Vida Cristã

Algo comumente alegado pelo movimento feminista é o papel historicamente opressor da fé cristã sobre as mulheres. Regina Schwartz, em seu livro ‘The Curse of Cain: The Violent Legacy of Monotheism’, defende a tese de que o Monoteísmo (a crença em único deus, o que engloba o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo) é o grande responsável pelos males da humanidade, em especial sobre as mulheres.

Apesar de, infelizmente, poderem ser citados exemplos em que os homens ditos cristãos não agiram com as mulheres (e outros grupos da sociedade) da melhor maneira, deve-se destacar também, em nome da justiça, que nenhuma religião se empenhou tanto pelo progresso e dignidade da mulher quanto o Cristianismo bíblico. Onde os missionários cristãos chegaram, a situação da mulher mudou drasticamente para melhor (como em Roma, onde as mulheres eram consideradas inferiores aos escravos e meninas eram mortas após o nascimento apenas por serem meninas, ou na Índia, onde se queimavam mulheres vivas com seus maridos falecidos até 1829). Mas sobre isso escreverei mais detalhadamente em outro momento.

O que queria destacar por ora é um ataque mais sutil à religião da Bíblia, tentando utilizar-se da própria Bíblia. Alguns ‘cristãos’ acreditam que uma visão masculina de Deus tem servido como arma de opressão machista. Uma vez que a Bíblia se refere a Deus como ‘Deus’ (e não como ‘Deusa’), e como ‘Pai’ (ao invés de ‘Mãe’), isso pressuporia uma superioridade dos homens sobre as mulheres.

Como resolver isso? Com uma nova versão da Bíblia: a ‘The Inclusive Bible: The First Egalitarian Translation’ (A Bíblia Inclusiva: A Primeira Versão Igualitária). Essa versão, sem tradução ainda para o português, proclama respeitar a igualdade entre os gêneros e realiza algumas mudanças no texto bíblico. ‘He’ (pronome Ele) é substituído por ‘It’ (pronome neutro) em relação a Deus. ‘Senhor’ e ‘Pai’, vistos como termos ofensivos [?], são substituídos por ‘Mãe’, ‘Divindade’ ou ‘Amor’.

Mas essas são mudanças positivas, não?

Primeiramente, devemos destacar que para a teologia cristã, Deus não é um ‘homem’ ou um ser ‘masculino’ em nosso sentido biológico/anatômico. Deus é um ser espiritual (João 4:24), e tanto o homem quanto a mulher foram criados à Sua imagem (Gênesis 1:26), expressão que não diz respeito a aspectos físicos, e sim a aspetos morais e espirituais.

Na Bíblia, Deus também se utiliza de metáforas femininas para descrever Suas relações conosco. Deus nos consola da mesma forma em que uma mãe consola seu filhinho (Isaías 66:13). Assim como uma mãe grita no momento de dar à luz, Deus faz a Sua presença conhecida no momento de trazer o julgamento (Isaías 42:14). Como uma galinha ajunta ao redor de si os seus pintinhos, assim Cristo desejou reunir seus filhos ao redor de Si (Mateus 23:37). Deus protegeu e cuidou de Israel, assim como uma mãe águia paira sobre seus filhotes e estende as asas para apanhá-los (Deuteronômio 32:11).

Qual é o problema então se deixarmos de lado os títulos masculinos, e nos referirmos a Deus como ‘Deusa’ ou ‘Mãe’, conforme algumas feministas defendem, e ‘atualizarmos’ nossas Bíblias para um contexto mais adequado ao século XXI? A resposta é: quem achamos que somos nós e que autoridade temos para modificar a forma como Deus revela-Se e fala de Si mesmo na Bíblia?

Deus usa por vezes metáforas femininas para Suas ações, mas jamais intitula-se ‘Mãe’ ou ‘Deusa’. Jesus ensinou-nos a orar ao ‘Pai nosso que está nos céus’, não à ‘Mãe nossa’. Se temos algum problema com a forma pela qual Deus escolher revelar-Se, o problema está em nós, não em Deus. Chamar Deus de ‘Pai’ ou ‘Senhor’ de forma alguma é um rebaixamento ou subjugação das mulheres, pois como já observado, a dignidade das mulheres é ensinada da primeira à última página da Bíblia.

