| A Virgem Maria do Catolicismo Romano |
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| quinta, 21 de dezembro de 2006 | |
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Página 5 de 7 Assunção de Maria A assim chamada "Igreja Católica Romana" ensina, sem qualquer embasamento bíblico, que Maria subiu ao céu em corpo e alma, e que agora é a "rainha dos céus". Sob o título de "assunção", os católicos romanos celebram três festas em honra a Maria: a primeira é a subida de sua alma, sem corpo, ao céu; a segunda é quando, pouco tempo depois, o corpo e a alma se juntaram (ressurreição?) para a subida ao céu e a terceira é a sua coroação como "rainha dos anjos e senhora do universo". O imperador grego, Maurício (582 - 602), ordenou que a festa fosse celebrada em 15 de agosto, o que ainda é feito em nossos dias. O Papa Gregório VII (O Grande) fixou a mesma data para o Ocidente, onde, anteriormente, por razões desconhecidas, a festa era celebrada em 18 de janeiro. A palavra "assunção", que em certo tempo fora aplicada à morte dos santos e, principalmente aos mártires do Cristianismo e à sua entrada no céu, passou a ser, em seguida, aplicada exclusivamente a Maria. Esse termo se distingue da palavra "ascensão", que é aplicado somente à subida de Cristo ao céu, por ter Ele ascendido pelo Seu próprio poder, enquanto Maria teria sido levada pelo Filho e pelos anjos... Contudo, Maria, a santa mãe de Jesus, não é e jamais foi a "rainha dos céus" era o título da "Deusa Mãe" adorada pelos israelitas, séculos antes do nascimento de Maria, conforme Jeremias 7: 18-20:
Os filhos apanham a lenha, os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha, para se fazerem bolos à rainha dos céus; e oferecem libações a outros deuses para me provocarem à ira. Acaso, é a Mim que eles provocam à ira, diz o Senhor, e não, antes, a si mesmos, para a sua própria vergonha? Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que a minha ira e o Meu furor se derramarão sobre este lugar, sobre os homens e sobre os animais, sobre as árvores do campo e sobre os frutos da terra; arderá e não se apagará.”
O dogma da "assunção de Maria" é uma conseqüência do dogma da sua perpétua virgindade e imaculada conceição, e marca mais um passo em direção à exaltação romanista de Maria como objeto de culto religioso. Antes de sua definição oficial, o Papa Pio XII havia consultado os bispos católicos do mundo inteiro, na carta apostólica "Deiparae Virginis", emitida em 1º de maio de 1946, sobre a conveniência e possibilidade de declarar como dogma a assunção de Maria. A resposta do episcopado foi favorável à idéia da proclamação! E, com efeito, em 1º de novembro de 1950, o Papa Pio XII, na "Constituição Apostólica Munificentíssimus Deus" fez o seguinte pronunciamento:
O que a Igreja Romana usou como suporte, desde longa data, para essa falsa e sacrílega doutrina, foi uma lenda apocalíptica contida no livro -- In Gloriam Martyrum, escrita por Gregório de Tours, no sul da França, no século VI. Vejamos o que diz essa lenda:
Esta espécie de narrativa somente poderia ter partido de um monge medieval, o qual não se sentindo satisfeito com a informação Bíblica referente a Maria, resolveu descrever os acontecimentos conforme ele próprio imaginou, na estreiteza do seu fanatismo religioso. Segundo esse relato, Maria não apenas foi recebida no céu, mas foi também elevada a uma posição de proeminência, muito acima de todos os outros santos. Por causa de sua suposta cooperação na Paixão do Filho ela recebeu uma dignidade muito superior à dos arcanjos. Foi coroada "rainha dos céus"pelo Pai, recebendo um trono à direita do Filho. Desse modo, o corpo de Maria teria sido miraculosamente preservado da corrupção e sua ressurreição e assunção equiparadas à ressurreição e ascensão de Jesus. Os pais da Igreja Primitiva, que estiveram mais próximos "desses acontecimentos", nada sabiam a respeito dessa suposta assunção. Admiramo-nos ao constatar que essa doutrina, sem qualquer respaldo Bíblico e fundamento histórico, pudesse ter sido aceita por pessoas