16 - O Sábado Sagrado Do Senhor

O Sábado sagrado da bíblia, o sétimo dia da semana, é tempo sagrado, um dom de Deus para todas as pessoas, instituído na criação, afirmado nos dez mandamentos e reafirmado no ensino e exemplo de Jesus e dos apóstolos.

Leia mais:O Sábado Sagrado Do Senhor


Adventistas do Sétimo Dia

17 - A “Mensagem de Saúde” do Adventismo Contradiz o Evangelho?

A resposta é um claro “sim” e um incerto “não”. A ênfase Adventista na vida saudável é boa. Os Adventistas têm sido referência no desenvolvimento de hospitais, escolas médicas e odontológicas e clínicas em todo o mundo. No entanto, Ellen White faz uma série de declarações sobre saúde que provaram ser incorretas, não têm apoio bíblico, podem ter suas raízes nas religiões pagãs, colocam as pessoas sob falsa culpa e, mais importante, minam o Evangelho.

Leia mais:A “Mensagem de Saúde” do Adventismo Contradiz o Evangelho?

18 - Como o sábado se tornou uma doutrina Adventista?

Quem primeiro guardou o Sábado depois da Reforma Protestante?  Adventistas ou Batistas do Sétimo Dia?

Muitos ficariam surpresos ao descobrirem que os adventistas do sétimo dia nem sempre guardaram o sábado. Isto por que 99% dos mileristas, que segundo alguns, chegou a cifra de 1 milhão, eram fiéis guardadores do domingo. A respeito de Miller certo escritor adventista afirma:

Leia mais:Como o sábado se tornou uma doutrina Adventista?

19 - A Mentira Branca

A obra “The White Lie” (A Mentira Branca), de autoria do ex-pastor Adventista Walter Rea, foi publicada nos EUA em 1982 desmascarou a ficção profética inventada acerca da pessoa de Ellen White, considerada pelos adventistas uma profetisa de Deus.

Nestas páginas o Sr. Rea prova que os escritos de Ellen White, especialmente aqueles em que ela diz ter recebido do Espírito Santo ou de um Anjo, não passaram de cópias ipsis literis de vários outros autores. Até mesmo a organização e a estrutura de capítulos e subtópicos foi descaradamente copiada.

Foi por causa desta obra que a Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD) foi pressionada a mandar produzir o Veltmant Report (1), onde reconhece há um parecer de um estudioso reconhecendo o plágio indevido e desonesto nas obras “inspiradas” de Ellen White.

Leia mais:A Mentira Branca

20 - Alimentos Impuros

Este é um estudo bíblico sobre “alimentos impuros”. Deixaremos de lado todos os escritos e idéias humanas e nos concentraremos o máximo que pudermos no que a Bíblia diz sobre a proibição de alimentos. Este estudo lida com assuntos teológicos e não com questões de saúde.

Leia mais:Alimentos Impuros

21 - A Nuvem Branca por Dirk Anderson

Nuvem Branca é um livro escrito por Dirk Anderson, um ex-adventista americano, preocupado em mostrar que nem tudo o que Ellen G. White escreveu era verdadeiro, muito menos inspirado pelo Espírito Santo. Muitos dos seus primeiros escritos foram eliminados por haver contradições e muitos deles foram trabalhos de plágio de outros autores. Visões não cumpridas, embaraços e tropeços de uma profetisa foram acobertados e ocultados por seus seguidores.

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22 - Os Dois Chifres Pequenos

Este breve estudo de Ubaldo Torres Araújo visa provar que as profecias de Daniel 7 e Daniel 8 , tratam de profecias distintas.

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23 - Até Duas Mil e Trezentas Tardes e Manhãs; E O Santuário Será Purificado

Todos os Dias eram sacrificados dois cordeiros no santuário. Um pela manhã e outro pela tarde. Por isso o anjo falou: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs. Na verdade Ele estava se referindo aos sacrifícios que eram realizados pela manhã e pela tarde. 
Até Duas Mil e Trezentas Tardes e Manhãs; E O Santuário Será Purificado (Daniel 8:14)

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24 - Principais Diferenças entre Batistas do Sétimo Dia e Adventistas do Sétimo Dia

Existe uma tendência de muitas pessoas confundirem os Batistas do Sétimo Dia com a maior, porém mais recente, Igreja Adventista do Sétimo Dia. Embora haja concordância em algumas áreas, há consideráveis diferenças em outras, tanto históricas como teológicas. Esse artigo procurará demonstrar algumas dessas diferenças.

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25 - Alimentos Segundo a Bíblia

Infelizmente ainda existem, em nossos dias, igrejas que dizem ser evangélicas, pregando a salvação vinculadas a alimentação. Ensinam que se porventura comerem carnes ou tomarem café, entre outros alimentos, estão perdidos. Esquecem de pregar que a salvação é somente pela fé em Jesus Cristo.

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26 - O Bode Emissário em Levíticos: Cristo ou Satanás?

No grande dia da Expiação, dois bodes eram apresentados ao Sumo Sacerdote, em frente à tenda da Congregação. Lançava-se sorte sobre eles. Um deveria ser morto, enquanto que o outro seria o bode Emissário. Este último era conduzido ao deserto, e aí abandonado à própria sorte.

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27 - Jesus Penetrou no Santíssimo Celestial

Com este capítulo, tenho o propósito de demonstrar, não com o meu limitado poder persuasivo, mas com a própria lógica bíblica, que Jesus, na Sua ascensão, penetrou no Santíssimo celestial, o próprio Céu, e não em lugar que alguns teólogos comprometidos e leigos equivocados chamam de “santo”.

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28 - A Restauração Da Verdade e o Juízo Investigativo

Continuação dos estudos sobre as diferenças entre os Batistas do Sétimo Dia e os Adventistas do Sétimo Dia.

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Igreja Católica Apostólica Romana

29 - Os cristãos devem celebrar o dia de Corpus Christi?

Todos os anos, muitas pessoas celebram o dia de "Corpus Christi". O título da solenidade vem do latim e significa “Corpo de Cristo”. É considerado pela Igreja Católica um dia de guarda, em que a participação dos fiéis à missa é obrigatória. É uma festa móvel, cuja data varia a cada ano, ocorrendo sempre 60 dias depois da Páscoa.

