| A evolução de uma farsa |
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Os que
não conseguem, ficam para trás, desaparecem, morrem. Os que se adaptam
o fazem porque suas estruturas adquirem as condições necessárias
para sua sobrevivência – as mudanças ou mutações, como seria chamada
a evolução – que, por sua vez, são transmitidas geneticamente para
as gerações seguintes. O problema, é que debater essa questão vai muito além de um simples contraponto antropológico. Isso porque, se formos discutir a origem e evolução das espécies, necessariamente – e obrigatoriamente – discutiremos também em relação ao ser humano conforme o vemos hoje. Remontaremos à criação – ou como preferem ‘ao nascimento’ – do próprio universo, quando este (o homem), sequer existia. Só
então encontraremos os argumentos pertinentes que deverão –
ou pelo menos deveriam – fundamentar os pontos de vistas envolvidos. Por si
só, já partimos de algo que a ciência é incompetente para
definir com exatidão: Como, quando e onde nasceu o universo tal qual
o conhecemos? Perguntado
sobre como tudo começou, Marcelo Gleiser disse: “Não sabemos!”
– e finaliza sua resposta citando um fantástico teólogo (Agostinho),
que diz que o tempo “surge com a criação”. Resposta brilhante
de um cientista idem. E aí
fica a questão: como discutir, afirmar ou defender cientificamente
uma tese (A evolução das espécies) se esta depende de pressupostos
e fundamentos científicos que não podem ser explicados? Aí
vira metafísica, que na descrição de Voltaire consiste em “Procurar,
em um quarto escuro, um gato preto que não está lá”. Os evolucionistas nunca se entenderam. H.J.Muller, Prêmio Nobel, contestou a tese categoricamente, levantando suspeitas óbvias, que muitos insistem em não ver, sobre a questão dos ‘caracteres adquiridos’. Ele disse: “Apesar da forte influência do meio ambiente na modificação do corpo como um todo, e até mesmo do protoplasma das suas células, os genes dentro da célula deste corpo retém a sua estrutura original sem alterações específicas causadas pela modificação do corpo, de modo que, quando o indivíduo se reproduz, transmite à sua progênie os genes não afetados pelos seus próprios ‘caracteres adquiridos’” (Enciclopédia Britânica, Vol. 22, pág. 988, 1959). Como
a coisa ficou sem terra sob os pés, veio o renomado cientista Stephen
Jay Gould, juntamente com o paleontólogo Niles Eldredge, do Museu de
História Natural de Nova York, no início dos anos 70 e lançaram o
que foi descrito como “Equilíbrio Pontual”. Essa
tese afirma que a evolução ocorre em ‘intervalos’ (lapsos) de
tempo relativamente curtos, de aproximadamente 10 mil anos e que, uma
vez as espécies desenvolvidas (modificadas, portanto), tendem a se
manter assim por períodos bem maiores, de até milhões anos. Bem cômodo,
não? E, mais uma vez, só especulação. E o mais
interessante é que, neste caso, segundo esta tese, a evolução
tira férias. Trabalha arduamente em um curto espaço de tempo, com
pequenas comunidades e depois some. Parece uma seita. Não é de estranhar
que consiga tantos adeptos. O próprio
Gould reconhece, porém, que algumas espécies que se diferenciaram
há mais de 500 milhões de anos conservam até hoje algumas
partes do material genético primitivo, como, por exemplo, os genes
homeóticos, aqueles responsáveis por ‘indicar’ o desenho geral
orgânico dos seres vivos, como por exemplo, em que lugares devem ficar
a cabeça, os braços, as pernas, etc. Se analisarmos
quaisquer espécies por anos, por mais díspares que sejam (a mosca
e o elefante, por exemplo), e isso inclui o homem, veremos que elas
sempre manterão a mesma seqüência de genes homeóticos. Onde
o homem entra na história? Mais
uma vez perguntado sobre como surgiu a vida, o brilhante físico Marcelo
Gleiser afirmou: “Essa é outra pergunta a que ainda não podemos
responder!”. Às vezes é mais brilhante ser humilde do que tentar
explicar o que não pode ser explicado, ou mesmo tentar defender o que
não tem fundamento, por simples corporativismo. A espinha na garganta dos jalecos é exatamente a mesma de séculos atrás: como explicar como átomos inanimados (ou matéria inanimada, como muitos preferem) se organizaram a ponto de se tornarem seres vivos? Ora,
se a ciência não sabe definir nem qual foi o átomo inicial, como
responderia a essa pergunta? Não há sequer consenso na comunidade
sobre o fato de a vida ter surgido aqui ou em outro planeta. Não é
de admirar, portanto, que abraçaram fervorosamente Darwin e sua receita
de bolo. E isso também talvez explique porque não vemos mais Newtons, Luteros, Voltaires e Mozarts andando por aí... Põe-se
tudo abaixo pelo princípio científico da ‘Entropia’. Ele
mostra, em essência, que a tendência do altamente organizado é descendente,
em direção ao menos organizado. Os átomos são estáveis, no máximo
tendem-se a decompor-se. Quais são as probabilidades de átomos se
unirem para formarem a célula mais simples que existe? O pressuposto aqui é simples: o mundo não poderia, cientificamente falando, ter sido um fruto do acaso. E isso
não é discurso de religioso fanático fundamentalista, esse
testemunho é dado por cientistas da NASA, ganhadores de Prêmios
Nobel e outras celebridades do meio científico contemporâneo. Resumindo,
para continuarmos, segundo as teses evolucionistas, se enterrarmos um
barril com boas quantidades de aço, vidro e borracha, milhões de anos
depois, ao desenterrá-lo, encontraremos um automóvel em condições
de uso. Simples, não? Pois é, Darwin e seus idólatras também acharam
que seria. O coitado
renegou a tese ao final da vida e morreu sem ver o homem perdendo tempo
tentando criar vida de algo inanimado. Ainda que vivesse um milhão
de anos ainda não veria isso acontecer. Falando
especificamente do homem. Se queremos
continuar se aceitando um ‘acidente’ na origem da vida, tudo bem.
