| Costumes de Natal |
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| sexta, 15 de dezembro de 2006 | ||||||
Página 3 de 4 A Árvore de Natal Este adorno natalino data de poucos séculos atrás, embora a idéia de árvores sagradas seja muito antiga. “A árvore de Natal vem do Egito e sua origem data de um período muito antes da era natalina”, diz Frederick J. Haskins em seu livro “Respostas a Indagações”. Uma antiga fábula babilônica falava de um pinheiro que renasceu de um velho tronco morto. Esse velho tronco simbolizava Ninrode morto, enquanto que o novo pinheiro simbolizava Ninrode revivido em Tamuz – filho deste com sua mãe Semíramis. Entre os druidas o carvalho era sagrado. Entre os Egípcios a palmeira era sagrada. Em Roma o abeto era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh: “Costumes Populares e Curiosidades”, Pág. 242). O deus escandinavo Odin era considerado como um doador de presentes especiais na época do Natal àqueles que se aproximassem do seu abeto sagrado (Urlin: “festivais, Dias Santos e Santo do Dia”, P. 222). Em pelo menos dez referências bíblicas a árvore verde está associada à idolatria e falsa adoração, conforme I Reis 14:23, etc. Ora, desde que todas as árvores são verdes, pelo menos durante uma parte do ano, a menção especial da palavra “verde”provavelmente se refere às árvores que se conservam verdes durante o ano inteiro. Vejamos o que diz Urlin. “A árvore de Natal... recapitula a idéia da adoração de árvores...castanhas e bolas simbolizam o sol... todas as festividades do solestício de inverno têm sido absorvidas no dia de Natal... o uso de azevinho e visco, das cerimônias druísticas; a árvore de Natal, das honras pagãs ao abeto sagrado de Odin” (Festivais, Dias Santos e Santo do Dia Pág. 238). Levando tudo isso em consideração, é interessante comparar uma citação do profeta Jeremias com o costume moderno de decorar árvores na época de Natal: ... Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis com os sinais dos céus, porque com eles os gentios se atemorizam, Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice com machado; com prata e ouro o enfeitam. Com pregos e martelos o fixam, para que não oscile. Os ídolos são como espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem as leve, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal e não esta neles fazer o bem” Jeremias 10:2-5 As pessoas na época de Jeremias, conforme vemos nas passagens bíblicas acima, estavam realmente idolatrando uma árvore; a palavra artífice”não esta definindo um artesão, mas alguém que fabrica ídolos (Isaías 40:19,20; Oséias 8:4-6). E a palavra “machado”refere-se aqui específicamente a uma ferramenta de talhar. Em Jeremias encontramos uma perfeita descrição de uma “árvore de Natal”, que o Deus eterno chama de “o caminho das nações”ou o “caminho dos gentios”. Ele nos proíbe de imitar esse caminho e, consequentemente, de segui-lo. A árvore de Natal, nesta passagem é considerada um símbolo de idolatria. Ao citar essa passagem de Jeremias não queremos afirmar que as pessoas que hoje colocam “árvore de Natal”sob suas casas ou nas igrejas estejam adorando essas árvores. No entanto, tais costumes são exemplos vivos da mistura do paganismo com o cristianismo. Precisamos ter discernimento a respeito de nossos costumes, que têm aparência cristã e, no entanto, provêm do paganismo. Certas pessoas se enganam ao pensar que é lícito ter em sua casa uma “árvore de Natal”, mas não é isso que nos diz o texto de Jeremias. |
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