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Estado do Vaticano - Documentário Imprimir E-mail
terça, 18 de julho de 2006
Índice de Artigos
Estado do Vaticano - Documentário
Origem do Vaticano e do Papado (1)
Origem do Vaticano e do Papado (2)
Rendas do Vaticano e das Igrejas
Influência do Estado do Vaticano
O Vaticano em seus Concílios Altera as Doutrinas Cristãs
A Igreja Antes e Depois do Século IV
O Confronto Bíblia X Catolicismo Romano
A Ceia do Senhor e a Missa (1)
A Ceia do Senhor e a Missa (2)
O Vaticano e o Pedestal de Maria (1)
O Vaticano e o Pedestal de Maria (2)
Petros, Petra, Kephas e as Chaves do Céu
Origem e Juramento dos Jesuitas
O Papado e os "Direitos Humanos"
A Estrapada
Divergências e Contradições
O Declínio do Papado
Referências da Bíblia ao Papado e ao Vaticano
Títulos e Crendices da Igreja
A Imoralidade dos Papas
A Benção Papal
A Veracidade da Bíblia
Opinião de Homens Célebres Sobre a Bíblia
Referências

A Ceia do Senhor e a Missa (1) 

A PALAVRA “MISSA” que substituiu o culto Cristão original foi introduzida na Igreja pelo Catolicismo no ano 394 e significa entre outras coisas “mistério”. O Concílio de Trento ameaçou que “se alguém negar que aquilo que se oferece na missa não é CISTO PARA SER COMIDO seja excomungado”(Trd. XXII).

A Ceia do Senhor que era simples como se vê no quadro “A última Ceia de Leonardo da Vinci foi celebrada dessa forma por dose séculos, mas no ano 1200 substituíram o pão pela hóstia e no Concílio de Constança, ano 1414, resolveram negar o vinho aos fiéis; essa decisão foi sancionada pelo papa João XXIII, papa devasso, violador de moças virgens, mulheres casadas e freiras.
- A Ceia do Senhor sofreu nova agressão no Concílio de Roma, anos 1215-16, quando isolaram do contexto as palavras figuradas de Cristo”isto é meu corpo e isto é meu sangue”fizeram uma péssima exegese estabelecendo a TRANSUBSTANCIAÇÃO ( transformação dos elementos da Ceia em “presença real”).
- Até o século XII nenhum Cristão aceitava que a farinha se transformasse em “Cristos”.
Coube ao Concílio de Trento, ano 1551, dar o golpe final contra a Ceia do Senhor aprovando e definindo a crendice da transubstanciação.
- A partir desse Concílio qualquer padre com um passe de mágica “transforma” o trigo e a água em carne, ossos, sangue nervos e cabelos de Cristo, tudo dentro de uma hóstia. O Papa Pio IX gloriava-se com o dogma proclamando no seu pontificado: “Não somos simples mortais, somos superiores à Maria, ela deu a luz a um Cristo, mas nós podemos fazer quantos CRISTOS quisermos; nós os padres criamos o próprio Deus” (Ver Gazeta da Alemanha número 21 de 1870).

Conheça as Façanhas do papa Inocêncio III que decretou esse dogma:
1-    Condenou a “CRTA MAGNA” e disse que “O céu e a terra se submetem ao Vigário de Cristo”.
2-    Organizou duas cruzadas guerreiras;
3-    Instituiu o confissionário que põe a descoberto o segredo dos lares;
4-    Instituiu a inquisição que foi ativada pelo papa Gregório IX;
5-    Proibiu a leitura da Bíblia.

Igreja resistiu à implantação da transubstanciação mais foi vencida, alguns decidiram por milhões e verificou-se que  UMA MENTIRA MUITAS VEZES REPETIDA SE TRANSFORMA EM VERDADE.

Igreja Católica exige respeito pelo dogma, pedem que não se mastigue a hóstia. O missal Romano, Página 58 prescreve: “Se um padre sentir-se mal durante a celebração da missa e vomitar a hóstia, deve engolir o que pôs para fora”.
Quando a doutrina da transubstanciação foi introduzida no catolicismo, houve discussões escolásticas: O professor Halles explicava que se um morcego engolir uma hóstia, engoliu o próprio Cristo. O Bispo Bonaventura achou repugnante, mas S. Thomaz deu razão ao professor Haller. (Roma. lg e o Ant-Crist. 280).

No Canadá o jovem padre Daule descuidou-se de umas hóstias, horrorizado viu ratos devorando-as, correu para o velho bispo e disse: Os ratos estão devorando nosso bom Deus! (Chiniqui, Ex-padre, pág. 334).

O ex-padre Dr. Hipólito de Oliveira Campos, quando exercia o sacerdócio em Cuiabá, esqueceu umas hóstias que emboloraram e viraram larvas...
Resta perguntar; Que tipo de Cristo tem a Igreja Católica Romana?
- Rubano Mauro, 788-857, abade de Fulda e depois Arcebispo de Moguncia, considerava “Heresia grave supor que na Eucaristia estava presente a carne nascida de Maria” (Espist. Ad.Heribaldum).

Santo Agostinho bispo de Hipona, 340-430, gracejava da transubstanciação cuja idéia já existia no seu tempo; pregando nas igrejas, dizia: “porque preparas os dentes e o estomago?  -- Confiar em Cristo é comer o PÃO VIVO, não se pode engolir Aquele que subiu vivo para o céu”. (ver Tratado sobre João VXV e Sermões nº 131.1)

"LA GRANDE ENCICLOPÉDIE FRANÇAISE" comentando a eucaristia escreveu que “Os teólogos Católicos imaginaram os povos mais feiticistas e os Cultos mais idólatras; tomam a farinha cozida e o vinho e dizem: Eis nosso Deus, Comei-O. – Proibidos de raciocinar, os clérigos esqueceram de ler Santo Agostinho e A IGNORÂNCIA TORNOU-SE MOLÉSTIA GERAU.

 


 
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