A Virgem Maria do Catolicismo Romano Imprimir E-mail
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A Virgem Maria do Catolicismo Romano
Maria, a QUARTA PESSOA da Santíssima Trindade!
Maria Co-Redentora - Uma Blasfêmia
Imaculada Conceição de Maria
Assunção de Maria
Como Se Infiltrou o Paganismo na Igreja Cristã
Igreja Católica Romana  X Bíblia Sagrada

Maria Co-Redentora - Uma Blasfêmia 

O Senhor Jesus é o único, total e suficiente Salvador (Atos 4:12; Hebreus 11;17 e 12:25), de modo que não há necessidade alguma de se fazer intercessão a Maria.

As passagens das Escrituras que falam do Mediador entre Deus e o homem, não somente deixam de mencionar Maria como a excluem expressamente (I Timóteo 2:5,6 ; Hebreus 8:6 e 9:15; I João 2:1).

Os católicos romanos são instruídos a chamar Maria de “Mãe de Deus”. Ora, Deus é espírito eterno e infinito e chamar Maria de “Mãe de Deus” é uma falta de senso, visto como Deus é o Criador de todas as coisas e Maria é uma criatura de Deus. Ela foi a mãe de Jesus na carne. Isabel chamou-a “Mãe do meu Senhor” (Lucas 1:43) e isso não é a mesma coisa que chamá-la “Mãe de Deus”.

Pelo fato de muitas mães terem exercido influência sobre seus filhos, a assim chamada “Igreja Católica Romana” ensina que Maria poderia influenciar, também, o Senhor Jesus. Daí porque essa Igreja a considera “Mediadora”. Entretanto, não se podem comparar as relações de mãe e filho biológicos com as relações entre Maria e o ressurreto Filho de Deus.

Além disso, existem muitos textos bíblicos mostrando claramente que, mesmo antes de ser crucificado, durante o Seu ministério terreno, nem Maria, nem qualquer outro membro da família pôde intervir em sua obra. Por três vezes Maria tentou fazê-lo, porém o Senhor não lho permitiu;

PRIMEIRO – Na ocasião em que Jesus visitou Jerusalém e estava no templo, aos doze anos de idade (Lucas 2:48,49).
SEGUNDO – Nas bodas de Cana da Galiléia (João 2:3,4).
TERCEIRO – Em Cafarnaum, quando estava pregando (Marcos 3:31,33 e Mateus 12:50). 

À mulher que exclamou: ... Bem-aventurada aquela que te concebeu, e os seios que Te amamentaram!”, o Senhor Jesus respondeu: ...Antes, bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam” (Lucas 11:27,28).

Com estas palavras Ele não quis negar que sua mãe fosse bem-aventurada em suas relações com Ele, mas deixou claro que a bem-aventurança daqueles que crêem na Sua palavra e a praticam é muito maior.

Este versículo é suficiente para mostrar quão longe a Igreja Romana tem ido na prática errônea da exaltação a Maria, como tendo poderes praticamente iguais aos do seu Filho. A obra redentora consumada por Jesus Cristo na Cruz (Hebreus 10:10), é o único meio de levar o homem a Deus (João 14:6).

Portanto, fazer intercessão a Maria não é apenas uma futilidade, é uma blasfêmia! É duvidar da Palavra de Deus que afirma:

Mas Deus prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Mas Deus sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, -- pela graça sois salvos...” (Efésios 2:4,5).

Os teólogos católicos especializados em “Mariologia” afirmam que as palavras do anjo: “Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo” (Lucas 1:28), contêm um sentido oculto e significam: “Foste concebida sem o pecado original... e que Maria também continuou imaculada até o dia de sua morte”.

Essa linha de raciocínio está embasada em pura lenda e tradição não comprovadas, que pretendem transformar a ficção em realidade.

O fato é que o Senhor Jesus Cristo foi concebido sem pecado (II Coríntios 5:21) por obra do Espírito Santo (Lucas 1:35). Contudo Sua mãe, por mais piedosa que fosse e altamente favorecida para se tornar a mãe biológica do Senhor Jesus, era, sem dúvida, pecadora como todos os descendentes de Adão (Lucas 1:46,47; Romanos 3:23).

A expressão: “Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo” significa apenas que Maria se tornou bem aventurada entre as mulheres. Não há base alguma para ser nas entrelinhas, qualquer “sentido oculto”, conforme a Igreja Romana afirma, a fim de provar a “Imaculada Conceição de Maria”.

Em verdade o que os apologistas católicos romanos afirmam ser interpretação da Palavra de Deus é apenas um acréscimo infeliz à mesma! Em seu cântico: ...disse Maria: a minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegrou em Deus, MEU SALVADOR...” (Lucas 1:46,47).

Somente os pecadores necessitam de um Salvador, daí porque Maria reconhecendo o seu estado de pecado expressou-o simples e naturalmente. Quando da sua ida ao templo com José, seu esposo, para apresentar seu filho Jesus no oitavo dia, obedecendo a Lei de Moisés, ofereceu sacrifício de sangue pela sua própria purificação, o que implica em reconhecer-se pecadora carente de perdão (Lucas 2:22-24). Este é o testemunho das Escrituras. E o que dizer do testemunho posterior da História?



 
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