Cabe aos cristãos tomarem cuidado com ditas ‘versões’ bíblicas que na verdade são ‘perversões’ do texto sagrado. Que ouçamos as seguintes admoestações:

“Cada palavra de Deus é comprovadamente pura; ele é um escudo para quem nele se refugia. Nada acrescente às palavras dele, do contrário, ele o repreenderá e mostrará que você é mentiroso.”

Provérbios 30:5-6

“Declaro a todos os que ouvem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhe acrescentar algo, Deus lhe acrescentará as pragas descritas neste livro. Se alguém tirar alguma palavra deste livro de profecia, Deus tirará dele a sua parte na árvore da vida e na cidade santa, que são descritas neste livro.”
Apocalipse 22:18-19

Definição de Jejum:

  1. Abstinência ou abstenção total ou parcial de alimentação em determinados dias, por penitência ou prescrição religiosa ou médica.
  2. Estado de quem não come desde o dia anterior.

Por que é importante? A Bíblia ensina:

O principal motivo do jejum é dar atenção especial às necessidades da alma. É buscar uma comunhão mais íntima com Deus, em estado de humildade e submissão à Sua excelsa e soberana vontade. Não é sacrifício em troca de bênçãos. É um momento em que devemos dirigir as nossas energias espirituais para uma comunicação mais íntima com Deus, confissão de nossos pecados e um desejo sincero de achegarmos a Deus. Consagrando mais as nossas vidas através da oração.

Estudo sobre 1 Coríntios 7:1-15

Verso áureo

Quero que todos os homens sejam tais como também eu sou; no entanto, cada um tem de Deus o seu próprio dom; um, na verdade, de um modo; outro, de outro.” (1 Coríntios 7:7)

Núcleo da lição

Relacionar-se com outras pessoas é uma parte essencial da vida. Tratando dos relacionamentos humanos, Paulo dá conselhos para ajudar os cristãos a discernirem se deveriam se casar ou permanecer solteiros. Além disso, o apóstolo descreve como um relacionamento certo com Deus pode nos livrar de ansiedade e preocupação.

Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Colossenses 3:16.

Adorar é uma atitude do coração, direcionando nosso louvor a Deus. Isso pode ser feito na igreja ou em casa. Seu propósito é glorificar a Deus.

Os Batistas do Sétimo Dia nunca proibiram o uso moderado do vinho. Todo o bom cristão tem que ser temperante, ter domínio próprio, e distinguir o que é exagero. Como cristão jamais devemos dar motivo de escândalo. Os Batistas do Sétimo Dia ministram a Santa Ceia com vinho de boa qualidade.

Deus nos ama e deseja que sejamos felizes. Ao mesmo tempo Ele quer que o amemos e depositemos nossa confiança nEle. É nosso amigo, e deseja que sejamos seus amigos.

Deus conhece o que é melhor para cada um de nós. É uma atitude sábia obedecer à sua vontade. Necessitamos confiar nEle. Visando a nossa felicidade Deus nos concedeu seus mandamentos. Eles são bons (leia Salmos 19). Ao cumprirmos suas leis, tornamo-nos melhores seres humanos, e mais felizes. Infelizmente, porém, o homem natural não confia em Deus como deveria. Em lugar de seguir Seus ensinos, quer andar pelos seus próprios caminhos. Reluta em depender de Deus e, sempre que deixa de realizar a vontade de Deus, para fazer a sua própria vontade, está pecando.

Texto Áureo: Mateus 5:17

Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.

Há alguns crentes que não apreciam muito o fato dos pastores às vezes falarem em dinheiro. Esquecem-se eles de que este era um assunto freqüentemente mencionado por Jesus. A Bíblia refere-se mais vezes a dinheiro do que mesmo à oração ou a fé.