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30 - Por que Olavo de Carvalho não é evangélico?

Encontro uma lucidez nos escritos de Olavo de Carvalho, quando o mesmo trata sobre Política e Economia, que não percebo quando ele se atreve a tocar em temas da Teologia. Em um texto onde desafia "mil teólogos evangélicos" a refutá-lo, ele inicia afirmando que não é "autoridade nenhuma em matéria de Teologia" (o que logo se percebe). Aproveito para destacar alguns pontos de sua argumentação.

Leia mais:Por que Olavo de Carvalho não é evangélico?

31 - Cardeal britânico diz que padres deveriam poder casar

Os padres católicos devem poder casar e ter filhos, afirmou na sexta-feira o cardeal Keith O'Brien, o mais importante na hierarquia da Igreja Católica britânica, em entrevista à BBC.

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32 - Por que não batizar crianças?

O Significado

 O batismo é um símbolo exterior do que acontece no interior de uma pessoa que resolve se render aos pés de Cristo. Arrepender-se significa dar um giro de 180° na vida. Esse arrependimento que inclui mudança no falar, no pensar e no agir, só pode ser demonstrado publicamente por meio do batismo. Contudo, algo que não escapar a nossa compreensão nessa hora é que o Homem só se arrepende quando Deus toca no seu coração! Sim, de fato é o Homem que se converte. Mas, aceitar a Cristo é sempre uma reação a ação de Deus. Sem o Espírito Santo para tirar a venda que está nos olhos do nosso coração é impossível crer. Devemos orar para que o Espírito Santo abra os olhos de todos aqueles que ainda não crêem.

Leia mais:Por que não batizar crianças?

33 - Dia de Finados

O Dia dos fiéis defuntos, Dia dos mortos ou Dia de finados é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao dia de Todos-os-Santos. Infelizmente em nosso país, milhões de brasileiros, das classes sociais mais distintas, de todos os estados da federação, cultivam o danoso hábito de visitarem os cemitérios na expectativa de rezar ou interceder pelos seus entes falecidos.

Leia mais:Dia de Finados

34 - Dogmas e Confrontos Bíblicos da Igreja Católica

O que se vem há muito se apresentando como Cristianismo é um ensino corrompido. É um "cristianismo" (entre aspas) espúrio que usurpou o lugar da fé genuína, chamado Catolicismo Romano. 

Desde os primórdios do Cristianismo, durante os três primeiros séculos da Era Cristã, Roma desencadeou dez grandes perseguições aos cristãos, que se sucederam uma após outra, à medida que seus césares (de Nero a Diocleciano) iam subindo ao poder.

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35 - A Virgem Maria do Catolicismo Romano

Um dos pontos enraizados na fé, não apenas dos sacerdotes, mas de todos os católicos em geral, é a exagerada veneração a Maria, a qual tem sido transformada pelo Romanismo em tremenda blasfêmia.

Leia mais:A Virgem Maria do Catolicismo Romano

36 - Celibato - O Calvário Vergonhoso da Igreja de Roma

Há poucas semanas o mundo inteiro tomou conhecimento dos últimos fatos ocorridos na entranhas da assim chamada "Igreja Católico Romana", com a notícia estampada nos principais jornais do mundo sobre os escândalos dos padres pedófilos. O homossexualismo sempre se fez presente no meio do clero regular (religiosos) e no clero secular (diocesano), mas sempre foi abafado pela alta hierarquia da Igreja de Roma, também não tão "santa" assim.

Leia mais:Celibato - O Calvário Vergonhoso da Igreja de Roma

37 - A Sagrada Tradição Anula a Suficiência da Palavra de Deus?

Constantemente os católicos romanos afirmam que nós os evangélicos, rejeitamos as tradições. Não é verdade! De maneira nenhuma rejeitamos todas as tradições, muito pelo contrário, colocamo-las no seu lugar devido até onde elas concordam com as Sagradas Escrituras e se fundamentam da genuína fé cristã “que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Judas v.3).

Leia mais:A Sagrada Tradição Anula a Suficiência da Palavra de Deus?

38 - A Santa Missa da Igreja Católica Romana

A assim chamada "Igreja Católica Romana" insiste em que a "comunhão" não é apenas um sacramento que confere graça ao comungante, mas também sacrifício real a Deus, em que Cristo, como sacerdote, oferece o Seu próprio corpo e sangue.

Leia mais:A Santa Missa da Igreja Católica Romana

39 - Estado do Vaticano - Documentário

O catolicismo Romano tem na sua grei e no clero, pessoas cultas e dignas de relacionamento que no entanto, devido suas origens, foram orientadas numa só direção.

Este “DOCUMENTÁRIO” informa e elucida abrindo espaço para reflexões e melhores cálculos de direção espiritual tanto de indivíduos como de Nação.

Leia mais:Estado do Vaticano - Documentário


Igrejas Pentecostais

40 - O Paradoxo Pentecostal

Há cerca de um século, o mundo protestante se viu invadido por um movimento avivalista que recebeu o nome de "movimento pentecostal". Este recebeu tal título por supostamente basear-se nos fatos acontecidos no célebre dia de pentecostes que ocorreu após a ascensão de Cristo aos céus, e que é detalhadamente explicado no capítulo 2 do livro de Atos dos Apóstolos. Segundo seus propagadores todo crente deveria buscar a mesma experiência vivida pelos apóstolos nesse dia, ou seja, segundo eles todos devem falar em línguas (alguns também chamam línguas estranhas). E ainda, segundo suas idéias, isso se dá o nome de batismo com Espírito Santo. Todo crente deve, segundo a doutrina pentecostal buscar essa experiência. Como já dissemos, praticamente um século se passou e muitos, extremamente mal instruídos e preparados não se aperceberam de que o referido texto não fala em batismo. Que essa experiência só se repetiu mais duas vezes, em cumprimento a uma profecia de Jesus. E que falar em línguas é um dom do Espírito Santo, como o são outros oito descritos em I Coríntios 12. Outros líderes, entretanto, mesmo sabendo do engano, seguiram com a doutrina equivocada, mesmo porque já era tarde para reparar o equívoco. Afinal, como explicar para os milhares de membros das denominações pentecostais que eles foram ensinados errado até agora? Seria como se um padre viesse a público e dissesse: "não adorem Maria, foi tudo um engano" imagine o caos. 