Mas isso é ser racional? Ninguém com o mínimo de conhecimento, em sã consciência, afirma que a teoria da evolução diz que o homem veio do macaco. Isso não está escrito lá. Os que
se afirma, isso sim, especialmente os antropólogos, é que homens e
macacos tiveram – ou vieram de – um ancestral comum, que chamam
de hominídeos. Segundo estes – os cientistas – o cérebro humano,
o diferencial, o calcanhar-de-aquiles, só começou a se desenvolver
depois que os hominídeos desceram das árvores. As atividades manuais
estimulariam o desenvolvimento do raciocínio. Isso há cinco milhões
de anos. Não há como definir cientificamente absolutamente nada a respeito do assunto. Por dois motivos:
A lista
antiga dos ‘australopitecos’ era formada de quatro gêneros: o afarense,
o africano, o robusto e o boisei. Atualmente são sete. Chegaram o anamense,
o barelgazali e o etiópico, além de um, tão esquisito, que não enquadra
em nada, um certo ramido. Isso
sem falar nas datações. Apesar de defendida por fanáticos, a medição
pelo Carbono 14, muito usada nessas teorias, já caiu em desuso. E não
são os leigos que falam, mas os próprios cientistas, que consideram
a medição pelo método potássio-argônico mais adequada. E isso pode
ser comprovado em revistas científicas americanas das décadas de 50-60! Um dos
erros mais célebres do Carbono 14 foi a datação de ocupação de
uma aldeia – Jarno – ao Nordeste do Iraque, fixada em 6 mil anos,
e, posteriormente desmentida pelas evidências arqueológicas como cerca
de 500 anos! A ciência
achava que só o afarense tinha dado o ‘salto’ evolutivo e
aprendido a andar. Depois descobriram que todas andavam paralelamente.
E aí surgiu a ‘evolução paralela’.
O pressuposto
anterior se mantém em relação ao homem: assim como o mundo não poderia
ter sido criado ao acaso, o homem também não. A visão
bíblica. Há
quem defenda a separação ciência X religião, como quem defenda a
separação Estado x Igreja. Ou Deus e o diabo. Ou qualquer coisa extremamente
antagônica. Mas será
que são tão distantes assim? O que diz a Bíblia sobre isso?
ConclusãoA Bíblia
não é um livro de ciências. Não foi concebido para isso.
Mas nela encontramos toda a ciência que precisamos para explicar qualquer
coisa que diz respeito a nós. Poderíamos
citar centenas de versículos bíblicos que poderiam caber em um livro
de ciências em diferentes épocas: A afirmação
de que a terra era redonda (Isaías 40:22). A palavra hebraica é
‘hug’, que quer dizer ‘círculo’, ‘esfera’, ‘globo’.
Isso 700 anos antes de Cristo. O primeiro
capítulo do primeiro livro pode, perfeitamente ser assessorado por
conclusões científicas. Einstein já afirmava que “Deus não
joga dados”. Cientistas
cristãos quando travam guerras contra o envolvimento da Bíblia em
questões científicas, se mostram mais fundamentalistas que xiitas
muçulmanos. Se sentem ameaçados, fustigado. Como pode? Depois de anos
em laboratórios, se submeter à autoridade de um livro que é visto
pela grande maioria de seus pares com um conjunto de lendas e fábulas? Essa
é a diferença. Qualquer
pessoa em seu juízo normal pode entrar em uma sala de aula e, depois
de anos, sair de lá um cientista, um médico, um psicólogo, um
advogado. Com a
Bíblia é diferente. Por maior que seja o QI de alguém, por mais
anos que perca estudando, por mais tempo que passe pesquisando, ela
só vão encontrar o que procura se o Espírito Santo de Deus o revelar. Muitos
homens brilhantes morreram sem salvação por causa desse detalhe. Tentaram
decifrar a Palavra de Deus à luz de seus intelectos. Homens cujos
nomes foram eternizados nos maiores e melhores livros científicos.
Mas que infelizmente não serão encontrados no livro da vida. Deus
criou o universo. E tudo o que nele há. Assim como criou sua ciência
e suas leis. Quem estabeleceu a gravidade? A densidade? O magnetismo?
Sim, Deus é o grande e único nome por trás de todas as coisas. Como
aceitar que homens e orangotangos, em algum momento da história, puderam
pertencer à mesma família, o que a evolução chama de ‘tronco
evolutivo’? |
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A evolução de uma farsa
