A Virgem Maria do Catolicismo Romano Imprimir E-mail
Índice de Artigos
A Virgem Maria do Catolicismo Romano
Maria, a QUARTA PESSOA da Santíssima Trindade!
Maria Co-Redentora - Uma Blasfêmia
Imaculada Conceição de Maria
Assunção de Maria
Como Se Infiltrou o Paganismo na Igreja Cristã
Igreja Católica Romana  X Bíblia Sagrada

Maria, a QUARTA PESSOA da Santíssima Trindade! 

Os católicos romanos são ensinados que todas as graças fluem naturalmente de Maria. Ela não merece esta afronta! Com notável acerto escreve o conhecido Ver. Caio Fábio d’Araújo Filho: 

Quem leu a revista americana Newsweek, da última semana de agosto de 1997, viu que, apesar de todos os avanços do mundo pós-moderno na área tecnológica, a alma humana continua primitiva em sua busca por ícones sagrados e em sua disposição de criá-los, mesmo que o caminho seja o de arranjar uma quarta pessoa para a Trindade, uma mãe para o filho eterno de Deus, uma auxiliadora idônea para o Redentor e uma esposa para o Espírito Santo.”

E Maria é, outra vez o centro da polêmica. A questão agora no entanto, é das mais essenciais e toca o nervo mais sensível de toda a Teologia Cristã, pois tem a ver com as bases sobre as quais repousa todo o arcabouço dos evangelhos: a exclusividade de Cristo Jesus como único Redentor do ser humano”.

A revista Newsweek revela que um documento endossado por mais de quarenta mil assinaturas foi recentemente enviado ao Vaticano, “pedindo ao papa João Pulo II que, no pleno uso de sua suposta infalibilidade papal, decrete o dogma a partir do qual Maria seja transformada em co-redentora, passando a ter poderes salvadores, à semelhança de Cristo Jesus”.

Vale salientar que o papa João Paulo II “já recebeu pelo correio cartas de mais de quatro milhões de católicos de cerca de 157 países” pedindo a mesma coisa.

Maria, a QUARTA PESSOA da Santíssima Trindade! Blasfêmia terrível! E o Ver. Caio Fábio nos diz mais ainda:

A leitura dos evangelhos nos permite perceber que consciência Maria tinha do seu papel espiritual. Era apenas de uma serva do Senhor, que dizia de si ter sido objeto da graça salvadora de Deus... as duas últimas menções a Maria, explícitas no Novo Testamento a mostram “ao pé da cruz” e “no cenáculo” onde oravam."

Tudo que daí em diante se atribui a esta judia foi o resultado de produção posterior, completamente patrocinada pelo processo de sincretismo que aconteceu do século IV em diante, quando o paganismo greco-romano foi lentamente absorvido pelos novos cristãos daquele período..."

 Seriam necessários apenas 4 milhões de assinaturas a fim de que Maria fosse guindada ao status de deusa. Assim. As implicações dessa nova postulação teológica abririam espaço para blasfêmia e anedota. Isso porque qualquer pessoa com alguma dose de espirituosidade poderia dizer que Maria seria Filha do Pai, Mãe do Filho e esposa do Espírito Santo. Mesmo que tal proposição não tenha sido ainda aceita, é também objeto das convicções pessoais do papa, o que a torna forte candidata a ser levada a sério, afirma Caio Fábio.

Vejamos as palavras do próprio Papa João Paulo II:

Tendo criado homem e mulher, macho e fêmea, o Senhor deseja colocar a NOVA EVA ao lado do NOVO ADÃO no processo de redenção... dessa forma, Maria, a nova Eva, se torna o mais perfeito ícone da igreja... por isso, nós podemos nos voltar para a Bendita Maria, confiadamente, implorando sua ajuda, conscientes da singularidade de seu papel, confiado a ela por Deus, que é o de co-responsável pela redenção.” Palavras de João Paulo II. Poderá existir blasfêmia maior?