consideradas cultas, passando a ser crida como verdade Bíblica indisputável. Não há qualquer sinal de evidência quanto à veracidade da lenda em que a mesma se baseia. É mais um conto da carochinha (do tipo narrado por nossas avós), entre tantos outros publicados pela Igreja com o fito de aprisionar as consciências mal informadas. O Papa Pio XII foi chamado de "Papa mariano"por ter proclamado a doutrina da "assunção de Maria" e ter feito a reiteração de seu título de "rainha dos céus". Por causa desse dogma foi separado um período de 12 meses, envolvendo congressos marianos, cultos especiais e peregrinações a Roma, os quais, naturalmente, acarretaram fabulosos lucros para os cofres do Vaticano. O propósito desses eventos era desviar os olhos do povo da pessoa de Cristo para a pessoa de Maria. Qualquer católico que se dê o trabalho de pesquisar as Sagradas Escrituras jamais poderá encontrar qualquer versículo referente à morte, sepultamento e localização da sepultura de Maria! E muito menos quando e como a mãe de Jesus foi elevada aos céus. Contudo, isso não perturba a assim chamada "Igreja Católica Romana", mesmo tendo o próprio Senhor Jesus testificado a Nicodemos:
Basta apenas este versículo para refutar completamente a falsa doutrina da "assunção de Maria". Milhares de católicos têm sido obrigados a crer neste "conto do vigário", que é uma ofensa à dignidade da verdadeira Maria mãe de Jesus, conforme as Sagradas Escrituras. O Fato é que a Igreja Romana Jamais conseguiu fornecer qualquer evidência sobre o assunto. Contudo, os católicos romanos, por ignorância e comodismo, vão aceitando tudo que esta Igreja enfia pela garganta. Nem mesmo nas grandes Universidades Católicas levantou-se até hoje uma voz, exigindo provas sobre esta doutrina por demais herética. Após este célebre pronunciamento, o Papa Pio XII ainda teve a coragem de acrescentar: Qualquer um que, doravante, duvidou negue esta doutrina, apostatou totalmente da divina fé católica". Isto significa que comete pecado mortal qualquer católico romano que se recusar a crer na mesma. E que não é a Palavra de Deus quem determina o que é ou não pecado, mas a Igreja de Roma, que, muitas vezes, tem se colocado acima de Deus! A doutrina da "assunção de Maria" é uma das chamadas "conclusões lógicas"a que os teólogos romanistas chagaram, no intuito de apoiar o sistema mariológico: "Se Deus não deixou seu Filho conhecer a corrupção (Salmo 16:10), por seu lado também o Filho não deixou o corpo santo que o gerou ser entregue à corrupção da morte". Considerando que Maria foi gerada sem pecado, seria ilógico dizem eles -- presumir que o seu corpo permanecesse na sepultura. Mas a conclusão lógica é:
E onde não há pecado não pode haver penalidade! Deus seria injusto se punisse a criatura inocente! Ou Maria era realmente imaculada e não morreu, ou então ela tinha pecado e morreu. E neste caso o seu corpo, há muito reduzido ao pó, permanece ainda hoje na sepultura aguardando o glorioso dia da ressurreição junto com todos os eleitos de Deus! Depois dos pronunciamentos papais "EX-CATHEDRA" referente à "imaculada conceição"e à "assunção de Maria", ainda existe um elo importante para completar a cadeia de absurdos à qual se prende a "Igreja Católica Romana" com referência a Maria: ode ser ela co-redentora com Cristo! Esta doutrina esteve sob discussão por muitos anos e agora volta com força total. Alguns apologistas da Igreja Romana têm dado a entender que o próximo pronunciamento oficial do papa vai declarar que Maria, embora não seja tecnicamente divina, está, não obstante, associada com Pai, o Filho e o Espírito Santo ma questão da salvação, e que ela como "Medianeira de todas as graças" é também "co-redentora com Cristo". No pé em que estão as coisas, em vista dos milhares e milhares de cartas que têm chegado ao Vaticano, finalmente não teremos no céu uma Trindade, mas uma Quaternidade! É assim que Roma, em todos os séculos, tem avançado, deliberadamente, na formulação de suas doutrinas heréticas! |
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