De acordo com o historiador Jacques Le Goff, “a Igreja instaurou no século XIII o processo inquisitório, confiando a juízes especiais a tarefa de obterem a confissão dos acusados. Esta procura de confissão, aliada à decisão do IV Concílio de Latrão, em 1215, tomou obrigatória para todos os fieis uma confissão privada a um padre”. Por sentir-se ameaçada, “recorreu a meios moralmente inaceitáveis” de acordo com a história, portanto, a confissão trata-se inicialmente de uma forma criada pela Igreja para obter informações sobre a vida do devoto, prevenindo-se caso este setomasse uma ameaça.

Sobre os alimentos a Bíblia responde:

“Não entendeis que tudo o que entra pela boca vai para o ventre e sai para a fossa? Mas o que sai da boca procede do coração e é isto que torna o homem impuro” Mateus 15:17-20

Graça Maior - Édino Melo, . Disponível em: http://gracamaior.com.br/estudos/ibsd-x-catolica/123-respostas-biblicas-para-o-catolicismo/crencas-catolicas/701-confissao-e-abstinencia-de-alimentos.html. Acesso em 27 Abril 2017.