 O Ver. Caio Fábio comenta:

Esta declaração do papa, além de alçar Maria extra-oficialmente ao papel de co-redentora, também abre espaço para uma possível quinta entidade, agora coletiva na antiga trindade: a própria igreja! Ora, a lógica da declaração de João Paulo II é a seguinte: Se Jesus é o Novo Adão – segundo o apóstolo Paulo na carta aos Romanos – então Maria é a Nova Eva, segundo o Papa” 

E se Maria é o perfeito ícone da Igreja então, melhor ainda que ter o ícone é ter aquilo que ele representa elevado ao nível da divindade. Assim não me admiraria se daqui há algumas décadas a Igreja Católica se elevasse ao papel de parte da divindade, com o papa erguido ao nível de divino, como representação da Igreja deusa.

Ora se isso acontecesse estaríamos diante da mais perfeita manifestação histórica daquilo que poderia ser associado ao anticristo que é aquele que se assenta no trono de Deus e considera-se Deus. A gente ri para relaxar, mas chora diante do fato de que cristãos em plena passagem para o terceiro milênio, continuem vítimas de antigas e pagãs superstições criadas num tempo em que o acesso à Bíblia era quase impossível, Conclui Caio Fábio - (Revista Vinde, ano 2 nº 23 outubro de 97 ps. 58,59).

Portanto, duas novas doutrinas acerca de Maria estão sendo discutidas; Maria como Mediadora e Maria como Co-redentora. Maria está sendo apresentada como Mediadora ao lado de Cristo! Blasfêmia!

Se o Papa João Paulo II decretar tal dogma, que seja afastado do ofício Papal! Contudo, a pressão que lhe está sendo feita é enorme. E, além do mais ele não precisa mais do Colégio Apostólico (bispos do mundo inteiro) para apoiá-lo em suas decisões, pois assim corroborou o Mons. Péricles Felice, Arcebispo Titular de Samosata, Secretário Geral do Sacrossanto Concílio Ecumênico do Vaticano II:

O Romano Pontífice, quando se tratar de ordenar, promover e aprovar o exercício da colegiabilidade em vista do bem da Igreja, procede segundo a sua própria descrição. O Sumo Pontífice como pastor supremo da Igreja, pode exercer o seu poder em qualquer tempo à sua vontade, como é exigido pelo seu cargo. (Nota explicativa prévia em “Lúmen Gentium de Ecclesia”, itens 3 e 4).

 E o Concílio Vaticano I que se reuniu em Roma em 1870, definiu a doutrina da infalibilidade do papa da seguinte maneira:

...Ensinamos e definimos que é um dogma divinamente revelado que o Pontífice Romano, quando fala EX-CATHEDRA, isto é, quando está no desempenho do ofício de pastor e doutor de todos os cristãos, pela virtude de sua suprema autoridade apostólica, ele define uma doutrina referente a fé e moral que deve ser criada pela igreja universal, pela assistência divina que lhe foi prometida no bem aventurado Pedro, é possuidor daquela infalibilidade com a qual o Divino Redentor desejou que a Sua Igreja fosse dotada para definir doutrinas referente à fé e moral, e que portanto tais definições do Pontífice Romano por si mesmas – e não por virtudes do consentimento da igreja – são INALTERÁVEIS” 

É Interessante notar que os papas, ao emitir seus decretos e pronunciamentos, não os identificam se são EX-CATHEDRA ou não. Podemos ter certeza de que se este poder fosse real, eles não hesitariam em identificá-lo assim,pois na verdade achariam muito vantajoso fazê-lo!

A bem da verdade, este alegado atributo da infalibilidade tem sido usado muito parcamente pelos papas, evidentemente porque não querem correr o risco de ser apanhados em falsas declarações. Parece que esse foi formalmente invocado apenas em três ocasiões, até agora: duas pelos Papa Pio IX, a primeira quando em sua bula “Ineffabilis Deus”, decretou o dogma da “Imaculada Conceição”, em 08/12/1854 e 16 anos depois, decretou no Concílio Vaticano I, em 1870, o dogma da “Infalibilidade Papal”; e uma vez, pelo Papa Pio XII, quando, em 1º de novembro de 1950, ma constituição apostólica “Municicentíssimus Deus”, decretou o fantasioso dogma da “Assunção de Maria”.

