| A Virgem Maria do Catolicismo Romano |
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Página 2 de 7 Maria, a QUARTA PESSOA da Santíssima Trindade! Os católicos romanos são ensinados que todas as graças fluem naturalmente de Maria. Ela não merece esta afronta! Com notável acerto escreve o conhecido Ver. Caio Fábio d’Araújo Filho:
A revista Newsweek revela que um documento endossado por mais de quarenta mil assinaturas foi recentemente enviado ao Vaticano, “pedindo ao papa João Pulo II que, no pleno uso de sua suposta infalibilidade papal, decrete o dogma a partir do qual Maria seja transformada em co-redentora, passando a ter poderes salvadores, à semelhança de Cristo Jesus”. Vale salientar que o papa João Paulo II “já recebeu pelo correio cartas de mais de quatro milhões de católicos de cerca de 157 países” pedindo a mesma coisa. Maria, a QUARTA PESSOA da Santíssima Trindade! Blasfêmia terrível! E o Ver. Caio Fábio nos diz mais ainda:
Seriam necessários apenas 4 milhões de assinaturas a fim de que Maria fosse guindada ao status de deusa. Assim. As implicações dessa nova postulação teológica abririam espaço para blasfêmia e anedota. Isso porque qualquer pessoa com alguma dose de espirituosidade poderia dizer que Maria seria Filha do Pai, Mãe do Filho e esposa do Espírito Santo. Mesmo que tal proposição não tenha sido ainda aceita, é também objeto das convicções pessoais do papa, o que a torna forte candidata a ser levada a sério, afirma Caio Fábio. Vejamos as palavras do próprio Papa João Paulo II:
O Ver. Caio Fábio comenta:
E se Maria é o perfeito ícone da Igreja então, melhor ainda que ter o ícone é ter aquilo que ele representa elevado ao nível da divindade. Assim não me admiraria se daqui há algumas décadas a Igreja Católica se elevasse ao papel de parte da divindade, com o papa erguido ao nível de divino, como representação da Igreja deusa. Ora se isso acontecesse estaríamos diante da mais perfeita manifestação histórica daquilo que poderia ser associado ao anticristo que é aquele que se assenta no trono de Deus e considera-se Deus. A gente ri para relaxar, mas chora diante do fato de que cristãos em plena passagem para o terceiro milênio, continuem vítimas de antigas e pagãs superstições criadas num tempo em que o acesso à Bíblia era quase impossível, Conclui Caio Fábio - (Revista Vinde, ano 2 nº 23 outubro de 97 ps. 58,59). Portanto, duas novas doutrinas acerca de Maria estão sendo discutidas; Maria como Mediadora e Maria como Co-redentora. Maria está sendo apresentada como Mediadora ao lado de Cristo! Blasfêmia! Se o Papa João Paulo II decretar tal dogma, que seja afastado do ofício Papal! Contudo, a pressão que lhe está sendo feita é enorme. E, além do mais ele não precisa mais do Colégio Apostólico (bispos do mundo inteiro) para apoiá-lo em suas decisões, pois assim corroborou o Mons. Péricles Felice, Arcebispo Titular de Samosata, Secretário Geral do Sacrossanto Concílio Ecumênico do Vaticano II:
E o Concílio Vaticano I que se reuniu em Roma em 1870, definiu a doutrina da infalibilidade do papa da seguinte maneira:
É Interessante notar que os papas, ao emitir seus decretos e pronunciamentos, não os identificam se são EX-CATHEDRA ou não. Podemos ter certeza de que se este poder fosse real, eles não hesitariam em identificá-lo assim,pois na verdade achariam muito vantajoso fazê-lo! A bem da verdade, este alegado atributo da infalibilidade tem sido usado muito parcamente pelos papas, evidentemente porque não querem correr o risco de ser apanhados em falsas declarações. Parece que esse foi formalmente invocado apenas em três ocasiões, até agora: duas pelos Papa Pio IX, a primeira quando em sua bula “Ineffabilis Deus”, decretou o dogma da “Imaculada Conceição”, em 08/12/1854 e 16 anos depois, decretou no Concílio Vaticano I, em 1870, o dogma da “Infalibilidade Papal”; e uma vez, pelo Papa Pio XII, quando, em 1º de novembro de 1950, ma constituição apostólica “Municicentíssimus Deus”, decretou o fantasioso dogma da “Assunção de Maria”. Vejamos o que disse o Papa Paulo VI em sua “Exortação Apostólica Sobre o Culto à Bem Aventurada Virgem Maria” nº 20:
E disse mais o Papa Paulo VI:
Quanta blasfêmia! Coitada de Maria, que tendo sido uma simples mulher do povo, no século IV da era cristã começou a ser transformada numa deusa pagã, recebendo, a partir daí, um culto idolátrico, completamente abominável aos olhos de Deus! Referir-se a Maria como a “Mãe de Deus” e como “Co-redentora com Cristo”, aponta claramente que ela é uma deusa. O Papa Benedito XV (1914 – 1922) afirmava que “Maria sofreu junto com o seu Filho moribundo e que junto com Ele ela remiu a raça humana”. Este pronunciamento foi sancionado pelo Papa Pio XI em 1923. Em parte nenhuma das Escrituras é mencionado qualquer culto a Maria, nem qualquer mandamento que o exija. A própria Maria confessou que era pecadora necessitada de um Salvador (Lucas 1:46,47). Os outros livros do Novo Testamento, embora discutam frequentemente o assunto relacionado à salvação, jamais o colocaram sob a dependência de Maria ou a ela fizeram referência como redentora da humanidade. O Livro de Apocalipse refere-se aos salvos na glória e ao “Cordeiro que foi morto”, no meio do trono (Apocalipse 5:6). Também se refere ao louvor das hostes (Apocalipse 5:7-14), aos doze fundamentos da cidade com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro sobre eles (Apocalipse 21:14), mas não faz sequer uma referência a Maria! A partir de Atos 1:14 nem as Escrituras nem a História da Igreja Primitiva referem-se a Maria, e isso estava certamente no propósito de Deus para evitar a idolatria daqueles cristãos que eventualmente iriam chamá-la “Mãe de Deus”, intercedendo a ela. |
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