Leia mais:O Paradoxo Pentecostal

41 - Perguntas Sobre o Batismo com o Espírito Santo

Quando, na Bíblia, aparece a primeira voz o termo "batismo com o Espírito Santo"?
R: Quem primeiro fala no assunto diretamente é João Batista. As passagens são Mateus 3:11; Marcos 1:8; Lucas 3:16 e João 1:33. O que deixa claro sua legitimidade como doutrina fundamental cristã.

Leia mais:Perguntas Sobre o Batismo com o Espírito Santo

42 - Dom de Línguas Estranhas Influente no Meio Pentecostal

Continuação do Estudo sobre as diferenças entre a Igreja Batista do Sétimo Dia e os Pentecostais

Ultimamente esta doutrina de Linguas Estranhas como pregado pelas igrejas pentecostais está se infiltrando no seio de todas as denominações históricas batistas, metodistas, presbiterianos, episcopais, luteranos e até mesmo no catolicismo romano. Uma doutrina estranha de fundo ecumênico, dando ênfase especial às curas milagrosas e ao falar LÍNGUAS ESTRANHAS, afirmando serem estas últimas o sinal evidente e necessário do batismo no Espírito Santo.

Leia mais:Dom de Línguas Estranhas Influente no Meio Pentecostal


Natal

43 - Os Magos, a Estrela de Belém e a Astronomia

Depois que Jesus nasceu em Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do Oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: ‘Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo’.

Mateus 2:1-2

Aproximando-se o final do ano, as residências e muitos locais públicos começam a preparar os seus enfeites para a celebração de uma das festividades mais importantes do ano, que relembra o nascimento de nosso salvador Jesus. Entre os ornamentos, começam a aparecer as cenas do presépio: o menino Jesus deitado em uma manjedoura, acompanhado de seus pais, ovelhas e vacas, os pastores, os três reis magos e a famosa estrela de Belém.

Leia mais:Os Magos, a Estrela de Belém e a Astronomia

44 - Costumes de Natal

Além dos costumes tradicionais de Natal que observamos, sem perceber, importamos outros mais que, mesmo sendo de origem pagã, são logo aceitos com entusiasmo, sem nenhum questionamento, sobre o porquê e assim deles nos utilizamos!

Leia mais:Costumes de Natal

45 - Natal - Festa Cristã ou Abominação Cristianizada?

O dia 25 de dezembro foi designado no calendário ocidental como o dia do nascimento de Jesus. Certamente em nossa cidade as ruas, as avenidas, as praças, as lojas comerciais e as residências são enfeitadas com luzes e adornos multicoloridos para homenagear a chamada FESTA MÁXIMA DA CRISTANDADE.

Leia mais:Natal - Festa Cristã ou Abominação Cristianizada?

46 - Nascimento de Jesus

A comemoração do natal no dia 25 de dezembro é puramente pagã. Não tem base bíblica para tal afirmação.
Em dezembro é inverno rigoroso em Israel. A bíblia afirma que os pastores estavam no campo quando viram a estrela.

Leia mais:Nascimento de Jesus


Islamismo

47 - Cronologia do Islã

O Islã, infelizmente, é a religião que mais cresce no mundo. Vários fatores contribuem para para liderarem esta estatística, um deles é a omissão dos cristãos ao chamado de Cristo para divulgar o evangelho. Falta para os cristãos de hoje vontade, dedicação e principalmente aquele sentimento de urgência que observamosnos no apóstoloPaulo e nos cristãos do primeiro século. O Cristianismo tem mais de 600 a mais de existẽncia do que o Islã, porém em muitos países está diminuindo. Se os cristãos não acordarem de seu sono e o Islamismo continuar a crescer nestas proporções, o Islã será a maior religião do mundo (fato preocupante). Acompanhe a cronologia do Islão abaixo:

Leia mais:Cronologia do Islã

48 - Por dentro do Islamismo

O Islamismo é uma religião legalista, contraria ao cristianismo e cujos adeptos são os filhos espirituais de Ismael. "Estas, porém, são as gerações de Ismael, filho de Abraão, que a serva de Sara, Agar, egípcia deu a Abraão" (Gn 25:12)

O Islamismo é atualmente a segunda maior religião do mundo, dominando acima de 50% das nações em três continentes. O número de seus adeptos está entre 1.2 bilhão e 1.5 bilhão de pessoas. É a religião que mais cresce no mundo. O país com o maior número de muçulmanos é a Indonésia. (213 milhões de fiéis); Veja gráfico das religiões no mundo a seguir.

No Brasil, o número de muçulmanos, de 2002 a 2005, cresceu, só no Estado de São Paulo, de 300 mil para 400 mil, sendo certo que hoje há, no país, cerca de 1,5 milhão de muçulmanos e 70 mesquitas.

Leia mais:Por dentro do Islamismo

49 - O Mundo Muçulmano

GRÃ-BRETANHA (*) - O número de cristãos praticantes na Grã-Bretanha tem caído tanto que dentro de uma geração será inferior ao dos muçulmanos praticantes, revelou um relatório sobre as tendências religiosas divulgado na última quinta-feira em Londres.

Em 2050, a Grã-Bretanha terá 2.660.000 muçulmanos praticantes, número três vezes maior que o de cristãos praticantes, revela o estudo da Christian Research que tem o título "Tendências Religiosas".

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Apologéticos

50 - Como Sabemos que os Evangelhos Foram Escritos por Testemunhas Oculares?

O primeiro critério que uso para testar a confiabilidade de uma testemunha é simplesmente este: a alegada “testemunha ocular” estava realmente presente quando o crime ocorreu? Você não pode ser uma verdadeira testemunha ocular se você não estava lá para ver o que você disse que viu! Esse critério simples é parte de um modelo de confiabilidade de quatro partes que descrevo no livro Cold-Case Christianity e reflete as instruções do júri da Califórnia para os jurados que são solicitados a avaliar a confiabilidade das testemunhas oculares. Como um cético, examinei esta questão relacionada às reivindicações dos autores do Evangelho. Mateus e João foram supostamente testemunhas oculares da vida de Jesus. Marcos (de acordo com o bispo do primeiro século, Papias) narrou o relato do testemunho ocular do Apóstolo Pedro, e Lucas registrou sua própria investigação das testemunhas oculares. Mas quão antigos são esses relatos? Eles poderiam ter sido escritos por pessoas que estavam realmente presentes durante a vida e ministério de Jesus?