Vejamos o que disse o Papa Paulo VI em sua “Exortação Apostólica Sobre o Culto à Bem Aventurada Virgem Maria” nº 20:

Esta união da Mãe com o Filho na obra da redenção alcança o ponto culminante no calvário onde Cristo se oferece a Si mesmo vítima sem mácula a Deus (Hebreus 9:14), e onde Maria esteve de pé junto a cruz (João 19:25), sofrendo profundamente com o seu Unigênito e associando-se com ânimo maternal ao seu auxilio, consentindo amorosamente na imolação da vítima que ela havia gerado” (Concílio Vaticano II, Constituição dogmática sobre a Igreja, Lúmen Gentium nº 5), e “oferecendo-a também ela ao eterno Pai” (Pio XII, Encíclica Mystiei Corporis, AAS 35 – 1943, P. 247)

E disse mais o Papa Paulo VI:

Assim Maria filha de Adão, consentindo na Palavra divina, tornou-se mãe de Jesus e abraçando com generosidade, sem pecado algum (leia Romanos 3:23) a vontade salvífica de Deus, consagrou-se totalmente como escrava do Senhor, à pessoa e obra de seu Filho, servindo ao ministério da redenção sob a sua dependência, e com ele, pela graça de Deus Onipotente. Com razão afirmam os santos padres (E não a Bíblia Sagrada!) que Maria não foi instrumento passivo nas mãos de Deus, mas cooperou na salvação dos homens com fé livre e com inteira obediência. Como diz santo Irineu: pela obediência, ela tornou-se causa de salvação para si mesma (Leia Lucas 1:46,47) e para todo o gênero humano” (Lúmen Gentium nº 56). 

Quanta blasfêmia! Coitada de Maria, que tendo sido uma simples mulher do povo, no século IV da era cristã começou a ser transformada numa deusa pagã, recebendo, a partir daí, um culto idolátrico, completamente abominável aos olhos de Deus!

Referir-se a Maria como a “Mãe de Deus” e como “Co-redentora com Cristo”, aponta claramente que ela é uma deusa. O Papa Benedito XV (1914 – 1922) afirmava que “Maria sofreu junto com o seu Filho moribundo e que junto com Ele ela remiu a raça humana”. Este pronunciamento foi sancionado pelo Papa Pio XI em 1923.

Em parte nenhuma das Escrituras é mencionado qualquer culto a Maria, nem qualquer mandamento que o exija. A própria Maria confessou que era pecadora necessitada de um Salvador (Lucas 1:46,47).

Os outros livros do Novo Testamento, embora discutam frequentemente o assunto relacionado à salvação, jamais o colocaram sob a dependência de Maria ou a ela fizeram referência como redentora da humanidade.

O Livro de Apocalipse refere-se aos salvos na glória e ao “Cordeiro que foi morto”, no meio do trono (Apocalipse 5:6). Também se refere ao louvor das hostes (Apocalipse 5:7-14), aos doze fundamentos da cidade com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro sobre eles (Apocalipse 21:14), mas não faz sequer uma referência a Maria!

A partir de Atos 1:14 nem as Escrituras nem a História da Igreja Primitiva referem-se a Maria, e isso estava certamente no propósito de Deus para evitar a idolatria daqueles cristãos que eventualmente iriam chamá-la “Mãe de Deus”, intercedendo a ela.



 
< Anterior   Próximo >

Alguns Artigos

Notícias


Notícias
Notícias seculares sobre o cristianismo

Quem está online...

Nós temos 13 visitantes online


Você está aqui:Página Inicial arrow Estudos arrow IBSD X Católica arrow A Virgem Maria do Catolicismo Romano

Últimos Artigos

Artigos mais lidos

Nossos Patrocinadores

Fok Hospedagem de sites
Hospedagem de sites com segurança!
Lista Telefônica Virtual
Lista Telefônica Virtual
e desenvolvimento de websites

Deseja colaborar com este ministério?