| A Virgem Maria do Catolicismo Romano |
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| quinta, 21 de dezembro de 2006 | |
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Página 1 de 7 Um dos pontos enraizados na fé, não apenas dos sacerdotes, mas de todos os católicos em geral, é a exagerada veneração a Maria, a qual tem sido transformada pelo Romanismo em tremenda blasfêmia. Maria, Medianeira de todas as graças Comecei a ler diariamente a Palavra de Deus quando ainda fazia parte do chamado “Movimento de Renovação Carismática Católica” (RCC), o qual tem sido ultimamente o sustentáculo da obsoleta e deturpada religião católica, evitando o esvaziamento das igrejas. O povo já esta cansado do ritualismo dessa Igreja, tem sede da Palavra de Deus e busca o Mover do espírito Santo em seus corações. Embora esse “movimento” NÃO seja apoiado, mas apenas tolerado pela totalidade dos bispos católicos, mormente pelos da ala chamada “progressista”, não acreditamos que o Deus Todo-Poderoso pactue com um “movimento” divulgador da idolatria, da qual Ele abomina! Este “movimento” pode tornar-se num verdadeiro ramo dissidente do Catolicismo Romano. Ele é apenas uma tentativa de barrar o crescimento das Igrejas Evangélicas em solo pátrio, mormente o das assim chamadas “igrejas neo-pentecostais”, as quais são um verdadeiro espanto para o Catolicismo Romano! Ao ler a Bíblia fiquei alarmado quando descobri que são muitas as “posições teológicas” que me foram sofismaticamente ensinadas para que eu fosse “programado”, a fim de divulgá-las. Essas passagens, que vão totalmente de encontro à Palavra de Deus devem ser estudadas cuidadosamente. Assim foi que tendo notado as discrepâncias entre os ensinos da Bíblia e os ensinos do Catolicismo, resolvi pesquisar o assunto através de fontes históricas confiáveis, no sentido de descobrir a origem do endeusamento de Maria. Coitada da “virgem Maria” inventada pelo Catolicismo! A santa mãe de Jesus, na carne, jamais mereceu atribuições mitológicas que lhe têm sido impingidas pelo Romanismo, que a transformou numa deusa pagã, para agradar os pagãos que se juntaram ao Cristianismo, sem conversão alguma. Esses pagãos trouxeram para dentro da Igreja Cristã todos os seus ritos e costumes pagãos, a partir do século IV, quando aconteceu a suposta conversão de Constantino. A mais linda história que já foi contada é, sem dúvida alguma, a do nascimento de Jesus e dos fatos que envolveram Maria, a Mãe do Salvador. Visto como Deus a escolheu para ser a Mãe de Jesus, temos a obrigação cristã de estimá-la, honrando-a como o padrão da maternidade. Maria foi uma mulher pura, santa, piedosa, virtuosa e humilde, até o sacrifício. Ela conhecia bem as Escrituras do Velho Testamento, daí a sua fé e a beleza do seu caráter de esposa e mãe. Ela foi agraciada por Deus, conforme disse o anjo Gabriel, em Lucas 1:28, 30,38:
No final do seu diálogo com o anjo, Maria falou:
Mateus e Lucas descrevem Maria como uma pessoa mentalmente pura e submissa a Deus, muito agradecida pelas bênçãos divinas, com bastante fé para crer na mensagem de Deus, e com bastante sabedoria para saber o propósito de Deus em sua vida. Maria teve o privilégio de se tornar a mãe de Jesus, daí porque sua prima Isabel, cheia do Espírito santo, exclamou alegremente ao vê-la entrar em sua casa:
Observem que Isabel, conforme o relato bíblico, não chamou Maria de “bendita acima de todas as mulheres”, porém apenas “bendita entre as mulheres”. Porque “bendito” acima de todos os homens existe apenas um, “o fruto do ventre de Maria”, ou seja, Jesus Cristo, homem! Partindo da premissa romanista de que Maria esta acima de todas as mulheres, a MARIOLOGIA (ou seja, a Mariolatria) desenvolveu o costume pagão de “venerá-la”, ou melhor, “adorá-la”. Contudo, o Senhor Deus nos diz claramente: “... ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” (Mateus 4:10 e Deuteronômio 6:13). Desse modo, o culto de HIPERDULIA, dedicado a Maria, mãe de Jesus, e uma grande heresia. Esse culto, de modo algum, agrada a Deus. A Igreja Romana, sem qualquer embasamento escriturístico, divide hereticamente o culto católico em três tipos: Latria (adoração suprema dada somente a Deus); Dulia (tipo secundário de veneração dada aos santos e anjos) e Hiperdulia (um tipo mais elevado de veneração dada especialmente a Maria). Hiperdulia, ou seja, o culto oferecido à Maria pelo Catolicismo é, portanto, um culto proibido nas Escrituras Sagradas. Somente um pesquisador de Catolicismo teria capacidade de discernir esses três tipos de culto. E como a porcentagem d pesquisadores é no máximo de um/mil, esta teoria se torna inútil na prática, pois o católico comum não tem capacidade de fazer qualquer distinção, e nem mesmo sabe da existência desta na doutrina católica. O falecido Papa Paulo VI, fala, em sua “Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II sobre a Igreja, (Lúmen Gentium de Ecclesia nº 62”): “Com o seu amor de mãe, Maria cuida dos irmãos (nós) de seu filho, que ainda peregrinam e se debatem entre os perigos e angústias até que sejam conduzidos à Pátria feliz. Por isso, a Santíssima Virgem é invocada na Igreja (Romana), com os títulos de Advogada, Auxiliadora, Amparo e Medianeira. Mas isto deve entender-se de modo que nada tire nem acrescente à dignidade e à eficácia de Cristo, Mediador único”. Como vemos, este papa (Do mesmo modo como todos os seus antecessores e sucessores), era um grande especialista em matéria de sofisma! A sutileza da definição sobre o culto de Hiperdulia apenas confunde o assunto, pois quem seria capaz de equilibrar acertadamente, os sentimentos de modo a oferecer a Deus, aos santos e a Maria o culto proporcional a que supostamente têm direito? Todo culto religioso, quer seja interno ou externo, consiste de oração e louvor, expressos por atos externos, tais como inclinar-se, ajoelhar-se ou prostrar-se – o que significa adoração. E qualquer culto de adoração deveria ser prestado única e exclusivamente a Deus. “Advogada, Medianeira, Amparo, Auxiliadora” – Maria não pode ser. A Bíblia Sagrada diz claramente: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (I João 2:1). O Próprio Jesus declarou a respeito de Si mesmo: “...Eu sou o Caminho, a verdade, e a vida; ninguém vem ao pai senão por mim”(João 14:6). O apóstolo Paulo disse: “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os Homens, Cristo Jesus, homem” (I Timóteo 2:5). Estas passagens anulam definitivamente o argumento de que Maria é “advogada” e “Medianeira”etc. Ir de encontro às mesmas é ferir totalmente a Palavra de Deus . Ë grosseira heresia, é blasfêmia, sem sobra de quaisquer dúvidas! |
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