Leia mais:Como Sabemos que os Evangelhos Foram Escritos por Testemunhas Oculares?

51 - Jesus é um plágio de Apolônio de Tiana?

Estava lendo “Como Jesus se Tornou Deus” (LeYa, 2014), do historiador agnóstico Bart Ehrman. Ex-cristão e conhecido por outras obras críticas ao Cristianismo, o professor Ehrman defende a tese de que Jesus foi um camponês galileu que se tornou um “pregador apocalíptico”, anunciando o fim dessa era e o início de outra. Jesus foi morto pelas autoridades romanas como um subversivo, o que deveria ter levado ao fim de seu movimento messiânico. Contudo, seus seguidores passaram a ter “visões” (imaginárias) de que Jesus estava vivo, e a crer sinceramente que Ele teria retornado dos mortos. Posteriormente, sob influências pagãs e judaicas, a crença de que Jesus foi um homem exaltado após Sua morte evoluiu para a crença de que na verdade, Ele era o próprio Deus que havia se tornado homem.

Leia mais:Jesus é um plágio de Apolônio de Tiana?

52 - Vestígios Históricos do Dilúvio

Crianças pequenas costumam jogar um jogo chamado “telefone sem fio”. As regras do jogo são muito simples. Várias pessoas entram em círculo ou em linha reta. A pessoa no início do círculo ou linha pensa em uma frase como “o cavalo vermelho caiu na água” [no original: the red horse fell into the water]. Essa pessoa sussurra a frase no ouvido da pessoa ao lado dela. Ela não pode repetir a frase uma vez que é sussurrada, e deve falar muito suavemente. A próxima pessoa na fila ouve atentamente e depois sussurra a frase que ouviu no ouvido da pessoa ao lado dela. Após a frase ter passado por todas as pessoas na fila ou no círculo, a última pessoa repete a sentença como acha que a ouviu. Quase todas as vezes, a sentença no final do jogo não é a mesma que foi sussurrada no começo. Por exemplo, a última pessoa pode ter ouvido algo como “a casa morta se transformou na lontra” [no original: the dead house turned into the otter] em vez da frase original “o cavalo vermelho caiu na água”. O jogo faz um bom trabalho ao mostrar que palavras e frases podem se confundir quando são passados ​​de uma pessoa para outra. No entanto, invariavelmente, a sentença final contém alguns traços do original. O mesmo acontece com histórias lendárias transmitidas de geração em geração. Muitas vezes, essas histórias são uma mistura emaranhada de fatos e ficção que se originaram de uma história baseada na verdade.

Leia mais:Vestígios Históricos do Dilúvio

53 - Jesus, um Zelote? Uma Resposta a Reza Aslan

Uma coisa é certa: toda vez que surge uma nova “biografia” de Jesus, acabamos aprendendo mais sobre o autor da obra do que sobre o próprio Jesus. As diversas reconstruções do “Jesus histórico” abordam os Evangelhos com a mesma abordagem “self-service”: destacam aqueles versículos que parecem concordar com sua tese, e rejeitam todos aqueles que a contradizem como “adulterações” posteriores feitas pela Igreja. Seguindo essa técnica, Jesus já foi elevado às categorias de extraterrestre, hippie, feiticeiro, guru da Nova Era, vegetariano, ancestral da dinastia merovíngia e até mesmo um cogumelo!

Leia mais:Jesus, um Zelote? Uma Resposta a Reza Aslan

54 - Paulo Traiu Jesus?

Em sua edição de dezembro de 2003, a Revista Superinteressante traz como matéria de capa o assunto “São Paulo Traiu Jesus? Sem Paulo de Tarso, o Cristianismo que você conhece não existiria. Agora surge a polêmica: ele é o herói que disseminou a fé em Cristo ou o vilão que deturpou as palavras de Cristo para sempre?Revista Superinteressante 2003/12 A reportagem baseia-se em teologias críticas do século XVII, segundo as quais o apóstolo Paulo, um dos principais personagens da história cristã primitiva e autor de vários livros do Novo Testamento, teria distorcido os ensinos originais do Cristianismo, ao tornar a circuncisão desnecessária aos gentios e, influenciado por ideias gregas sobre semideuses, elevar o “profeta” judeu Jesus a uma figura divina. Em oposição a tais ideias, podemos fazer diversos apontamentos.

Leia mais:Paulo Traiu Jesus?

55 - Isaías 7:14 realmente é uma profecia messiânica?

Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel.

Isaías 7:14

Os críticos muitas vezes afirmam que este versículo nunca se destinou a ser uma profecia messiânica. Eles apontam que Isaías 7 descreve um encontro entre Isaías e o rei Acaz. O ‘sinal’ em Isaías 7:14 é oferecido ao rei para assegurar-lhe que Deus livrará Judá da sua coalizão de inimigos. O sinal de um Messias que nasceria muito tempo depois que o rei Acaz estava morto não parece cumprir o objetivo. Eles argumentam, portanto, que Isaías 7:14 só poderia estar falando sobre algo que aconteceu pouco depois que Isaías falou essas palavras e não tinha nada a ver com o Messias.

Leia mais:Isaías 7:14 realmente é uma profecia messiânica?

56 - Qual é a face de Maria Madalena?

Como de costume em toda época de pré-Páscoa e pré-Natal, a revista Superinteressante lança uma edição questionando a veracidade histórica da Bíblia. Já vimos ataques a Abraão, Moisés, Paulo, Judas, Jesus... Na última vez havia sido a virgem Maria (minha análise da revista: 'A Verdadeira Maria'? Comentários à Revista Superinteressante), e agora, foi a vez de Maria Madalena. Depois de ler as 10 páginas dedicadas ao tema na edição 381 da revista, trago minhas considerações.

Leia mais:Qual é a face de Maria Madalena?

57 - 'A Verdadeira Maria'? Comentários à Revista Superinteressante

Já é costume. Chega a época das grandes festividades cristãs, como o Natal e a Páscoa, a Revista Superinteressante publica matérias questionando aspectos históricos e teológicos da Bíblia. Dessa vez não foi diferente. Em reportagem de Reinaldo José Lopes, nas páginas 26 a 35 da edição 370 da revista, a Virgem Maria foi a personagem bíblica da vez. Assim afirma a chamada da revista:

A VERDADEIRA MARIA. Ela era mais rica e independente do que reza o mito. Teve pelo menos sete filhos. E dois deles se tornaram líderes religiosos. Conheça a figura humana por trás da Mãe de Deus.”

Gostaria de fazer alguns comentários sobre pontos específicos da matéria.

Leia mais:'A Verdadeira Maria'? Comentários à Revista Superinteressante

58 - Sansão é um plágio de Hércules? Ou seria o contrário?

Este é um paralelo potencial que muitas pessoas familiarizadas com a Bíblia e a mitologia grega se perguntaram. Tanto Sansão quanto Hercules são bem conhecidos por sua força lendária, e existem muitas outras semelhanças entre os dois.

Leia mais:Sansão é um plágio de Hércules? Ou seria o contrário?

59 - “Pilares da Terra” – A Bíblia ensina uma Cosmologia mitológica?

Os céticos/deístas/ateístas muitas vezes levantam a questão da Terra sendo colocada sobre pilares em 1 Samuel 2:8, como supostamente provando que os escritores da Bíblia ensinaram uma teoria não-científica. Aqui está uma breve resposta a este absurdo:

Leia mais:“Pilares da Terra” – A Bíblia ensina uma Cosmologia mitológica?

60 - Existem Relatos Históricos Sobre a Torre de Babel?

Histórias sobre uma inundação global e uma família sobrevivente ocorrem por todo o mundo. Embora não sejam tão comuns, existem histórias sobre uma época em que existia apenas um idioma.

Leia mais:Existem Relatos Históricos Sobre a Torre de Babel?

61 - Isaías 40:22 e a Forma da Terra

A primeira parte de Isaías 40:22 diz: “É ele [isto é, Deus] quem se assenta acima do círculo da Terra”. Alguns argumentaram a partir disto que as Escrituras ensinam que a Terra é um disco plano, ao invés de um globo. No entanto, mesmo se o hebraico original for corretamente entendido como se referindo a um círculo, isso não indica necessariamente algo plano; uma esfera aparece como um círculo quando vista de cima - e certamente de qualquer direção que seja vista. Além disso, há boas razões para acreditar que a palavra traduzida como ‘círculo’ poderia ser melhor traduzida por ‘esfera’.

Leia mais:Isaías 40:22 e a Forma da Terra

62 - Jesus existiu? 31 fontes antigas que respondem ‘Sim’!

Não há alguém mais popular do que Jesus em toda a história humana. Mais livros foram escritos, mais músicas foram compostas e mais poemas foram declamados com a influência de Jesus do que de qualquer outra pessoa. A influência de Cristo se estende à Arte, à Literatura, à Política, à Ciência, à Filosofia, à Teologia e a quaisquer outros campos da existência humana.

Leia mais:Jesus existiu? 31 fontes antigas que respondem ‘Sim’!

63 - Homens da ciência, homens de fé

Richard Dawkins, zoólogo britânico e conhecido defensor militante do ateísmo (seu livro Deus, um delírio fornece uma demonstração de seu ódio pela religião) afirma: “A fé é a grande escapatória, a grande desculpa para se fugir à necessidade de pensar e avaliar as evidências. A fé é acreditar ‘apesar de’, e até talvez precisamente ‘por causa’ da falta de provas.” A fé em Deus ou na Bíblia é muitas vezes associada com fanatismo religioso, apego à ignorância e cegueira para com as descobertas da ciência. Mas isso é de fato assim?

Leia mais:Homens da ciência, homens de fé

64 - Profecias Bíblicas - Prova da Existência de Deus

O estudo da profecia bíblica nos faz cristãos mais qualificados, mais capacitados e ativos, cristãos que têm Jesus no centro de suas vidas e que vivem e agem adequados a essa realidade. Cristãos que se aprofundam nas profecias estão convictos que Deus sempre cumpre o que prometeu e que Ele detém a palavra final acerca da história mundial e do plano da salvação.

Leia mais:Profecias Bíblicas - Prova da Existência de Deus

65 - Profetizando Nova Vida: A Visão do Vale de Ossos Secos

O capítulo 37 é provavelmente o mais conhecido do livro de Ezequiel. Ele responde a uma pergunta feita pela nação de Israel no capítulo 33, verso 10: "Assim falais vós: Visto que as nossas prevaricações e os nossos pecados estão sobre nós, e nós desfalecemos neles, como, pois, viveremos?". A resposta é dada por Deus, de uma maneira intrigante. Ezequiel havia enfatizado a "desolação" que havia ocorrido na terra prometida (Ez 5:14; 12:20; 23:33; 36:34). Como, então, poderia esta nação morta reviver novamente? Em sua visão, Ezequiel observou que o Espírito de Deus reconstruiria os ossos mortos da nação, dando-lhes tendões, carne, pele e, finalmente, o sopro da vida.

Leia mais:Profetizando Nova Vida: A Visão do Vale de Ossos Secos

66 - A Verdade Sobre a Criação

Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados: no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus" (Gn 2:4; Almeida Revista e Corrigida).

Esse versículo-chave de Gênesis não apenas resume o capítulo inicial do livro, como também introduz o segundo capítulo. Observe que os céus e a terra foram "criados" quando Deus os "fez".

Leia mais:A Verdade Sobre a Criação

67 - Perseverança, Convicção e Justiça

Na doutrina da perseverança dos santos, a questão que fazemos é: “O crente regenerado, perdoado, adotado por Deus e unido com Cristo se manterá salvo permanentemente, não importa o que faça?” Em outras palavras, o novo cristão continuará sendo cristão? Ou é a salvação do crente condicional por algum motivo? Em outras palavras, pode o crente perder sua salvação?

Leia mais:Perseverança, Convicção e Justiça

68 - Quando os ateus acreditam

Em anos recentes, um dos principais produtos exportados pelo Reino Unido ao mundo tem sido uma carga de livros por autores ateus, tais como o biólogo evolucionista Richard Dawkins e o crítico literário Christopher Hitchins. Eles afirmam, basicamente, que a fé é irracional quando colocada de frente com a ciência moderna. Seus trabalhos têm incentivado uma onda de ateísmo militante na Europa ocidental e fomentado a descrença em Deus em vários cantos do planeta. Ninguém sabe ainda aonde este movimento vai dar, e mesmo se vai chegar a algum lugar além das estantes das livrarias, do sucesso editorial – Deus, um delírio, de Dawkins, virou bestseller – e das discussões acadêmicas. Isso porque, lá mesmo na Grã Bretanha, outros autores ateus parecem estar repensando o que falaram.

Leia mais:Quando os ateus acreditam

69 - Quer Conhecer Um Falso Profeta?

Em Mateus 7:15-23, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo faz uma surpreendente advertência.

Segundo Ele, os falsos profetas: profetizarão, expulsarão demônios e farão muitos milagres. E, pasmem, tudo isso em nome de Jesus.

Leia mais:Quer Conhecer Um Falso Profeta?

70 - Importa Nascer de Novo

A Bíblia é bem clara sobre a necessidade de uma pessoa nascer de novo para receber a vida eterna. Jesus cunhou esse termo em João 3:3-7, quando disse ao líder religioso Nicodemos: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." Como essa necessidade é tão importante, Satanás a tem atacado com todo o seu poder nos últimos dois mil anos, fazendo a maioria das igrejas cristãs deixar de ensinar essa doutrina, apesar de que ninguém pode ser salvo sem passar por essa maravilhosa conversão espiritual. No entanto, a arma mais eficiente de Satanás contra a doutrina do Novo Nascimento sempre foi a confusão. 

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71 - A evolução de uma farsa

Por mais que os interessados tentem desviar o foco da essência do tema, a Teoria da Evolução – ou Seleção Natural – de Darwin pode ser resumida m pequenas, simples e objetivas premissas. Grosso modo, podemos resumi-la na tese de que o meio, de uma forma geral, obriga os organismos nele contido a se adaptarem a ele.

Os que não conseguem, ficam para trás, desaparecem, morrem. Os que se adaptam o fazem porque suas estruturas adquirem as condições necessárias para sua sobrevivência – as mudanças ou mutações, como seria chamada a evolução – que, por sua vez, são transmitidas geneticamente para as gerações seguintes. 

Darwin não foi o genial criador dessa tese, assim como Einstein criou a Teoria da Relatividade, por exemplo, mas sim seu avô, Erasmus Darwin, já a muito falava sobre o assunto. O que seu neto pródigo fez foi tentar, na prática, provar como a coisa toda funcionava, através de sua célebre jornada ao redor do mundo.

Leia mais:A evolução de uma farsa

72 - Porque Creio em Deus

"Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Corromperam-se e cometeram abominável iniqüidade; não há quem faça o bem" (Salmo 53:1).

Afinal, Deus existe ou não? Esta pergunta obscurece todas as outras que a humanidade possa fazer. Se você acha que esta declaração seria de um teólogo ou um pregador, então veja a frase encontrada em The Great Ideas Syntopicon (Temário de Grandes Idéias), um guia de estudos decisivo para série Great Books, uma notável coleção da maior parte da sabedoria do mundo ocidental, combinada desde os tempos de Tales até o presente. Mortimer Adler declara: "Com exceção de certos matemáticos e físicos, todos os autores de Great Books estão representados no capítulo que fala sobre Deus". A razão é óbvia. Existem mais conseqüências no terreno do pensamento e da ação na afirmação ou na negação de Deus do que em se responder a qualquer outra pergunta, por fundamental que seja.

Leia mais:Porque Creio em Deus


Vida Cristã

73 - Uma Bíblia Feminista e um Deus que não é Pai

Algo comumente alegado pelo movimento feminista é o papel historicamente opressor da fé cristã sobre as mulheres. Regina Schwartz, em seu livro ‘The Curse of Cain: The Violent Legacy of Monotheism’, defende a tese de que o Monoteísmo (a crença em único deus, o que engloba o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo) é o grande responsável pelos males da humanidade, em especial sobre as mulheres.

Apesar de, infelizmente, poderem ser citados exemplos em que os homens ditos cristãos não agiram com as mulheres (e outros grupos da sociedade) da melhor maneira, deve-se destacar também, em nome da justiça, que nenhuma religião se empenhou tanto pelo progresso e dignidade da mulher quanto o Cristianismo bíblico. Onde os missionários cristãos chegaram, a situação da mulher mudou drasticamente para melhor (como em Roma, onde as mulheres eram consideradas inferiores aos escravos e meninas eram mortas após o nascimento apenas por serem meninas, ou na Índia, onde se queimavam mulheres vivas com seus maridos falecidos até 1829). Mas sobre isso escreverei mais detalhadamente em outro momento.

O que queria destacar por ora é um ataque mais sutil à religião da Bíblia, tentando utilizar-se da própria Bíblia. Alguns ‘cristãos’ acreditam que uma visão masculina de Deus tem servido como arma de opressão machista. Uma vez que a Bíblia se refere a Deus como ‘Deus’ (e não como ‘Deusa’), e como ‘Pai’ (ao invés de ‘Mãe’), isso pressuporia uma superioridade dos homens sobre as mulheres.

Como resolver isso? Com uma nova versão da Bíblia: a ‘The Inclusive Bible: The First Egalitarian Translation’ (A Bíblia Inclusiva: A Primeira Versão Igualitária). Essa versão, sem tradução ainda para o português, proclama respeitar a igualdade entre os gêneros e realiza algumas mudanças no texto bíblico. ‘He’ (pronome Ele) é substituído por ‘It’ (pronome neutro) em relação a Deus. ‘Senhor’ e ‘Pai’, vistos como termos ofensivos [?], são substituídos por ‘Mãe’, ‘Divindade’ ou ‘Amor’.

Mas essas são mudanças positivas, não?

Primeiramente, devemos destacar que para a teologia cristã, Deus não é um ‘homem’ ou um ser ‘masculino’ em nosso sentido biológico/anatômico. Deus é um ser espiritual (João 4:24), e tanto o homem quanto a mulher foram criados à Sua imagem (Gênesis 1:26), expressão que não diz respeito a aspectos físicos, e sim a aspetos morais e espirituais.

Na Bíblia, Deus também se utiliza de metáforas femininas para descrever Suas relações conosco. Deus nos consola da mesma forma em que uma mãe consola seu filhinho (Isaías 66:13). Assim como uma mãe grita no momento de dar à luz, Deus faz a Sua presença conhecida no momento de trazer o julgamento (Isaías 42:14). Como uma galinha ajunta ao redor de si os seus pintinhos, assim Cristo desejou reunir seus filhos ao redor de Si (Mateus 23:37). Deus protegeu e cuidou de Israel, assim como uma mãe águia paira sobre seus filhotes e estende as asas para apanhá-los (Deuteronômio 32:11).

Qual é o problema então se deixarmos de lado os títulos masculinos, e nos referirmos a Deus como ‘Deusa’ ou ‘Mãe’, conforme algumas feministas defendem, e ‘atualizarmos’ nossas Bíblias para um contexto mais adequado ao século XXI? A resposta é: quem achamos que somos nós e que autoridade temos para modificar a forma como Deus revela-Se e fala de Si mesmo na Bíblia?

Deus usa por vezes metáforas femininas para Suas ações, mas jamais intitula-se ‘Mãe’ ou ‘Deusa’. Jesus ensinou-nos a orar ao ‘Pai nosso que está nos céus’, não à ‘Mãe nossa’. Se temos algum problema com a forma pela qual Deus escolher revelar-Se, o problema está em nós, não em Deus. Chamar Deus de ‘Pai’ ou ‘Senhor’ de forma alguma é um rebaixamento ou subjugação das mulheres, pois como já observado, a dignidade das mulheres é ensinada da primeira à última página da Bíblia.

Cabe aos cristãos tomarem cuidado com ditas ‘versões’ bíblicas que na verdade são ‘perversões’ do texto sagrado. Que ouçamos as seguintes admoestações:

“Cada palavra de Deus é comprovadamente pura; ele é um escudo para quem nele se refugia. Nada acrescente às palavras dele, do contrário, ele o repreenderá e mostrará que você é mentiroso.”

Provérbios 30:5-6

“Declaro a todos os que ouvem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhe acrescentar algo, Deus lhe acrescentará as pragas descritas neste livro. Se alguém tirar alguma palavra deste livro de profecia, Deus tirará dele a sua parte na árvore da vida e na cidade santa, que são descritas neste livro.”
Apocalipse 22:18-19

74 - Jejum e Oração - Preparando-se para Vencer

Definição de Jejum:

  1. Abstinência ou abstenção total ou parcial de alimentação em determinados dias, por penitência ou prescrição religiosa ou médica.
  2. Estado de quem não come desde o dia anterior.

Por que é importante? A Bíblia ensina:

O principal motivo do jejum é dar atenção especial às necessidades da alma. É buscar uma comunhão mais íntima com Deus, em estado de humildade e submissão à Sua excelsa e soberana vontade. Não é sacrifício em troca de bênçãos. É um momento em que devemos dirigir as nossas energias espirituais para uma comunicação mais íntima com Deus, confissão de nossos pecados e um desejo sincero de achegarmos a Deus. Consagrando mais as nossas vidas através da oração.

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75 - O Pecado

Deus nos ama e deseja que sejamos felizes. Ao mesmo tempo Ele quer que o amemos e depositemos nossa confiança nEle. É nosso amigo, e deseja que sejamos seus amigos.

Deus conhece o que é melhor para cada um de nós. É uma atitude sábia obedecer à sua vontade. Necessitamos confiar nEle. Visando a nossa felicidade Deus nos concedeu seus mandamentos. Eles são bons (leia Salmo 19). Ao cumprirmos suas leis, tornamo-nos melhores seres humanos, e mais felizes. Infelizmente, porém, o homem natural não confia em Deus como deveria. Em lugar de seguir Seus ensinos, quer andar pelos seus próprios caminhos. Reluta em depender de Deus e, sempre que deixa de realizar a vontade de Deus, para fazer a sua própria vontade, está pecando.

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76 - O Dízimo no Novo Testamento

Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.

Mateus 5:17

Há alguns crentes que não apreciam muito o fato dos pastores às vezes falarem em dinheiro. Esquecem-se eles de que este era um assunto freqüentemente mencionado por Jesus. A Bíblia refere-se mais vezes a dinheiro do que mesmo à oração ou a fé.

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77 - Chamados para se relacionar

Estudo sobre 1 Coríntios 7.1-15

Verso áureo

Quero que todos os homens sejam tais como também eu sou; no entanto, cada um tem de Deus o seu próprio dom; um, na verdade, de um modo; outro, de outro.” (1 Coríntios 7.7)

Núcleo da lição

Relacionar-se com outras pessoas é uma parte essencial da vida. Tratando dos relacionamentos humanos, Paulo dá conselhos para ajudar os cristãos a discernirem se deveriam se casar ou permanecer solteiros. Além disso, o apóstolo descreve como um relacionamento certo com Deus pode nos livrar de ansiedade e preocupação.

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78 - A Verdadeira Adoração

Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Colossenses 3:16.

Adorar é uma atitude do coração, direcionando nosso louvor a Deus. Isso pode ser feito na igreja ou em casa. Seu propósito é glorificar a Deus.

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79 - O Uso Moderado do Vinho

Os Batistas do Sétimo Dia nunca proibiram o uso moderado do vinho. Todo o bom cristão tem que ser temperante, ter domínio próprio, e distinguir o que é exagero. Como cristão jamais devemos dar motivo de escândalo. Os Batistas do Sétimo Dia ministram a Santa Ceia com vinho de boa qualidade.

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Estudos Diversos

80 - O que há de errado com ‘The Red Tent’?

The Red Tent” (A Tenda Vermelha) não é uma programação que você deveria passar para o seu grupo de estudos bíblicos. E não apenas por causa de cenas sexualmente sugestivas, mas porque a série literalmente reescreve a narrativa bíblica sobre Diná.

Leia mais:O que há de errado com ‘The Red Tent’?

81 - Tabela comparativa de religiões e seitas

Descubra quem é o fundador, a mensagem principal, quem é Deus, Jesus e a igreja para as principais religiões e seitas. Leia também sobre como acreditam na salvação, Ressurreição de Jesus e as Escrituras que adotam.

Leia mais:Tabela comparativa de religiões e seitas

82 - Homossexualismo: Uma Análise Bíblica

Esta é uma era de crescente aprovação e aceitação do homossexualismo. O homossexualismo é retratado por muitos no governo, na educação pública e em nossas escolas e universidades como apenas um dos muitos modos normais e legítimos de viver. Aqueles que se opõe ao estilo de vida homossexual sob uma base moral e religiosa são normalmente retratados pela elite intelectual, a mídia e a indústria do entretenimento como fanáticos ignorantes que estão cheios de ódio, “homofóbicos”, e por aí vai.

Leia mais:Homossexualismo: Uma Análise Bíblica

83 - Joias e adornos: o que a Bíblia diz sobre seu uso?

Algumas denominações religiosas proíbem seus membros de utilizarem adornos como brincos, colares ou pulseiras. Acreditam que os princípios de modéstia e bom senso ensinados pela Bíblia, se não expressamente, pelo menos de forma indireta desaconselham o seu uso. Mas o que as Escrituras realmente têm a dizer sobre esse tópico?

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Espiritismo

84 - O Cristão e a Terapia de “Constelações Familiares”

PERGUNTA

O que você sabe sobre as “constelações familiares” de Bert Hellinger? Do ponto de vista bíblico ou cristão, está certo? Eu pergunto porque alguns membros da minha igreja estão participando desse tipo de sessões. Eu fui a uma sessão e alguns tópicos são interessantes, mas em alguns pontos eu acho que eles estão errados particularmente, quando eles falam sobre “energia” ou “alma”. Muito obrigado.

Leia mais:O Cristão e a Terapia de “Constelações Familiares”

85 - A Bíblia Ensina a Reencarnação?

O American Heritage Dictionary afirma que a reencarnação é o “renascimento da alma em outro corpo”. Por muitos anos, a crença na reencarnação foi geralmente associada a religiões orientais como o budismo e o hinduísmo. No entanto, está se tornando cada vez mais popular proclamar uma crença na Bíblia como a Palavra inspirada de Deus, mas ainda assim manter a crença na reencarnação. Uma questão óbvia surge de tal situação: “o que a Bíblia diz sobre a reencarnação?”

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86 - Os Primeiros Cristãos Acreditavam em Reencarnação?

A reencarnação é a antiga crença oriental segundo a qual uma porção de nosso ser (a consciência, alma ou espírito) prossegue em existência após a morte, vindo a passar por inúmeros renascimentos em diferentes corpos, com a finalidade de anulação do carma (a colheita das consequências de ações praticadas anteriormente), o auto-aperfeiçoamento ou a própria auto-aniquilação. Apesar das diversas divergências desse ensinamento com os ensinos do Cristianismo, conforme expressos nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento, muitos argumentam que a reencarnação era doutrina oficial da Igreja até o século VI, quando teria sido proibida e suprimida da Bíblia no Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d.C.

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Testemunhas de Jeová

87 - Homem deificado ou Deus que se fez homem? A antiguidade da crença na divindade de Jesus

“Nessa reunião - prosseguiu Teabing -, foram discutidos e votados muitos aspectos do cristianismo: a data da Páscoa, o papel dos bispos, a administração dos sacramentos e, claro, a divindade de Jesus.

- Não estou entendendo. A divindade de Jesus?

- Minha querida - disse Teabing -, até àquele momento da História, Jesus tinha sido visto pelos seus seguidores como um profeta mortal... um grande homem, e poderoso, mas apesar de tudo um homem. Um mortal.

- Não como o Filho de Deus?

- Exatamente. O estabelecimento de Jesus como ‘Filho de Deus’ foi oficialmente proposto e votado no Concílio de Nicéia.” [1]

Dan Brown, O Código da Vinci, p. 221

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Judaísmo

88 - O Messias Perfurado: Como os Antigos Judeus Interpretavam Zacarias 12:10?

Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e prantearão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito..

Zacarias 12:10

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89 - Quem é o ‘Príncipe da Paz’ de Isaías 9: Jesus ou Ezequias? Uma Resposta ao Judaísmo

O livro de Isaías contém uma profecia sobre uma impressionante criança em seu capítulo 9:

Contudo, não haverá mais escuridão para os que estavam aflitos. No passado ele humilhou a terra de Zebulom e de Naftali, mas no futuro honrará a Galiléia dos gentios, o caminho do mar, junto ao Jordão. O povo que caminhava em trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz. Fizeste crescer a nação e aumentaste a sua alegria; eles se alegram diante de ti como os que se regozijam na colheita, como os que exultam quando dividem os bens tomados na batalha. Pois, tu destruíste o jugo que os oprimia, a canga que estava sobre os seus ombros, e a vara de castigo do seu opressor, como no dia da derrota de Midiã. Pois, toda bota de guerreiro usada em combate e toda veste revolvida em sangue serão queimadas, como lenha no fogo. Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz. Ele estenderá o seu domínio, e haverá paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, estabelecido e mantido com justiça e retidão, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isso.

Isaías 9:1-7

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Mórmons

90 - O Livro de Mórmon Passa no Teste?

O Livro de Mórmon é de Deus? Os quatro milhões de membros [Nota do Tradutor: Já são mais de 16 milhões] da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons) afirmam que é. Eles acreditam que Joseph Smith Jr. (1805-1844) foi um profeta comissionado por Deus para traduzir o livro das placas de ouro entregues a ele por um anjo. Como tal, o Livro de Mórmon é um dos relativamente poucos livros no mundo que são considerados Sagradas Escrituras. A Bíblia nos ensina a “testar todas as coisas; reter o que é bom” (1 Tessalonicenses 5:21). O Livro de Mórmon afirma ser inspirado; quando testado nesta reivindicação, ele passa ou falha?

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91 - A Igreja Mórmon É a Igreja Restaurada?

A doutrina mórmon sobre a igreja é um labirinto de confusão e contradição. De acordo com o ensinamento mórmon: “Quando Jesus Cristo viveu na mortalidade, Ele estabeleceu uma Igreja.” (Petersen 1974, 1) É alegado, no entanto:

“Após a chamada era apostólica, a Igreja gradualmente entrou em uma condição de apostasia, pela qual a sucessão no sacerdócio foi quebrada; e a Igreja, como uma organização terrena operando sob direção divina e tendo autoridade para oficiar as ordenanças espirituais, deixou de existir” (Talmage 1968, 18).

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